segunda-feira, 6 de maio de 2013

Medicina de Pobre foi oficializada e tem outra língua

Brasil trará seis mil médicos cubanos para atender moradores de áreas carentes
6 de maio de 2013 | 15h42 | atualizado às 15h42

Os governos do Brasil e de Cuba, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, estão acertando como será a vinda de seis mil médicos cubanos para trabalharem nas regiões brasileiras mais carentes. Os detalhes estão em negociação. Os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o cubano Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla, anunciaram hoje (6) a parceria.

Patriota e Rodríguez não informaram como será a concessão de visto - se será definitivo ou provisório. Segundo o chanceler brasileiro, há um déficit de profissionais brasileiros na área de saúde atuando nas áreas carentes do país, daí a articulação com Cuba.

'Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos aqui, em vista do déficit de profissionais de medicina no Brasil. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e à qual atribuímos valor estratégico', disse ele.
As negociações para o envio dos médicos cubanos para o Brasil foi iniciada pela presidenta Dilma Rousseff, em janeiro de 2012, quando visitou Havana, a capital cubana. Ela defendeu uma iniciativa conjunta para a produção de medicamentos e mencionou a ampliação do envio de médicos cubanos ao Brasil, para apoiar o atendimento no Serviço Único de Saúde (SUS).
'Cuba tem uma proficiência grande na área de medicina, farmacêutica e de biotecnologia. O Brasil está examinando a possibilidade de acolher médicos por intermédio de conversas que envolvem a Organização Pan-Americana de Saúde, e está se pensando em algo em torno de seis mil ou pouco mais', destacou Patriota.
Segundo o chanceler brasileiro, as negociações estão em curso, mas a ideia é que os profissionais cubanos atuem nas áreas mais carentes do Brasil. 'Ainda estamos finalizando os entendimentos para que eles possam desempenhar sua atividade profissional no Brasil, no sentido de dar atendimento a regiões particularmente carentes no Brasil', disse.
A visita do chanceler de Cuba ocorre no momento em que o presidente cubano, Raúl Castro, implementa mudanças no país, promovendo a abertura econômica e avanços na área social. Segundo Bruno Rodríguez, a parceria com o Brasil é intensa principalmente nas áreas econômica, social e turística. 'Há um excelente intercâmbio de ideias', disse o cubano.
O comércio entre Brasil e Cuba aumentou mais de sete vezes no período de 2003 a 2012, segundo o Ministério das Relações Exteriores. De 2010 a 2012, as exportações brasileiras para Cuba cresceram 36,9%. No ano passado, o comércio bilateral alcançou o recorde de US$ 661,6 milhões.
Edição: Beto Coura

Agencia Brasil

4 comentários:

Médicos e Peritos disse...

Hay que destruir las instituciones burguesas.

Herbert disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Herbert disse...

Engraçado: médicos brasileiros precisam de vestibular, aprovação em provas em todo o curso, especialização e horários rígidos no trabalho. Se for de Cuba, basta aportar/aterrizar e mãos à obra. Quem vai punir os médicos cubanos imperitos/imprudentes/negligentes e etc? O CFM? Mas não são registrados nos CFM/CRM? São?

"Falo, faço e arrebento. Exatamente como quem eu critiquei. Ou pior ainda".

A constituição brasileira permite isso?

Herbert disse...

A SOBERANIA NACIONAL ESTÁ AMEAÇADA. 6000 SEGUIDORES DOS CASTRO A CATEQUIZAR O POVO BRASILEIRO, EM CONTATO ÍNTIMO COM ESSE POVO...

TEMO QUE O PRÓXIMO PRESIDENTE DO BRASIL VENHA DE CUBA OU DA VENEZUELA.