quarta-feira, 17 de abril de 2013

INÉDITO: PERITO.MED REVELA AOS LEITORES O NOVO MODELO DE PERÍCIAS DO INSS

Novo Modelo de Perícias - Versão 2013
 A diferença entre o fazer sabendo e o fazendo saber e o fazendo sabendo na análise multifatorial dos eixos temáticos dos binômios saúde-doença, trabalho-saúde e saúde-saúde e a segurança omnifuncional dos segurados do INSS dentro do contexto de repactuação social e da construção de novos equipamentos sanitários e dos atores biopsicosociais dentro do contexto.

Por:
 GT (Grupo de Trabalho) da GESTÃO DA AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE LABORAL E DO NEXO CAUSAL INSSANA

Palavras-Chaves:
Perícia Médica, Holístico, Hatha Yoga, Multidisciplinar, Equipamentos Urbanos, Atores, Transcedência, meditação Qi gong, benefício automático, dinheiro para todos, Foucault, aromaterapia, paz e amor, saúde do trabalhador, meditação, nirvana, INSS, auxílio-doença, encostar na caixa, tristeza no trabalho, sindicatos, proteção social.

Justificativa:
A perícia sustentável a partir de um modelo em que a percepção holistica do segurado enquanto cidadão de direitos dialogue com um novo sentir biopsicosocial que transcenda a praxis atual esgotada e desumanizada se torna imperiosa nos dias atuais em que a multidisciplinaridade se forma em vida e alma através da expressão humana refletida no espelho da mente biopsicoantropofágica.

Acima - Ilustrações das capas dos manuais do novo modelo de perícias do INSS

Texto:
O periciado muitas vezes, não significando sempre, mas quase sempre, tem a sabedoria da faculdade da vida que o oprimido não pode expressar no modelo pericial centrado na onipotência do médico. O trabalhador tem direito de ser ouvido, fazendo valer o que é mais íntimo e inacessível de seu ser: a autopercepção da capacidade laboral. Quem não quer trabalhar? Quem se sente bem sugando os esforços dos demais trabalhadores? O que o trabalhador mais deseja é sua saúde e o trabalho diário. Quando um trabalhador chega ao extremo de se dizer incapaz quem é o perito para dizer que não?

Trazemos a nova interpretação da pericia previdenciária do INSS , com a visão pós- futurística da inserção do cidadão no contexto da decisão de demandas que o interessem diretamente. Não seria incoerente deixar de dizer , aquilo que jamais foi dito dentro do contexto da "praxis" que se apresenta. Opinam aqueles que pensam ou mesmo pensam que pensam , que o poder decisório é parte finalística do reconhecimento , mesmo que fugaz da incapacidade biopsicosocial daquele que um dia contribuiu para previdência ou impedido socialmente, deixou de fazê-lo.

A pericia deve ser permeado pelos instrumentos de liberalidade multifuncional das mais variadas vertentes , descortinando um inicio de todas as coisas que compões a afinação da interioridade da incapacidade biopsicosocial. Retiraremos dos pseudointelectual de miolo moles que hoje tratam a pericia médica como conhecimento técnico medico e ato médico a involuntariedade de reconhecer junto aos sindicatos as doenças ocupacionais ou não.

Vocacionaremos um multicolegiado com senso Único baremado pelos encontros estimulados das sociedades diferenciadas. A tolerância dos atores nos cenários periciais tem a missão profícua de dizer ou não , de forma conclusiva ou não , por escrito ou não as decisões emanadas da necessidade pecuniária que aquele que pede , pede por necessidade . Ninguém pediria apenas para gerar um numero de requerimento um pleito que não servisse para complementar a sua situação de desamparo e necessidade de conjecturas biosociais.

Hoje sabe-se que a incapacidade não é somente biológica, sendo que o individuo apesar de reunir todas as condições biológicas e psíquicas para o trabalho pode em momento atual ou futuro ter um olhar diferente que implique na incapacidade famélica.

A origem do mal é a arrogância cientifica e técnica que continua afirmando que a somatória de 2 mais 2 sempre será 4 , desconsiderando que pode haver outro olhar sobre isto.

Até que ponto é a doença que incapacita o trabalhador e não o trabalhador que incapacita a doença? Tudo é relativo e precisa de um olhar centrado na multi-variedade das cognições somáticas, longe do viés cartesiano do poder médico

A mudança do paradigma hodierno, que é puramente centrado no ego-organicismo, para outro no qual a imensa complexidade do ser humano jamais pode ser apreendida por nenhuma forma de saber, nem mesmo a multiprofissional, resgata a necessidade de uma subversão da consolidação dos conceitos epistemológicos que até então o capitalismo selvagem e seus estudiosos, incluindo alguns prêmio nobel, defendiam a ferro e fogo, no sentido de que somente o próprio indivíduo seja capaz de não apenas expressar as suas angústias mais íntimas, os empecilhos sociais que o frustram por não conseguir aceder a todo o direito de felicidade transmitido diariamente pela televisão e patrocinada pelo governo, mas também de determinar quais são as ferramentas e de que forma a sociedade deve agir, a fim de propiciar toda a satisfação dos seus desejos e a eliminação de suas frustrações, dentre elas uma das maiores, senão a maior de todas - o trabalho - que sempre é desgastante, tendo os peritos como um elemento central na obstaculização do atingimento deste fim.

Dentro da visão biopsicossocial do indivíduo inserido em nossa sociedade atual, teremos que rever conceitos e construir uma nova ordem em contraposição ao que é reconhecido e praticado no primeiro mundo. Vamos evoluir para uma perícia assistencial em que quebraremos todos os paradigmas filosóficos de que o homem é imperfeito e necessita de parâmetros e vigilância. Todos são ilibados e merecem atenção para seus males de qualquer ordem, devendo ser amparados irrestritamente. Nunca mais sequer cogitaremos em imaginar que o homem social brasileiro pode em algum momento ter interesses inconfessáveis que possam macular a distribuição equitativa de recursos do erário. Vivemos em uma sociedade perfeita em que todos se preocupam primeiro com o outro, em segundo lugar com o outro e assim sucessivamente até que em enésimo lugar, por último, nossa preocupação volta-se para o qui-quadrado do cosseno.

6 comentários:

Omar disse...

Genial! Gostaria de complementar este profícuo debate agregando (ou não) a vertente metafísica que, pelo que pude entrever em sua sucinta explanação, não foi contemplada e se constitui em princípio fundante na cosmogonia do homem Humano, traçando a sua contraposição ontológica com o homem Divino. Conhecí seu Divino, jardineiro aqui em casa, há mais de 10 anos, quando estava recém iniciando seu BI que até hoje perdura. Vejo na sofrida trajetória desse trabalhador brasileiro, a profunda injustiça de nossa sociedade tecnocrática: não foi uma nem duas vezes que esses desalmados Peritos do INSS lhe quiseram cortar o benefício! Será que não têm sensibilidade para perceber a difícil vida desse homem? Pois basta olhar para suas mãos grossas de calos para saber que é um trabalhador apegado ao serviço duro. E será que nem com isso se comovem esses tais Peritos? Pois pra quê cortar o benefício desse pobre homem? Já não bastam as dificuldades que a vida lhe impõe? Ainda tem que ter esse flagelo de Peritos? Ainda bem que tem a Justiça pra por um freio nessa maldade. Deus me livre! Esses Peritos não vão pro céu! E tenho dito. OMAR.

Omar disse...

Genial! Gostaria de complementar este profícuo debate agregando (ou não) a vertente metafísica que, pelo que pude entrever em sua sucinta explanação, não foi contemplada e se constitui em princípio fundante na cosmogonia do homem Humano, traçando a sua contraposição ontológica com o homem Divino. Conhecí seu Divino, jardineiro aqui em casa, há mais de 10 anos, quando estava recém iniciando seu BI que até hoje perdura. Vejo na sofrida trajetória desse trabalhador brasileiro, a profunda injustiça de nossa sociedade tecnocrática: não foi uma nem duas vezes que esses desalmados Peritos do INSS lhe quiseram cortar o benefício! Será que não têm sensibilidade para perceber a difícil vida desse homem? Pois basta olhar para suas mãos grossas de calos para saber que é um trabalhador apegado ao serviço duro. E será que nem com isso se comovem esses tais Peritos? Pois pra quê cortar o benefício desse pobre homem? Já não bastam as dificuldades que a vida lhe impõe? Ainda tem que ter esse flagelo de Peritos? Ainda bem que tem a Justiça pra por um freio nessa maldade. Deus me livre! Esses Peritos não vão pro céu! E tenho dito. OMAR.

Fernando disse...

"Ainda tem que ter esse flagelo de Peritos?"
Bom sou a favor do fim da perícia médica! Tenho certeza que todos os brasileiros, ou quase sua totalidade (99,99999999999%) são honestos, trabalhadores, não sonegam impostos, não furam filas, não jogam lixo no chão e MUITO menos querem ficar afastados pelo INSS mesmo tendo total capacidade para o trabalho. Como estamos numa sociedade tão evoluída como essa, para que perícia gente??????
Basta cada um fazer seu requerimento e ir recebendo o auxilio até o dia em que COM CERTEZA irá dar baixa no mesmo sem qualquer imposição! Pois somos todos trabalhadores honestos e de mãos calejadas como disse OMAR! Por fim, sou a favor (PELO MESMO PRINCIPIO) do fim da polícia administrativa e judiciária também! Porque com certeza, nós não precisamos de qualquer controle por parte do Estado. Basta estudar a "TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS".

MAURICIO disse...

Eu acho que o imposto de renda também não deve ser na fonte e nem precisa declaração.

Pô gente, somos todos adultos.

Cada um sabe quanto deve, vai lá e faz um DOC no banco e pronto.

Quem em sã consciência vai querer deixar de pagar 27% do seu salário, fora o imposto imbutido em mercadorias e serviços, por estes "maravilhosos" serviços de saúde, educação e segurança que temos.
E as estradas então ?? Só um louco não ia querer contribuir para sua manutenção .....

Iglesias disse...

Prezados,

Não podemos esquecer que a prova pericial é técnica, ou o indivíduo está capaz ou incapaz. Esta é a função dos peritos previdenciários. A questão social, se o trabalhador é "sofrido", se é "coitadinho", ou qualquer outra sinonímia pedante que ideologistas querem usar, foge a prática pericial, trata-se de uma questão social (politica muita das vezes) que não cabe ao médico perito.
Muito interessante é que estes ideologistas que tem pena dos outros, jamais o fazem do próprio bolso. Continência com o chapéu alheio é facil.

alverita viana disse...

Caros amigos sei que o perito faz seu trabalho, como já ouvi de um perito que também é funcionário e tem que cumprir ordens, e se mandarem ele plantar uma bananeira teria que plantar, mas o que vem ao caso é,leio sempre seus artigos, muitas vezes acho interessante como outras me deprime, pois passo por situações que me deixam doente, sou beneficiaria do auxilo doença a 9 anos, e já passei por varias vezes constrangimentos e humilhações, assim como também tive outros médicos que realmente me tratava como ser humano, e com isso os anos passam e as pericias acabam sendo uma tortura na vida de quem realmente precisa dela, boa parte dos peritos são muito frios, a impressão que eles passam é que sua enfermidade, seu sofrimento, é uma mentira, te olham examinam, e dizem que você não tem nada, ou parece que é como um tombo de criança da um beijinho que passa, eles falam pouco mas o seus olhares são frio, não são obrigados a acatar que o medico pedi quando levamos nossos laudos , então pra que passar com especialista e fazer tratamento, tomar remédio, se a avaliação deles é de acordo com a nossa aparência,uma vez um perito me disse que enquanto eu tiver minhas pernas eu estou boa pra trabalhar, concordo, mas se eu me trato é que eu não quero que aconteça isso, quero envelhecer com dignidade, e é por isso que cuido da minha saúde, mas certo,assim que tem que ser, e falo uma ultima coisa, a palavra pericia, deixa a gente doente dos nervos, véspera de pericia, somente a base de calmante, no dia, muito nervosismo, reflexo da frieza dos peritos.