sexta-feira, 31 de maio de 2013

Notícias G1

Protesto contra INSS reúne trabalhadores no Centro de Manaus
Trabalhadores da construção civil reclamam da demora do INSS. Instituto informou que irá receber manifestantes em Manaus.

Por Camila Henriques
Do G1 AM

Trabalhadores da construção civil realizaram um protesto contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pela suposta demora no recebimento do benefício causado por problemas médicos surgidos no ambiente de trabalho. Liderado pelo Sindicato dos Trabalhadores Industriais da Construção Civil de Manaus (Sintracomec), a manifestação aconteceu na manhã desta sexta-feira (31) na Praça da Polícia, no Centro de Manaus. Aproximadamente 15 trabalhadores participaram do ato público.

De acordo com informações do vice-presidente do Sintracomec, Cícero Custódio, os trabalhadores estão demorando mais do que os 30 dias de praxe para receber o benefício. "Registramos casos de pessoas que levaram 60, 90 dias e até um ano para conseguir receber o benefício. Muitos médicos não atendem os trabalhadores. Não aceitamos e esse protesto é um alerta para uma outra manifestação, a qual pretendemos reunir 3 mil operários daqui a duas semanas", disse. Ele ainda informou que as empresas acabam não aposentando os trabalhadores com problemas de saúde, os quais voltam a executar o mesmo serviço.

Mesmo com laudos médicos que comprovam doenças como bursite, tendinite, epicondilite e Síndrome do Túnel do Carpo, a industriária Regiane Morais afirma que enfrentou problemas para obter ajuda do INSS. "Adquiri todos esses problemas depois que comecei a trabalhar nesse local. A empresa, primeiramente, negligenciou e não me encaminhou para o INSS. Depois, levei três anos para conseguir o benefício", declarou. Atualmente, ela recebe reabilitação da seguridade social, porém, continua trabalhando no mesmo setor onde adquiriu os problemas de saúde.

Procurado pelo G1 , o setor de comunicação do INSS em Manaus informou que espera os manifestantes na sede do instituto na manhã desta sexta-feira. O órgão explicou ainda que os responsáveis pelo setor de seguridade social irão receber os industriários para saber sobre o teor do protesto e tomar um posicionamento sobre o caso.

4 comentários:

Heltron Xavier disse...

http://acritica.uol.com.br/manaus/Manaus-Amazonas-Amazonia-Trabalhadores-PIM-prometem-protesto-Manaus_0_929307084.html

Heltron Xavier disse...

Trabalhadores do PIM prometem manifestar nesta sexta-feira (31) contra o INSS
Isso é o que farão nesta sexta milhares de trabalhadores em protesto à lentidão do órgão nas perícias para liberação de benefícios

31 de Maio de 2013
ADAN GARANTIZADO

Cícero Custódio: na construção civil há muitos trabalhadores sequelados (Divulgação)
Cerca de 3 mil empregados dos setores da construção civil, saúde, naval e metalúrgicos do Polo Industrial de Manaus prometem fazer uma grande manifestação nesta sexta-feira (31), no Centro da cidade, contra o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS).

O alvo das diversas categorias é a lentidão do órgão nas perícias para concessão de benefício por invalidez ou acidentes de trabalho. O alto índice de benefícios recusados pelo INSS também estará na pauta dos manifestantes, que se reunirão às 8h30, na Praça da Polícia e seguem até a sede do INSS, nas proximidades do Paço Municipal. Lá, eles vão formar uma comissão que tentará conversar com a diretoria regional do Instituto. Boa parte dos trabalhadores envolvidos no protesto sofreu algum acidente de trabalho e além de carregar sequelas, enfrentam problemas para obter a seguridade social. Ao menos 50 deles estarão em cadeiras de rodas e de muletas.

Segundo o presidente do O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil no Amazonas (Sintracomec-AM), Cícero Custódio, o descaso do INSS com casos de lesão por esforço repetitivo (LER) e em outros acidentes de trabalho é absurdo. “Os médicos parecem que são pagos para dizer não. O trabalhador chega lá com a perna quebrada, de cadeira de rodas, com outras lesões e saem do INSS com um laudo dizendo que estão em boas condições e podem trabalhar normalmente”, declarou o sindicalista. O tempo de duração entre o agendamento e a perícia também é criticado pelas categorias. Em média, no Amazonas, o processo da dura 90 dias. “Estamos constantemente em contato com outros estados. Em nenhum deles existe um índice de rejeição de benefícios tão alto como aqui. Isso sem contar que em outros locais, o processo demora no máximo 40 dias. Estamos achando que existe uma grande máfia no INSS do Amazonas”, disparou Custódio.

Somente no setor de construção civil, são cerca de 5 mil trabalhadores “encostados”. O maior índice de lesões é na coluna ou foi causado por fraturas nos braços e pernas.

A manifestação, porém, não deixará de ter sua desavença política. Centrais sindicais como a CUT e a Força Sindical não manifestaram apoio ao movimento, segundo o presidente do Sintracomec-AM. Ele classificou o ato como uma “omissão”. A reportagem tentou contato com dirigentes com Valdemir Santana (CUT) e Vicente Filizola (Força Sindical) durante a tarde de ontem, mas não obteve sucesso.

Francisco Cardoso disse...

Ou ele mostra qual foi o trabalhador que foi de perna quebrada e teve laudo de boas condicoes feito por perito ou entao deverá responder a processo.

aldofranklin disse...

Deixem de ser bobos!
Veja lá na faixa: Sasa da Construção Civil...
E dois cabras fortes segurando a faixa!

Vejam isso:
http://www.eleicoes2012.info/sasa-da-construcao-civil/

So conversa mole e bravatas! O Sasá tem sua base politica com os peão da Construção mas ta suplente de Vereador em Mananus esperando pegar uma boca!