sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

FENÔMENO A SER EXPLICADO

Número de trabalhadores afastados por motivos de saúde em SC é 48% maior que a média nacional
Uma pesquisa inédita no país revela que o número de trabalhadores afastados por motivos de saúde nas principais atividades econômicas de Santa Catarina é 48% maior do que a média nacional.

O levantamento "Perfil de Agravos à Saúde em Trabalhadores de Santa Catarina", realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Vale do Itajaí (Univali), levou três anos para ficar pronto. O professor Roberto Cruz, do Departamento de Psicologia da UFSC, diz que a pesquisa analisou o número e o tipo de benefícios previdenciários concedidos para trabalhadores com problemas de saúde entre 2005 e 2011 disponíveis na plataforma de informações da Previdência Social, a Dataprev.

11 comentários:

ELSON FARIAS disse...

qui tem mais detalhes http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2013/12/numero-de-trabalhadores-afastados-por-motivos-de-saude-em-sc-e-48-maior-que-a-media-nacional-4352685.html

ELSON FARIAS disse...

Patrocinadores:
A pesquisa foi financiada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/SC), Federação dos Trabalhadores do Comércio do Estado de Santa Catarina (FECESC), Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina(FETIESC) e Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Criciúma e Região.
http://www.prt12.mpt.mp.br/prt/noticias/2013_12/03_12.php
Fonte: Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina
Contato: (48) 32519944 / (48) 99612861
e-mail: prt12.ascom@mpt.gov.br

ELSON FARIAS disse...

Aqui o trtabalho publicado
http://www.prt12.mpt.mp.br/prt/noticias/2013_12/03_12.php
no CHROME fica navegável
http://www.trt12.jus.br/portal/areas/revista/extranet/revistatrt12/Revista%20TRT%202013-11%20pageflip/index.html

Francisco Cardoso disse...

Chama o antropólogo!

aldofranklin disse...

Isso ai é simples de resolver!
O indivíduo que estiver em beneficio ter um "grampo" da Receita Federal automático" em compra de comida em mercado, carros, imóveis e viagens! Se houver incompatibilidade entre a mesada do INSS é a curtição da vida, processo automático via PFE-INSS para pedir a devolução do $$$!

Aqui no Brasil a quantidade de malandros que estão em beneficio e trabalhando por fora é absurda!
Se bloqueia o consumo, ai já era! De que adianta ter o dinheiro se nao puder consumir?

MAURICIO disse...

Se dividir SC entre Leste e Oeste vai ver que a diferenca eh muito mais gritante. Na zona litoranea deve ser no minimo 100% maior. Eh cultural. Vem da epoca das carpideiras. Onde trabalhava havia bairros que 60% das residencias tinham parte da renda vinda do INSS em grande parte concedido judicialmente. Mesmo assim as sumidades gestoras insistem em nao enviar assistente tecnico apesar de saberem que o indice de sucesso pula de cerca de 20% para 80% com o AT. Querem o perito enxugando gelo na APS. Etoma perder acao civil e acao previdenciaria.

MAURICIO disse...

he o bolsa qualquer doencinha ou bolsa RX com alteracoes degenerativas prpprias da faixa etaria

MAURICIO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
MAURICIO disse...

Isto é a prova cabal da imbecilidade criminosa de lesa-previdência de toda esta baboseira holístico-concessiva. Quanto mais se baixa o ponto de corte da concessão mais a fila da APS aumenta. Quanto mais perícia se faz e quanto mais peritos colocarem na APS para fazer perícia mais a fila eterna aumenta. Não é por outra razão que SC é o berço da maioria das ações do MPF e da DPU para concessão de benefício sem perícia pela demora na espera da avaliação pericial. SC é o local com maior índice de benefícios concedidos. Acorda Lindolfo. O Sr. está sendo enganado ou é conivente. O trabalho científico mostra isso. O resto é delírio pseudo-esquerdista-cutista-estudantil do viajante traquinas.

ELSON FARIAS disse...

Terminei de ler o artigo publicado da pesquisa:
1. Ausencia de fonte da innformação básica sobre nº trabalhadores (ocupados, contribuintes, cobertos, emprego fornal e etc);
2. O nº de benefícios concedidos no artigo, nível Brasil, não bate com nº apresentado na públicação oficial na página da previdência.
3. Não etá claro no artigo se houve a retirada dos benefícios concedidos à mesma pessoa no período.
4. Alguns viéses não foram explicitados, de seleção principalmente, quando comparam achados locais com nacionais.
5. Como os autores não disponibilizaram email para contato no artigo, nem no Lattes, fica difícil fazer a checagem...
6. Mas tem uma boa pergunta de pesquisa que precisa ser bem estudada nacionalmente e comparando estados da federação e regiões.

Unknown disse...

Elson Farias, meu nome é Taís e sou orientanda de doutorado do professor que realizou a pesquisa, para mais informações entre em contato com ele: robertocruzdr@gmail.com