sábado, 23 de fevereiro de 2019

A PRÓXIMA PETISTA DE RENATO VIEIRA NO INSS - PAVÃO NOMEARÁ COORDENADORA DO BOLSA FAMÍLIA DOS GOVERNOS LULA E DILMA PARA A AUTARQUIA.

Renato Vieira, o Pavão Vermelho, já escolheu a próxima petista para encaixar em algum cargo no INSS. Mas não se trata de qualquer petista: a escolhida da vez é Lorena Fonseca de Medeiros Ferreira, servidora pública da carreira de gestão do extinto MPOG (Planejamento), com posse em 2004. Em 2008, foi cedida para exercício no MDS (então Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome).

Ainda com o nome de solteira - Lorena Fonseca Mariz de Medeiros - ela foi, entre 2008 a 2015, coordenadora-geral dos programas de transferência de renda e inclusão dos Governos Lula e Dilma (PT). Ocupando os cargos de Coordenadora-Geral de Integração de Programas de Transferência de Renda do MDS ou de Coordenadora-Geral do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar do MDS, Lorena foi a manda-chuva do Programa Bolsa Família de Lula e Dilma até 2015, quando retornou ao MPOG ocupando cargos de Chefias de Divisão, assessorando a Secretaria-Executiva do Planejamento no Governo Temer.

Nesses cargos, ela coordenou toda a política petista relativa ao Bolsa Família e de Agricultura Familiar (leia-se ajuda ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST).

Com esse nome lulista e dilmista de peso, Renato Pavão ganha uma figurinha literalmente estrelada no seu álbum de petistas que ele está formando para o INSS. A cessão dela para o INSS foi publicada no DOU de 15/02/19.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

CONEXÃO INSS - RSX : O INSS VAI CANCELAR O CONTRATO, OU NÃO?

Em 15 de maio de 2018 o então Presidente do INSS, Francisco Lopes, foi demitido por causa do escândalo da RSX Informática - empresa de tecnologia sediada numa adega em Brasília, que recebeu R$ 8 milhões antecipados pela venda de um software fantasma (nunca apareceu o tal sistema) à autarquia, sistema esse que tinha parecer contrário de mais de 10 técnicos da casa. (veja aqui e aqui).

A Presidente interina que assumiu ordenou o imediato cancelamento do contrato, que é feito em etapas: suspensão, prazo de defesa e cancelamento. De início, o contrato foi suspenso.

O Presidente que assumiu em seguida, o procurador da AGU Edison Garcia, era procurador-chefe da gestão de Francisco Lopes. Ele não deu continuidade no cancelamento e o mesmo continuou ATIVO em sua gestão.

Edison Garcia foi exonerado sem cancelar o contrato. Edison Garcia é amigo de Renato Vieira, igualmente procurador da AGU. Renato Vieira assumiu o INSS em seu lugar, e já sabia da questão da RSX desde a transição. 

Renato Vieira não cancelou o contrato ainda. Renato Vieira nomeou Márcia Eliza como Diretora de Benefícios - DIRBEN. Márcia Eliza também é procuradora da AGU e era procuradora-adjunta de Edison Garcia durante a gestão de Francisco Lopese foi procuradora-chefe na gestão de Edison Garcia.

Renato Vieira nomeou como Diretor de Gestão de Pessoas o sr. Flávio Ferreira dos Santos. Flávio será, segundo dizem, diretor de TI da futura reestrutura do INSS. Ele trabalha com isso e foi Coordenador-Geral de TI do Ministério da Integração Nacional. 

Esse Ministério foi o que fez o pregão da ata da RSX, na qual aderiram o INSS de Francisco Lopes, bem como a FUNASA e o Ministério do Trabalho, ambos "territórios" do ex-deputado André Moura, que foi "dono" desses órgãos durante o Governo Temer.


Todos esses personagens estão ligados à RSX de maneira direta ou indireta. O fato é que o contrato com a RSX ainda não foi cancelado.

O cancelamento implicaria na devolução integral dos R$ 8 milhões recebidos por um software fantasma. Será que quem recebeu não tem como devolver o dinheiro? Onde foi parar os R$ 8 milhões do INSS pagos a RSX? Será que esse dinheiro teve outros destinos?

Presidente Renato Vieira, o senhor vai cancelar OU não vai cancelar o contrato com a RSX? Porque tanta gente ligada a esse episódio está ganhando poder em sua gestão?

Presidente Renato Vieira, o senhor VAI CANCELAR OU NÃO o contrato da RSX?

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

PAVÃO VERMELHO - PRESIDENTE RENATO PUBLICA LIVRO SOBRE DESASTRE DE MARIANA JUNTO COM SEUS AMIGOS PETISTAS. MAS A LAMA CONTINUA SOLTA.

Governo nomeou um pavão petista para o INSS. Só não ver quem não quer, até os cegos estão enxergando. Temos a certeza que  o Presidente Bolsonaro está sendo enganado.

Estava mesmo muito estranho essa série de nomeações de petistas para o INSS, sob a assinatura de Renato Pavão Vieira, presidente empossado pelo Governo Bolsonaro. Descobrimos que o Pavão é Vermelho e cheio de amigos petistas graduados.

Recente obra literária, lançada em 2019, sobre a atuação da AGU no desastre de Mariana mostra o verdadeiro "rol de amigos" do Presidente Renato Pavão: 

1) Luis Inácio Lucena Adams (conhecido como Luis "da família" Adams), ex-Advogado Geral da União dos Governos Lula e Dilma, defensor-mor do petismo junto ao Judiciário.

2) Luiz Henrique Miguel Pavan - Foi Defensor Público da União (Chefe da DPU) nos Governos Lula e Dilma. (obs: não é o Pavan que foi diretor do INSS. Esse também é petista, mas é da linha "mística").

3) Onofre Alves Batista Júnior - Procurador do Estado de Minas Gerais, Professor de Direito da UFMG e foi Advogado-Geral do Estado de MG no Governo Pimentel (PT). Assinou em 2016 um Manifesto de Repúdio ao impeachment da ex-Presidente Dilma Rousseff, ao qual chamou de "golpe". (veja matéria aqui).



Claro que a obra literária não poderia deixar de contar com os comentários do principal petista de Minas Gerais: o agora ex-Governador Fernando Pimentel. O principal responsável pelo desastre de Mariana é tratado com louvor e distinção no livro escrito por seus camaradas (Renato, Adams, Onofre, Pavan), como se ele não tivesse nada a ver com a catástrofe que seu governo ajudou a criar, por omissão (no mínimo), com direito a escrever o prefácio.

Renato Pavão e seus amigos do PT

É por isso que Renato Pavão, amigo dos petistas, está recheando o INSS de seus partidários, trata-se de colocar nos cargos as pessoas de SUA confiança, ou seja, petistas.

O livro tem a cara de pau de falar que a atuação deles revolucionou o tratamento legal de casos como Mariana:
A verdade é que após 3 anos todos as vítimas ainda estão desamparadas e a ação judicial se arrasta na esfera federal. Os autores do livro você já conhece (petistas), pena que o resultado dele foi outro desastre, em Brumadinho, causado pelo mesmo Governo Fernando Pimentel, tratado com honras pelos autores, os advogados petistas da União.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

PAVÃO JAPONÊS - PRESIDENTE RENATO VIEIRA É O GUSHIKEN DO GOVERNO BOLSONARO. GESTOR DE TI DE MINISTÉRIO ENVOLVIDO COM A RSX FOI NOMEADO DIRETOR DO INSS.

Todo Governo tem seu japonês favorito. No Governo Lula foi Luiz Gushiken, responsável pelas nomeações de altos cargos petistas. No Governo Dilma foi o Japonês da Federal. No atual Governo, ao visto, esse posto simbólico está sendo ocupado por Renato Vieira, Presidente do INSS, que não é japonês, mas está cumprindo o papel de nomeador oficial de petistas do Governo Bolsonaro.

Luiz Gushiken (1950 - 2013†) foi um dos mais importantes quadros e dirigentes da história do PT. No Governo Lula, ele nomeava os principais cargos da administração federal, só entravam petistas ou simpatizantes de alta estirpe.

Renato Vieira, o Pavão, assumiu com a missão de moralizar o INSS e despetizar a casa. Porém ele entendeu o contrário, pois está trazendo de volta toda a escumalha vermelha que havia sido retirada da autarquia pelo Governo Temer e, pior, escolhendo pessoas sem nenhuma qualificação técnica aos cargos em que foram nomeados, todos unidos por um só sentimento: o ódio aos peritos.

Com a devida proporção, Renato Pavão é o Gushiken do Governo Bolsonaro: está com total liberdade para nomear petistas de confiança para sua gestão. Apesar de restrito ao INSS, o estrago será grande em especial por ser a Previdência o principal alvo de atenção do País nesse ano.

Vejamos a mais recente lista de petistas ou simpatizantes que ele colocou para dentro do INSS:

1) Clóvis de Castro Júnior (Nomeado DIRAT) - Servidor de Carreira do Banco do Brasil, galgou de gerente de agência a Superintendente Estadual do BB no Ceará (estado governado por petistas há anos) durante os Governos Lula e Dilma. Subiu 7 níveis gerenciais no BB durante os governos petistas.

2) Helder Calado de Araujo (Nomeado DIROFL) - Servidor Público, atualmente Auditor Federal de Finanças e Controle da Fazenda. Foi DAS 3 entre 2010 e 2014 na AGU (Governos Lula e Dilma), DAS 2 na Fazenda em 2015 e DAS 4 na AGU entre 2015 e 2016, saiu na época do impeachment de Dilma Rousseff.

3) Flávio Ferreira dos Santos (Nomeado DGP) - Talvez o caso mais grave. Não é servidor público, mas foi Coordenador Geral de Tecnologia e Informação (CGTI) do Ministério da Integração Nacional durante todo o Governo Dilma. Saiu na época do impeachment. O Ministério da Integração foi o que admitiu, por pregão, a ata de preços da empresa RSX Informática, que viria a ser usada pelo ex-Presidente do INSS, Francisco Lopes, num escândalo de corrupção que causou-lhe sua demissão (Compra de software em adega por 8 milhões de reais - veja matérias da época aqui e aqui). Ou seja, além de ter sido CGTI de um importante ministério durante todo o governo PT, o referido Ministério possui sucessivos escândalos de corrupção na área de TI, inclusive a famigerada RSX, cujo contrato está ativo e o Presidente Renato Pavão não quer cancelar....

4) Márcia Eliza de Souza (Nomeada DIRBEN) - Servidora Pública, Procuradora Federal, desde o Governo Dilma ocupa cargos de confiança na PFE, agora será DIRBEN. O que diabos uma procuradora federal entende de benefícios? Claramente será uma marionete de Benedito Brunca, o Grão-Barão do Petismo no INSS tendo sido diretor de benefícios do PT/INSS por 13 anos e depois Secretário de Políticas Previdenciárias do extinto MPS. Suas opiniões sempre são publicamente contrárias às dos peritos médicos, possui visão "socialista" da previdência social.

5) Alexandre Maia de Carvalho (Nomeado Chefe da ADJ Rio) - Ex-Gerente Executivo da Rio Norte durante todo o Governo Dilma, notório perseguidor de peritos, foi o último Gerente-Executivo a aceitar a redução de agendas de 18 para 15, antes da DIRSAT ter o controle sobre a gestão. Petista assumido e notório, fez campanha contra Bolsonaro e havia sido limado do cargo pela Gestão Temer. Graças ao Pavão Japonês, está de volta para travar tudo o que puder relativo a revisão de benefícios do INSS, ao qual sempre se posicionou publicamente contra.

Além deles, juntem-se os já conhecidos Mário Sória (Mário Sorry - Ex-DIRAT do Governo Dilma e notório perseguidor de peritos médicos, virou assessor pessoal do Pavão) e a manutenção de todo o "estafe/escrete" petista na DIRAT, DIRBEN e DGP que o ex-Deputado André Moura apadrinhou na gestão Temer (Saulo Milhomem, Moisés Moreira, (DIRBEN), Aílton, Enio e Rosimar (DIRAT), Roberto Filho e Renato Lopes (DIRBEN), todos da DGP , Corregedorias, Auditorias, Superintendentes...)

Na foto acima, os novos (de sempre) gestores do INSS posam antes de entrar em campo. Entra  sai governo, mas os petistas continuam mandando na máquina previdenciária.


É com esse "time dos pesadelos" que Renato Pavão quer comandar o INSS. Depois não reclamem. O INSS virou um bunker de petistas. A despetização não chegou ao INSS, muito pelo contrário.



sábado, 16 de fevereiro de 2019

PRESIDENTE RENATO NOMEIA PETISTAS PARA PROVAR QUE É INDEPENDENTE E NÃO CEDERÁ A PRESSÕES POLÍTICAS

"Afinal de contas, quer maior prova de independência do que encher o INSS de petistas em pleno Governo Bolsonaro?" Teria dito o Presidente Pavão.

Em entrevista a um grande jornal na data de hoje, o Presidente do INSS, Renato Pavão Vieira, disse que as nomeações serão técnicas, por escolha dos servidores, que não cederá a pressões políticas e que quer digitalizar todo o INSS o quanto antes.

Como prova do que afirma, mostrou uma renca de lista de petistas que estavam na gestão Lula/Dilma e que agora voltam ao INSS em cargos estratégicos, como Mario Soria (Mario Sorry), Saulo Milhomem, Moisés, Ailton, Procuradora Marionete, Infidelis e toda a tropa de DAS 1,2 e 3 que eram do "escrete" do Deputado André Moura e que continuarão na gestão Pavão. Manter petistas no INSS seria a maior prova de que Renato Pavão Vieira recebeu carta branca do Governo Bolsonaro para montar a sua equipe, seu "Nightmare Team", como já está sendo apelidado a turma que está sendo escolhida.

Para garantir que só petistas ocuparão cargos, Renato fará um processo de seleção interna para cargos de gerência. Ora, se somente petistas ocuparam esses cargos nos últimos 16 anos, adivinhem quem estará apto a se inscrever ao processo seletivo? 

Para afundar de vez o INSS, ele colocará em cargo elevado o servidor Ailton, aquele que desde 2017 viajou o Brasil todo, passeando nas nuvens para ver se acha algum processo do INSS Digital, pois aquele protocolo que entregam ao cidadão é cego e inútil pois não se acha absolutamente nada com aquele número. Então a cada pedido de processo lá vai o Ailton pras nuvens ver onde está o dito cujo.

Atualmente o INSS Digital tem 5 milhões de processos represados e a meta de Renato Pavão é chegar a 10 milhões de represados até o fim de 2019.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

PAVÃO PAVAOZINHO EM BUSCA DA FEBRABAN PERDIDA.

Na imagem, o Pavão abrindo seu belo rabo para os petistas que estão de volta ao INSS.

Pavão-pavãozinho é um complexo de favelas em Copacabana-RJ. Recentemente criou-se um novo Pavão-pavãozinho no Brasil, mas dessa vez localizado no plano piloto de Brasília, mais especificamente no décimo andar do Bloco O, conhecido como Prédio dos INSSANOS ou o Edifício- Sede do INSS. Tão perigoso e cheio de bandidos como sua original carioca. Tal como lá, acá os tiroteios também estão diários.

Pavão é uma figura deslumbrada, completamente despreparada para a posição que ocupa, mas cheio daquela energia dos novatos. Diante do temor de dar algo errado, teve uma "ideia genial": se aliar aos superintendentes. Qual o preço pedido? Combater os inimigos de sempre: os peritos médicos, aquela classe que teve a ousadia de se unir para reivindicar melhores condições de trabalho. Apesar dessa fórmula ter dado errado até hoje, Pavão se acha original e superior e afirma que irá conseguir dominar a autarquia através dessa espúria união, em troca da opressão à categoria que mais trabalha e apresenta resultados. O resultado disso já sabemos qual é, né Francisco Lopes?

Na imagem, pavãozinho em uma reunião de trabalho ao meio-dia.

Pavãozinho é uma figura conhecida da autarquia, há muitos anos ocupando cargos de poder no lado de cima do mapa, vive cortejando políticos e gestores privados, aos quais procura agradar em tudo. É uma figura conhecidíssima da turma da licitação. Completamente camaleão e sempre se moldando aos ventos do momento. Não há ata de adesão do centro-norte do país que já não recebido uma visita dessa figura icônica. Todo dia começa cedo sua rotina de trabalho. Se hidrata bastante e após estar completamente calibrado (com trocadinho), comparece ao trabalho para as suas rotinas de prestação de serviços a deputados e empresários. Pavãozinho também é conhecido pelo singelo apelido de champignon, por causa, dizem, de um curioso detalhe anatômico presente nele.

Pavãozinho, eterno petista, viu uma janela de oportunidade e se uniu ao Pavão, de quem já conhecia da época em que trabalhavam juntos na Veneza Brasileira, e agora estão recolocando de volta no INSS todos os soldados do petismo que haviam sido limados da casa nos últimos anos, além de promover os que lá conseguiram ficar.

Vejamos o emblemático caso de Mário Sória, conhecido como Mário "Sorry", pela decepção que causa aos com quem ele interage. Notório perseguidor de peritos e anti-petistas em geral, foi um soldado de luxo da dupla Gabas/Elisete na época em que ficou na DIRAT, atacando todos os inimigos do petismo, em especial peritos médicos. Limado do INSS, conseguiu uma vaguinha na Previc. Durante sua passagem nesse órgão, a Previc ficou conhecida como PREVARIC.

A nomeação de Mário Sória para ser assessor da presidência do INSS mostra que nem tudo está perdido no INSS: Ainda há muito a se perder.

Outro caso fantástico é de Saulo Milhomem, especialista em criar sistemas disfuncionais e de assinar ilegalmente no fim do ano processos se fazendo passar por Diretor de Benefícios. Ocupante de cargos de gestão há quase 10 anos, é cria de Mario "Sorry" e apadrinhado pelo pavãozinho e pelo ex-deputado André Moura, Saulo está prestigiado junto ao Pavão e será o "Ghost Writer" da DIRBEN, o longa manus de Benedito Brunca dentro do INSS, já que a Diretoria de Benefícios sera ocupada por uma marionete do grupo que tem em comum ao Pavão a mesma qualidade: o despreparo para as rotinas previdenciárias.

Contra provas não há argumentos. Processo 00695.001467/2017-52 SIPPS nº 456218451.

Igualmente prestigiado está Ailton Nunes, da DIRAT, que assumirá a Coordenação-Geral no lugar de Vitor Poubel, que será demitido por não beijar a mão dos petistas. Ailton Nunes é bem conhecido dos paulistas: trabalhou muito pouco na APS e por sua lealdade ao PT rapidamente virou SERAT, DIVAT e catapultado para Brasília para operar o desastre do INSS Digital. Em São Paulo, Ailton era um dos 4 leões de chácara de Elisete Berchiol, junto com André, Leonardo e Edalmo. Só gente fina. Em Brasília, passou a comandar o INSS Digital, cuja confusão vem capitaneando para si como se fosse o único que entendesse do riscado. Na prática conheceu e viajou todo o país com a mesma apresentação de powerpoint desde 2017, provavelmente tanto tempo em avião deve ser para ele conferir os processos que estão nas nuvens, pois de lá não saem nem sob ordem divina.

Em comum entre Mario Sorry, Brunca, Pavãozinho, Saulo, ex-Deputado André Moura, Ailton e todo o "escrete" de petistas que estão pendurados no INSS até hoje está a Febraban e o tão desejado ACT entre o INSS Digital e os bancos.

Seria a Febraban o elo perdido? Vamos aguardar a marionete do Pavão assumir a DIRBEN para avançar nesse tema. 

PS: Enquanto isso, rumores dão conta que mais uma vez o Aiatolá de Santa Ifigênia será traído por um mandatário da autarquia inssana. Mas nesse caso a traição sempre foi bilateral, portanto segue o jogo....

domingo, 20 de janeiro de 2019

GOVERNADOR IBANEIS, CUIDADO PARA O EDISON NÃO TE "ENGANEIS"...

O ex-presidente do INSS, Edison Garcia, deixou um legado de (indi)gestão na autarquia. Com tantas viagens, diárias e tantas entrevistas ao Correio Braziliense, ele não teve tempo de trabalhar. O resultado são 5 milhões de processos represados (4 milhões nas nuvens e 1 milhão físico).


Porém não foi só esse o problema. Soubemos que praticamente nenhum processo interno que chegou a Presidência foi solucionado nos seus 6 meses de governo. Processos importantes de logística, atendimento e benefícios praticamente congelaram sob sua mesa, inclusive o da famigerada RSX, que por incrível que pareça, ainda não foi cancelado.

Imaginem só o novo Presidente do INSS chegando no décimo andar e perguntando aos seus assessores: "- Porque o arquivo fica no décimo andar?" E os assessores respondendo: "- não é arquivo, é a sua sala...."

Ilustração representando como deve ter sido o primeiro dia do novo Presidente do INSS em seu gabinete.

Edison enganou a todos mostrando uma gestão tão fictícia quanto o INSS Digital. A rebarba ficou para o novo Presidente.

Se for seguir na CEB o que foi no INSS, este blog sugere que invistam em ações de empresas de pilhas, velas e lanternas, pois o apagão será do tamanho da pilha de processos no décimo andar.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

EDISON GARCIA E O PROGRAMA DE EXPANSÃO DE FACTÓIDES

O Presidente do INSS, Edison Garcia, está plantando notícias de que teria sido convidado a ficar no cargo mas não aceitou pois foi convidado para ser Presidente da CEB - Cia Energética de Brasília. 

Trata-se de um grande factóide. O Comodoro Gancho tentou de tudo para permanecer no INSS, até usou essa suposta indicação a CEB para alavancar seu "passe" mas não conseguiu. Se Garcia fosse tão bom na gestão como é em cavar notícias, já teria prendido toda a quadrilha que opera no.... opa, pera. 

Na verdade, nos poucos meses em que ficou como Presidente, Garcia pareceu muito mais empenhado em fazer viagens pela Europa, como um bon vivant, para ajudar a eleger Marcelo Caetano (ex-Secretário da Previdência) como Presidente da ISSA (Associação Internacional de Seguridade Social - sediada em Genebra) do que resolver os graves problemas da Previdência Social. 

Foram múltiplas viagens, inclusive durante o período de transição. Vejam o resumo do gasto com o nosso dinheiro que Garcia promoveu para ser macaco de auditório do Marcelo Caetano, que fracassou em aprovar a Reforma da Previdência no Governo Temer:

A eleição foi em 07 de dezembro, em Genebra, às suas custas, cidadão.


Oba, ganhei R$ 40.000 para fazer a social em Genebra e publicar factóides.

Parece que a grande especialidade do Presidente Garcia são os factóides. Até mesmo pegar um Acordo de Cooperação Técnica de Reabilitação Profissional entre o INSS e os Correios e divulgá-lo como se fosse um acordo de cooperação internacional feito com os alemães o nosso querido Comodoro fez. Coitado dos alemães que acharam que lidavam com um Mercedes-Benz mas na verdade era um Fiat Marea 98 duas portas VT. 

Edison Garcia inaugurou em sua gestão o novo PEX - Programa de Expansão de Factóides.

A mídia divulga que a missão do próximo Presidente do INSS será combater as fraudes e os desvios de gestão do INSS. Ora, se a gestão do Comodoro tivesse sido essa cocada toda, não precisaria combater mais nada disso. Mas como ele não resolveu patavinas, e em alguns casos a situação ainda piorou, como o INSS SEM DIGITAIS e os 5 milhões de processos represados, ou o contrato da RSX ainda ativo, será necessário um novo Presidente para colocar as coisas em ordem.

Edison Garcia disse que irá levar a expertise do INSS para a CEB. Mais um factóide. Cuidado, Governador Ibanes, para ele não querer inventar a CEB Digital.

Funcionaria aos moldes do INSS Digital: o cidadão irá numa agência física da CEB (claro, pois o digital do programa se refere aos dedos das mãos para contar as folhas e não à internet), entregar documentos pedindo instalação de ponto ou religamento. 

Um estagiário da CEB vai escanear tudo em scanners caríssimos distribuídos apenas nas agências onde o chefe é amigo do superintendente local,  o cidadão receberá um número de protocolo inútil que não servirá para nada pois o número será irrastreável, o processo ficará numa nuvem perdida em algum local e, após dois anos de espera - sem luz ou sem religamento - o processo será arquivado de forma sumária para melhorar as estatísticas de desempenho e o cidadão continuará sem luz.

Mas se o cidadão constituir um advogado, for amigo do sindicato, conhecer alguém dentro da CEB ou tiver um padrinho político, seu processo será analisado favoravelmente e na frente dos outros.

Teremos também o CEB Consignado, onde o cidadão pedirá um empréstimo a um banco usando o extrato da conta de luz como base de cálculo, o banco irá emprestar o dinheiro a juros caríssimos e qualquer dúvida sobre o empréstimo o cidadão irá na CEB, e não no banco. As parcelas serão debitadas junto com a conta de luz e se não for paga, a luz será cortada como garantia ao banco. 

Todo o processo de corte e religamento será às custas da CEB, não dos bancos, e com a inovadora IN 100 CEB/GDF, quem irá fiscalizar todo o processo será a própria Febraban juntamente com a Dataprev. OU seja, a CEB entra com a garantia e todo o trabalho e custo de logística, os bancos entram apenas com o dinheiro e a Febraban e a Dataprev farão a fiscalização. 

Mas o melhor será o PEX CEB - Programa de Expansão de Postes Elétricos. Ele irá mandar construir 720 usinas de energia com toda a rede de distribuição (postes, torres, etc) em áreas remotas e despovoadas, iluminando florestas, montanhas e todo o cerrado brasiliense. Sem nenhum funcionário a operar e nenhum cidadão a usufruir, o equipamento ficará parado a um custo anual bilionário. Tudo bem que não haverá nenhum cidadão que se beneficiará disso, mas as inaugurações serão muito legais.

Em um universo paralelo onde o "modelo INSS" for aplicado a uma Cia Energética, ela funcionará assim: A represa são os servidores, a água são os segurados/cidadãos, a linha de transmissão são os bancos e o gato é do deputado. Os gestores, indicados pelo deputado, farão contratos de consultoria com empresas e fábricas de software para legalizar o gato.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

QUERO MEU PRÊMIO, MINISTRO GUEDES!! TOMA AI MAIS UM ESCÂNDALO DO EDISON GARCIA: MILHÕES POR CONSULTORIA EM TI. PARA QUE SERVE A CGTIC MESMO? COMODORO GANCHO ATACA DE NOVO.

Na posse do Presidente da Caixa Econômica Federal, ontem, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que os servidores que denunciarem malfeitos e corrupção deveriam ser premiados.

Clique aqui para ver o vídeo, a partir do minuto 8:16

Denunciar malfeito é o que este blog faz há 8 anos, quando foi criado. Vários furos e denúncias de desvios da administração pública foram feitos aqui. Várias linhas da Lava Jato foram antecipadas aqui entre 2012 e 2014. Recentemente mostramos as farsas dos Presidentes indicados pelo Deputado André Moura. Mais recentemente ainda denunciamos a mariola de R$ 8 milhões do IBICT (que aliás nem a entregou ainda, apesar dos aditivos).

Queremos nosso prêmio, Ministro!!!

Na verdade, é dever do servidor público prover o Estado de tais denúncias. O maior prêmio que se pode dar ao servidor é o reconhecimento público de seu ato e de sua importância, e blindá-lo de perseguições políticas.

Vejam mais essa do Presidente Edison Garcia, o Comodoro Gancho, em parceria com seu amigo e aliado, o ex-Presidente Francisco Lopes, o Fran Fran e atinge inclusive o ex-presidente Leonardo Gadelha. O que une esses três nomes? PSC e André Moura.

O INSS possui em sua estrutura a Coordenação-Geral de Tecnologia de Informação e Comunicações - CGTIC, uma assessoria direta da Presidência do INSS.

Segundo o Decreto 9.104/17, da estrutura do INSS, compete à CGTIC:

Art. 8.  À Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação e Comunicações compete:
I - planejar, propor, coordenar, controlar, executar e avaliar projetos e atividades inerentes à gestão de tecnologia de informação e comunicação, à segurança da informação e à disponibilidade de recursos tecnológicos;
II - gerenciar planos, programas e ações relativos à tecnologia da informação, em articulação com o Ministério do Desenvolvimento Social e com a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência - Dataprev;
III - coordenar as atividades de identificação de tecnologias da informação e comunicações, e de seleção de produtos tecnológicos de mercado;
IV - estabelecer diretrizes, normas e padrões técnicos de implantação, utilização e modernização dos sistemas corporativos e da rede de dados, em articulação com as Diretorias do INSS;
V - coordenar e propor ações de segurança da informação e comunicações no âmbito do INSS; e
VI - coordenar e supervisionar os serviços de modernização, suporte e manutenção de informática à rede de atendimento do INSS.
Também compete à CGTIC:
Art. 17. Aos órgãos de assistência direta e imediata ao Presidente do INSS, aos órgãos seccionais e aos específicos singulares, respeitadas as suas áreas de atuação, compete:I - submeter ao Presidente do INSS proposta de:
(...)
c) planos, projetos, programas e metas de inovação tecnológica em processos e sistemas utilizados em suas atividades, em articulação com a Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação e Comunicações; e
Apesar da GCTIC contar com um quadro qualificado de profissionais, servidores públicos, que entendem do assunto e entendem de previdência, isso não pareceu suficiente para o INSS, que aderiu a uma ata de de registro de preços nº 11/2016 do Ministério dos Transportes (MT) e contratou a peso de ouro (milhões de reais) uma empresa de São Paulo chamada "GARTNER DO BRASIL SERVIÇOS DE PESQUISA" para realizar, segundo o extrato do contrato: "serviços técnicos especi alizados de pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia da informação."

A assinatura do contrato foi em 14/06/2017, sob a gestão Leonardo Gadelha. Veja aqui os dados: 


Desde então, vários aditivos vem sendo feito ao contrato. Somente em 2018 foram dois aditivos, igualmente milionários. O último aditivo é agora de dezembro de 2018, já sob a gestão Edison Garcia, veja os Boletins de Serviço Locais (BSL):




Ora senhores, se o INSS tem uma CGTIC para fazer o mesmo serviço, porque diabos se contrata uma empresa externa, a peso de ouro, para fazer a mesma coisa?

É por isso que está em curso na mesa do Presidente do INSS uma proposta de revisão do Regimento Interno que acaba com a CGTIC, ou fundindo-a a DIRAT ?

Por que tantos contratos com empresas de TI como a RSX (escândalo do software fantasma e da adega de vinhos) e essa GARTNER?

Para que esse dinheiro todo? Para onde ele vai? Por que manter uma CGTIC se há a real necessidade desse tipo de contratação? Ou não há a necessidade?

Analisando os dados, a situação parece ser pior: Essa empresa GARTNER possui 53 contratos diversos com o Governo Federal, de órgãos como Exército, Fazenda, PRF, INSS, ITI, Fundacento, dentre vários outros órgão do Governo, vide nesse link:
http://compras.dados.gov.br/contratos/v1/contratos?cnpj_contratada=02593165000140 .

Aqui estão os dados cadastrais da empresa junto ao sistema de compras do Governo Federal. O cadastro inicial dela foi feito via Fundacentro:
http://compras.dados.gov.br/fornecedores/doc/fornecedor_pj/02593165000140

Aqui estão os dados relativos ao pregão que gerou a ata ao qual o INSS aderiu:
http://compras.dados.gov.br/licitacoes/doc/licitacao/39000405000062016

Aqui estão os quase 400 contratos assinados nos últimos anos pela Coordenação-Geral de Licitações e Contratos da DIROFL/INSS:
http://compras.dados.gov.br/licitacoes/v1/licitacoes?uasg=512006


Ministro Guedes, onde pegamos o prêmio?


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

ESCÂNDALO EDISON GARCIA - IBICT PARTE 2: OS DOCUMENTOS COMPROMETEDORES.

Na imagem: retratação do comandante naval do INSS: o Comodoro Gancho.

O Presidente do INSS, Edison Garcia, indicado pelo Dep. André Moura e que está de saída para Presidir a CEB (Cia Energética de Brasília) no Governo Ibaneis (DF), soltou nota pública ontem para negar a denúncia deste blog a respeito das irregularidades envolvendo a contratação do IBICT - pelo INSS - para organizar a metodologia do INSS Digital e (ainda não ter) entregue uma Biblioteca Digital com uma Pesquisa e uma mariola.

Em breve síntese, Edison Garcia diz que o INSS assinou o contrato e fez a transferência orçamentária em dezembro de 2017, que de fato em 12/12/18 o IBICT fez a apresentação do trabalho realizado mas o INSS não atestou nem validou o produto final, que o trabalho foi importante (apesar de ainda não ter sido validado nem atestado) e confirma o documento da CGU solicitando informações sobre o INSS Digital. Por fim, chama o blog de corporativista, com práticas deletérias de divulgação leviana, mentirosa e quiçá, criminosa e defendeu sua gestão como sendo ética e transparente.

De cara, uma pergunta: Por que o INSS contratou o IBICT em final de dezembro/2017 para organizar e disseminar metodologia de um projeto já pronto (INSS Digital) que teve inicio em 2016 e aplicou sua prova de conceito de janeiro a dezembro de 2017 ?

Isso é tão estranho que tem cheiro de cambalacho. Seria como o Presidente Edison Garcia, após assumir a CEB, contratar o IBICT para organizar a metodologia e distribuição de luz elétrica no Distrito Federal, 60 anos depois de sua inauguração. Faz sentido?

Bom, vamos aos fatos.

Preliminarmente cabe dizer que o último Presidente do INSS que disparou essas acusações contra este blog foi demitido em praça pública e virou a manchete do dia com direito a abrir a escalada do Jornal Nacional, né Fran Fran? Olha a PF ai heim?

O blog denunciou que a IBICT foi contratada em dezembro de 2017 para organizar a metodologia do INSS Digital, bem como fazer seu planejamento estratégico e servir de suporte. Vejam portanto o extrato original publicado no BSL de 13 de dezembro de 2017:



De fato o dinheiro foi rapidamente liberado, sem nenhuma contrapartida do IBICT, em 27/12/17, conforme extrato do SIAFI:



Aqui já temos outras questões:

1) Por que a empresa recebeu de cara quase 1,5 milhão de reais sem nem ao menos ter gasto uma folha de papel? 

2) Por que a Pressa na liberação de valores?

3) O IBICT recebeu os valores no ato da assinatura mas iniciou os trabalhos quando? E em quantas unidades? 

Edison Garcia teve a chance de suspender esse negócio espúrio, e em sua nota tenta jogar a culpa no colo de seu antecessor, mas o documento abaixo prova que não apenas ele deu continuidade, como assinou aditivo ao contrato, com mudança do seu teor e adição de muito dinheiro mesmo enquanto o IBICT ainda não havia terminado de receber as parcelas originais:


Então não é verdade que o Presidente Edison Garcia, o Comodoro Gancho, não teve participação nesse projeto. Teve sim, e um papel bem ativo.

Novamente: Por que aditivou contrato que ainda estava sendo pago? Qual trabalho havia sido entregue até o momento para justificar a prorrogação desse contrato?

Quem que a IBICT contratou para executar esse trabalho? Quais empresas?

Vejamos os responsáveis pelo contrato por parte da IBICT:


Uma analista da EMBRAPA, ocupando cargo de confiança no IBICT, mais um administrador, um contador e dois CPF não-identificados, constam como responsáveis.

Qual a experiência que eles tem em INSS Digital, atendimento ao público ou previdência social para serem contratados as pressas, no final do ano de 2017, para organizarem a metodologia de um programa já validado e em curso há pelo menos 1 ano e meio antes de serem contratados?

O INSS, decerto, deve pensar que os segurados são gado, só isso explica chamar alguém da EMBRAPA para organizar a metodologia de atendimento do INSS Digital....

O próprio INSS Digital está no alvo da CGU, vejamos a íntegra da determinação de auditoria sobre o programa, reparem nas perguntas: 



Então respondendo ao Presidente do INSS:

1) Sim, este blog publica mentiras. Mas não são nossas. Nós publicamos as mentiras dos outros.

2) Acusações levianas? Hummm, acho que não...

3) Quiçá Criminosas? Se há crime, não é nosso, conforme exposto.

4) O INSS não testou nem validou o produto: claro, ele ainda não foi entregue!!! Mesmo após vários aditivos e tanto tempo depois, sobre algo que já existe. Por que não foi entregue? Existe algo mesmo sendo feito? 

OBS: O INSS já validou e testou software fantasma contratado junto à RSX? Pergunto isso pois soubemos que há intenção do INSS em pagar mais 4 milhões para essa empresa de fachada. 

5) O INSS contratou em 2017 um sistema de organização, planejamento estratégico, metodologia e suporte do INSS Digital. No final de 2018 aguarda receber uma biblioteca virtual e uma pesquisa em 12 unidades do INSS (De um total de 104 gerências e 1.600 unidades), a um custo final de perto de R$ 8 milhões. Para quem foi esse dinheiro? Quem a IBICT subcontratou? 

6) Porque o Presidente Edison Garcia mudou o escopo e assinou aditivos ainda com as parcelas originais sendo pagas, sem nada ainda ter sido entregue?

7) Ética e transparência? Então por favor publique o Cronograma do Planejamento desse Contrato.

8) Gestão correta? Responda a CGU, por favor.

O INSS virou um cais de navios piratas, onde se assenta um iate clube fantasma, comandado pelo Comodoro Gancho.

sábado, 29 de dezembro de 2018

ESCÂNDALO IBICT: PAGUE R$ 8 MILHÕES POR UM SERVIÇO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E SUPORTE MAS RECEBA UMA BIBLIOTECA DIGITAL COM UMA MARIOLA DE TROCO. INSS ESTÁ VIRANDO UMA CASA MAL ASSOMBRADA DE TANTO CONTRATO FANTASMA.

Na foto, a nova paisagem do Prédio Central do INSS - A Casa Mal Assombrada.

Vaidade é um horror. Em maio desse ano o então presidente do INSS, Francisco Lopes, foi flagrado pagando R$ 4 milhões à empresa RSX por um software fantasma acompanhado de garrafas de vinho. Caiu. Mais tarde verificou-se que a própria empresa era de fachada.

Reprodução da manchete de O Globo de 16.05.2018 - softwares feitos com uvas Chardonnay, Malbec, Cabernet Sauvignon e Syrah...

O atual presidente, Edison Garcia, aparentemente ficou com inveja desse feito e resolveu dobrar a meta: pagou R$ 8 milhões ao IBICT (vide site) por um "serviço de planejamento estratégico e de políticas públicas com atuação direta na concepção ou no suporte do INSS Digital" porém o que foi entregue pelo IBICT foi uma "biblioteca virtual" (que nem constava no contrato) e uma "pesquisa sobre a metodologia do INSS Digital" feita em "12 unidades do INSS". 

Na foto, Edison Lopes, quer dizer, Fran Garcia, quer dizer, Fran Fran e Edison Garcia. Disputa pelo contrato mais furado gera guerra de vaidades.

No evento de entrega das "chaves" do serviço de planejamento estratégico e suporte que virou uma pesquisa com biblioteca virtual, o IBICT ainda teve a cara de pau de dizer que, após um ano e meio recebendo dinheiro do INSS, não havia nada pronto e entregaria posteriormente os resultados da pesquisa. Restaram o café e a mariola distribuída no evento.

Vejam o convite do INSS para o evento:

 E vejam o que o próprio site do IBICT publicou: 



Em algum momento, o "serviço de planejamento estratégico e de políticas públicas com atuação direta na concepção ou no suporte do INSS Digital" virou "pesquisa e estudo da biblioteca digital de procedimentos do INSS digital". Bem diferente, não? 


Só que esse truque não convenceu a CGU, que segundo documento obtido com exclusividade, está cobrando do INSS onde está o tal serviço de planejamento e suporte:


 
E agora, Presidente? 

O INSS está virando uma casa mal assombrada. É INSS Digital sem digitais - fantasma - , é software de segurança fantasma (Fran Fran), é processo nas nuvens que assombram os segurados e os auditores da União e agora temos um serviço de planejamento estratégico e de suporte do INSS Digital IGUALMENTE fantasma.

É muito fantasma para uma autarquia só. Soubemos que diante dessa nova realidade, a Divisão de Auditoria passará a se chamar Divisão de Caça-Fantasmas e a Corregedoria vai virar Central de Exorcismo.

 Na foto acima, a nova equipe de auditores do INSS.

 Na foto acima, o novo Corregedor-Geral do INSS em atuação.

 No flagrante, servidor da DIROFL após assinar a liberação de pagamento de mais um contrato demoníaco.

Neste flagrante feito com câmeras captadoras de espectroplasma, da esquerda para a direita: o software da RSX, o serviço do IBICT e à direita, o INSS Digital.

A equipe de Bolsonaro terá muito, mas muito trabalho em 2019.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

MEIA VOLTA URGENTE


Soubemos que após o vazamento dos planos de mudanças na IN 28 (que favoreceriam sobremaneira os bancos) a Presidência do INSS ficou a deriva e foi obrigada a rever seus planos.

Constatado que o projeto adernou e naufragou após a bordada recebida por este torpedeiro digital, o Capitão Pirata - comandante supremo da nau previdenciária - voltou atrás e numa meia volta brusca, determinou outro padrão de mudanças na IN 28, mais dura e restritiva ao sistema bancário.

Não havia como continuar depois da exposição solar a que foram submetidos. O jeito foi pegar no timão e dar meia volta no Prevbarco. 

Porém continua como exclusivo deste blog a notícia de que a IN 28 sofreria mudanças ao apagar das luzes. Por isso foi necessário iluminar esse processo. 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

NO APAGAR DAS LUZES, A DÍVIDA SERÁ PAGA? ESSE SIM SERÁ O VERDADEIRO APAGÃO DO INSS.


Informações dão conta de que até o dia 31/12 será publicada no DOU alterações na IN 28, que trata dos consignados, de forma a entregar para os bancos a chave da porteira dos empréstimos junto aos beneficiários do INSS.

Um grupo secreto sediado no gabinete da Presidência do INSS, sem consultar a área técnica, está elaborando alterações na IN 28 de forma a facilitar de toda a sorte para os bancos a gestão dos empréstimos consignados, com todo o ônus a cargo da autarquia. Tem até Coordenador importante da DIRBEN, muito querido pelos administrativos, que está em São Paulo fazendo a ponte da Febraban com o INSS em Brasília.

Na prática, os bancos estão definindo as penalidades contra eles mesmos. Atendidas as alterações pedidas pela FEBRABAN e pela ABBC, será uma abertura sem precedentes de todas as porteiras com enorme risco de prejuízos para a autarquia, que segundo fontes teria que até mesmo indenizar os bancos em caso de encerramento de benefícios de segurados com empréstimos contraídos. 

Soubemos que representantes da alta cúpula previdenciária ficaram reunidos hoje até de noite elaborando as mudanças, com direito a frases do tipo "Ou é agora ou nunca. Não sabemos quem estará aqui semana que vem".  

A imprensa vem veiculando há meses um "apagão" no INSS para 2019, com a aposentadoria de 40% dos servidores ativos. Isso na verdade é um falso apagão. Com cada vez mais processos automatizados e com o avanço da gestão de sistemas, a maior parte desses servidores aposentáveis não causará paralisia nas atividades. Uma mera mudança do sistema de gestão do INSS resolverá essa questão.

O verdadeiro apagão do INSS é o que foi feito pela turma do Deputado André Moura desde 2016, que poderá ser culminado com esse verdadeiro ato de ataque contra a autarquia. Este blog já vinha denunciando essa questão do INSS e bancos desde a denúncia do Sistema ECO, ainda em 2017.

Já anunciado para Presidente da CEB (Companhia Energética de Brasília) em 2019, o atual Presidente do INSS, Comodoro Edison Garcia, prometeu dar um choque de gestão na empresa e levar para lá toda sua expertise adquirida no INSS. Não sabemos se isso foi um anúncio ou uma ameaça, pois se concretizado o fato, os brasilienses que se preparem para 4 anos de muitos apagões de energia na cidade.

Apagão em Brasília será comum a partir de 2019 - Gestão do INSS será levada à CEB.



Na foto acima, brasilienses se desesperam com anúncio de Edison Garcia na CEB e correm aos mercados para comprar velas, fósforos, lampião a gás e lanternas. Estoque já acabou no plano piloto.

Soubemos que uma das primeiras medidas a ser anunciadas para 2019 será o consignado energético, onde o cidadão levará ao banco apenas a conta de luz paga e, com o histórico de consumo, receberá um empréstimo com quitação das parcelas diretamente na conta de luz. Se não pagar, basta cortar a energia.

Não faz sentido uma medida dessas, de mudanças na IN 28, nos últimos dias de governo. Se for efetivada tal medida, só poderá significar uma coisa: pagamento de dívida. Resta saber o que constará nessa "nota fiscal" apresentada.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

INSS SEM DIGITAL - O JOGO DAS SETE SACANAGENS E 5 MILHÕES DE PROCESSOS REPRESADOS



O INSS Digital era para ter sido um projeto inovador no serviço público federal com a finalidade de  modernizar o atendimento ao cidadão de forma a dar celeridade à análise e concessão de seus requerimentos, segurança jurídica ao INSS e economia de toneladas de papel por ano, desobrigando a Superintendente do Sul Kathia Braga - a Super Chamex - a ter que ficar comprando papel para todo o INSS conforme denunciado aqui em 2017 (vide aqui e aqui).

Lançado aos mares de forma atabalhoada pelo então Presidente Gadelha, em 2017, viu-se rapidamente que essa embarcação não tinha leme, a proa estava pela metade e o casco cheio de furos. Além disso, ficou sem timoneiro, pois Leonardo Gadelha - ao perceber as furadas em que tinha se metido -  pulou fora da nave para atravessar o perigoso mar eleitoral paraibano, onde morreu na praia em outubro recente, faltando 400 votos (metros) para chegar ao paraíso.

Para salvar a embarcação, trouxeram o inexperiente sommelier e instalador de NET de Brasília, Francisco Lopes, o Lawrence do Cerrado. Indicado pelo Vice-Almirante André Leandro, da Dataprevbarco, empresa especializada em sucatas navais e reciclagem de astúcias, Lopes aloprou no comando do Timão. Empreendendo uma verdadeira caça ao tesouro, Lopes usou a embarcação para tentar amealhar o máximo de baús de ouros, pratas e pedras preciosas possíveis, mas acabou tropeçando numa adega e foi catapultado do navio, acusado de pagar 8 milhões por um disquete vazio acompanhado de uma cesta de vinhos de má qualidade. Junto com Lopes caíram seus imediatos Ilton Fernandes - Capitão de Corveta - e o marinheiro Ariel.

Diante do iminente naufrágio, o Almirante André Moura - que em breve ficará desempregado -, atual comandante supremo da Bacia do Poxim, destacou seu melhor quadro naval para tentar impedir o naufrágio da mega-embarcação: Edison Garcia, o Comodoro. Além de fluente em cinco línguas, expert em cartas náuticas e especialista em direito marítimo, Edison Garcia era o Comodoro do prestigiado Yatch (5 letras) Clube (5 letras) de Brasília, detentor de um dos litorais mais vastos do Brasil, com 40.000 pescadores em seguro-defeso durante a piracema do Lago Paranoá, que dura o ano todo.

Edison Garcia, com a ajuda fiel de seus comandados Agnaldo Curado - o escrivão -, Luis Collyer Pontes - o cara da NET-, Saulo Milhomem - o espertão -, Sidnei Cottet - o bombeiro - (todos nomeados pelo Almirante André Moura) , e dos superintendentes do INSS : José Carlos Oliveira (Kassab e Alckmin), Paulo Cirino (Quintão e Cunha), Kathia Braga (Mauro Mariani e PT) , André Fidelis (PT, Lula, Dilma, Garibaldi) e Marcos de Brito (PSB, Gonzaga Patriota), empreenderam uma operação de guerra para manter de pé a Nau do INSS Digital, que agora é vendido como exemplo de gestão mas na verdade é um conjunto de sacanagens com o cidadão, o servidor e o País.

A primeira sacanagem do INSS DIGITAL é que ele foi feito de forma atabalhoada, sem projeto executivo, sem planejamento estratégico, sem estudo de impacto, sem infra-estrutura, sem previsão de custos, estimativa de resultados, apenas usando o mantra "girar a chave". Como se "vira a chave" de um projeto desses sem a mínima estrutura, com link de 512K para toda uma agência, sem sistema eletrônico que processe os pedidos, armazene os dados e organize a fila de processos, sem servidores treinados, sem registro físico ou digital do andamento do processo? O resultado só poderia ser o desastre atual do projeto, com 5 milhões de processos represados (físico + nuvem), sem prazo de solução. A tal "nuvem" onde ficariam os processos está em local incerto e indefinido, e dizem que parece uma daquelas "cumulus nimbus".

Foto rara da nuvem do INSS DIGITAL, na última vez que foi vista, em data indefinida e local incerto.

A segunda sacanagem do INSS DIGITAL é que ele vem sendo usado de forma politiqueira com Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com Prefeituras e OAB, que terceirizam mão de obra para digitalizar os processos físicos, o que na prática é a terceirização do trabalho do INSS nas mãos de grupos de interesse representados em detrimento do cidadão comum. Hoje em dia se você não está representado por um político, um advogado ou um sindicato amigo dos superintendentes, é praticamente impossível conseguir que seu processo seja tramitado de forma adequada e no tempo devido. Ou seja, o INSS DIGITAL sequestrou o serviço previdenciário nas mãos dos amigos dos amigos (não confundir com a facção criminosa ADA - amigos dos amigos - do Rio de Janeiro).

A terceira sacanagem do INSS DIGITAL é com a CGU e o TCU, pois estão sendo ludibriados em um projeto sem nenhum planejamento, que travou a autarquia, que está gastando milhões em compras de scanners e equipamentos de outsourcing sem nenhum benefício ao segurado e ao País.

A quarta sacanagem é com o MPOG e o Governo pois o INSS DIGITAL não está entrando na conta de tempo de andamento dos processos e da Idade Média do Acervo (IMA), nem da contagem da gratificação dos servidores (IMA-GDASS) pois simplesmente não há REGISTRO da entrada desses processos nos sistemas corportivos, muito menos como localiza-los de forma organizada, falseando o IMA-GDASS, beneficiando todos os servidores ao mesmo tempo que o cidadão está há mais de um ano esperando algum resultado.
Nem com lupa se acha os processos no INSS SEM DIGITAL

A quinta sacanagem é com o servidor da APS, pois ele acaba sendo o muro das lamentações dos usuários e segurados, revoltados com a paralisação do andamento dos pedidos de processos, enquanto que servidores eleitos e iluminados são premiados com uma verdadeira farra de diárias em grupos de trabalho nas superintendências ou resorts de luxo para, em tese, trabalhar exclusivamente na análise dos processos que estão nas nuvens. Mas se o processo está na nuvem, porque o INSS paga diária para juntar servidor em um local específico??

A sexta sacanagem é com o estagiário. O programa de estágio do INSS era para fazer o jovem trabalhador aprender rotinas de um ofício ou ter alguma experiência no tema em que passou o estágio, mas o INSS, de forma absolutamente irregular, está colocando esses jovens para serem mão de obra forçada escaneando documentos o dia todo.

A sétima sacanagem é com o cidadão segurado. Na prática, o INSS DIGITAL funciona assim: o cidadão vai na APS pedir um benefício: um estagiário escaneia os documentos dele e manda para a nuvem via sistemas internos. Não é gerado número de protocolo nem senha de acompanhamento. O processo fica orbitando na nuvem sem estar registrado em nenhum sistema corporativo, por isso não impacta na nota da gratificação dos servidores. A não ser que você seja amigo dos gerentes ou superintendentes, dos sindicatos amigos ou constitua um advogado, a chance do cidadão ver seu processo finalizado de maneira correta é quase zero. O cidadão não é informado de nada, nem do resultado. E quando este ocorre, normalmente é indeferindo o pedido.

Além disso existe uma sacanagem extra: preocupados com auditorias que começaram a surgir, grupos de trabalhos começaram de forma oculta a indeferir de ofício pacotes de centenas ou milhares de processos nas nuvens, sem dar ciência ao cidadão, tirando dele a chance e oportunidade de pedir recurso da decisão. Porém aparentemente este processo foi freado após denúncias.

Quando se vai apurar as responsabilidades desta verdadeira ZONA e falta de respeito com o segurado, surpresa: não há nenhuma digital no processo, ninguém sabe quem foi responsável pelo que...
  É o verdadeiro INSS SEM DIGITAIS.

Existe um mote nos grupos de combate a crimes financeiros que é: SIGAM O DINHEIRO. No caso do INSS DIGITAL, sugerimos: SIGAM OS SCANNERS.