terça-feira, 19 de julho de 2011

BOCA FECHADA NAO ENTRA MOSCA



A presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Melissa Folmann, afirma que a perícia médica feita no INSS falha nos casos de depressão. "O perito avalia a aparência do segurado no momento da perícia, sem levar em conta o histórico médico", diz. Segundo Melissa, mais de 50% dos segurados com depressão recebem alta antes da hora."

EXTRAIDO DA MATERIA:

Depressão é problema em dobro no INSS

Doenças relacionadas a transtorno depressivo cresceram 18,4% e são líderes nas reclamações de auxílios cancelados.


Mais uma vez a pergunta do Francisco Cardoso se repete: "Ignoräncia ou Má-Fé?"

Desta vez advogada, Dra.Melissa Folmann, estudiosa do direito previdenciario - Presidente do IBDP - em entrevista a Jornal Sensacionalista utiliza de experiência pessoal e relatos dos seus clientes - parte prejudicada da avaliação pericial - para afirmar que os Afastamentos por Depressão cresceram, mas os peritos não reconhecem os afastamentos. A Mídia Marrom compra qualquer informação mesmo. Onde estão os números Dra Folmann?

A propósito,
É muito importante a avaliação da Aparência na patologia mental. A própria Orientação Interna 203 de 2008 (DIRETRIZES DE CONDUTA MÉDICO-PERICIAL EM TRANSTORNOS MENTAIS), que por sinal, foi redigida por Médicos Psiquiatras, ficou meses aberta a público, diz no seu seu Capítulo 3 (Exame Médico Mental), página 9:

3.1.4.1 Avaliação geral da pessoa


Para a avaliação geral da pessoa devem ser observados:
a) o aspecto como esta se apresenta,
b) as posturas e atitudes na situação geral do exame,
c) o nível de consciência.

a) Aspecto


O aspecto tem relação com a apresentação da pessoa para o momento, o dia e a hora, com a harmonia estética. Deve-se observar o modo de andar, a postura, o tipo das roupas, os adornos e a maquiagem utilizados, sua higiene pessoal, cabelos alinhados ou em desalinho. O ideal é que seja feita uma descrição precisa, de maneira que quem lê possa visualizar a aparência física da pessoa no momento do exame. A comparação das características de aparência do examinado com os indivíduos de mesma idade, profissão e condição socioeconômica é útil, assim como a obtenção de informações com familiares a respeito de mudanças em relação à aparência anterior da pessoa (personalidade prévia).
Por tanto que não há problemas em se considerar a aparência no Julgamento

12 comentários:

aldofranklin disse...

Pede pra Dra Melissa dizer então qual é a hora de dar alta ao segurado com depressão?

aldofranklin disse...

O "achismo" não tem espaço. Quando apresentar a estatística, os índices, aí sim, podemos conversar com base. So assim, podemos comparar com outros grupos populacionais e averiguar se foge do padrão.

Heltron Israel disse...

Bem, sugiro que Dra Melissa leia as tabelas de Portugal e Espanha. Ambas idealizadas por sociedade de especialidade medicas não prevêem mais de 120 dias de afastamento para depressão

matéria da record fala que 50% dos médicos sofrem de depressão. Curioso é o raro afastamento de médicos desproporcional a número gigante. Depressão realmente inapacita tanto quanto a advogada alerta?

http://noticias.r7.com/saude/noticias/um-a-cada-dois-medicos-sofre-de-depressao-diz-pesquisa-20110628.html

Rodrigo Santiago disse...

É nisto que dá alguém que sequer domina os mais elementares conceitos legais e jurídicos da área na qual é graduada e estudiosa(vide abaixo trecho de sua aula)ainda vir se arvorar a se mostrar entendida em medicina, ciência, perícia e psiquiatria.

Tenha dó!

Esta aqui foi demais em sua "aula": "Para ter direito ao auxílio-doença, a incapacidade tem que ser ANTERIOR à entrada no sistema."

Acho que primeiro tem que dominar a legislação previdenciária e o Direito para depois vir tentar a sorte e os palpites sobre medicina e perícia médica.

Unknown disse...

Tenho depressão recorrente,e transtorno obsessivo compulsivo.tenho direito a o auxílio doença?

vera colombo disse...

Tenho depressão suicida fui internada como louca perdi a vontade de viver nem banho mais eu tomo já tentei matar meu esposo e filho e depois me matar não sei mais o que é dormi vivo apenas com remédios fortes não saio mais de casa perdi o entereço por tudo e ainda vem dizer que estou abita para o serviço pelo amor de deus

vera colombo disse...

Tenho depressão suicida já tentei matar marido e filho já fui internada no hospital pisqueatro como louca perdi o sentido da vida fico trancada no no meu quarto dias e noite ate banho ficou difícil pra mim tomo remédios forte e ainda os peritos do inss vem me dizer que eu estou. Abita para o serviço pelo amor de deus

Rafael RF disse...

Para tal incapacidade,vc está um tanto quanto apta para relatar c precisão seus atos,nao?!!

Rafael RF disse...

Para tal incapacidade, até que vc está bem apta para relatar com precisão os sintomas,nao?!!

Rafael RF disse...

Para tal incapacidade,vc está um tanto quanto apta para relatar c precisão seus atos,nao?!!

Rafael RF disse...

Para tal incapacidade,vc está um tanto quanto apta para relatar c precisão seus atos,nao?!! Certos casos não dão direto pois não há alienação mental, a depressão por si só não caracteriza nenhum benefício,e necessário outros fatores associado a ela que atestem alienação mental e/ou por tempo provisório algum auxílio, mas há de se fazer tratamentos periódicos, bem como fz avaliações médicas e periciais frequentemente.

Humanismo Secular APOCALIPSE disse...

Helton, não entendi du crítica contra a dra. De fato, afastamentos por depressão seguem aumentando no Mundo Todo. Mesmo assim, ela admite que os peritos não fazem uma boa avaliação. A avaliação engloba tudo o que for possível. Histórico de afastamento, motivos da depressão, internações prévias, estado do paciente no momento da perícia. Vestuário, comportamento etc.
Entendi que ela quis dizer que muitos vão apenas pela aparência. Não investigam muito. Pq examinar mesmo, qse não há condições. Depressão é muito cíclica. Faz 8 anos que vou a perícias. As vezes recebo benefício, as vezes não. Na data da perícia, as vezes estou péssimo, as vezes estou super bem.
Se avaliassem somente as roupas, seria ótimo. Qualquer um receberia o benefício. Ela apenas dru um exemplo de como um perito ruim possa agir. Ignorar a anamnese completa e talvez nrgat benefício pq a pessoa está se vestindo apropriadamente. O que não é sinal de gravidade da doença. Pode ser um quesito a ser observado.
Enfim, os afastamentos aumentariam e pnqie ela quis dizer é que deveriam ter ainda mais afadtamentos. Se um perito mal-intencionado indefere o benéfico que seria justo, como saber estatísticas de quantas injustiças são feitas se ele relatará que o periciafo tem condições de trabalhar..

Doenças como depressão pubqq outro que não seja possível provar que esteja incapaz pata trabalhar, deveriam ter outra burocratização. O perito em hipótese alguma tem como confirmar meu diagnóstico de Depressão Bipolar e se consigo trabalhar ou não. É ridículo. Deveriam, por exemplo, deferir todos pedidos. Para evitar fraudes, verificar os médicos que encaminham os pacientes ao INSS...