sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Entregue ao Lixo e ao Descaso
Rachaduras, entulho e lixo em prédio do INSS levam à suspensão nos serviços
11:31- 19/04/1012
Os servidores da agência Ary Pitombo, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), suspenderam o atendimento nesta quinta-feira (19), para cobrar uma reforma imediata do prédio, que apresenta infiltrações, rachaduras e cujas salas viraram depósitos de lixo. Os funcionários afirmam que a cada 15 dias vão cruzar os braços até que a direção do órgão em Alagoas anuncie o início das obras.
Diretores do Sindicato dos Servidores da Previdência (Sindprev) levaram a reportagem do Tudo na Hora para conhecer a estrutura da agência Ary Pitombo. Segundo o diretor do Sindprev, Ronaldo Alcântara, nos próximos dias o sindicato irá apresentar ao Ministério Público Federal um laudo da Defesa Civil que considera um risco à saúde dos trabalhadores e segurados permanecer no prédio da agência Ary Pitombo.
Os problemas no prédio que recebe cerca de 1 mil segurados e beneficiários por dia começam logo no primeiro andar, onde existem apenas dois banheiros para atender a todos os usuários. No destinado a deficientes físicos, a barra de apoio está repleta de ferrugem.
Na parte da cozinha, há infiltrações, lixo e uma rachadura na parede e no piso que preocupa os servidores. "Trabalho aqui há 27 anos e o abandono chegou ao limite. Temos receio que esse prédio desabe, já que apresenta rachaduras e várias infiltrações. Está perigoso trabalhar e receber a população aqui", afirmou a servidora e diretora do sindicato, Andréia Malta.
No primeiro andar, apenas algumas salas são utilizadas para atendimento. As demais estão abandonadas e viraram depósitos de entulhos. No segundo andar, a situação é ainda pior: salas com lixo e banheiros sem a menor condição de uso. O terceiro e quarto andar estão vazios. "É difícil entender como o INSS, uma autarquia federal, deixa um prédio central chegar a uma situação como essa", lamentou a servidora.
Outra situação grave está na escada de emergência, que está coberta de ferrugem.
"Vamos continuar com o calendário de paralisações até que tenhamos uma resposta positiva. É preciso que o atendimento seja transferido temporariamente para outro prédio, enquanto ele passa por uma reforma", disse Ronaldo Alcântara.
Desde o dia 22 de março, o Edifício Pamares, onde funcionavam órgãos federais em Alagoas, está interditado e os serviços suspensos. Em um primeiro momento, chegou-se a ventilar a possibilidade de os serviços serem transferidos para os andares desativados do prédio onde funciona a agência Ary Pitombo, mas a transferência não foi concretizada.
http://tudonahora.uol.com.br/noticia/maceio/2012/04/19/183713/rachaduras-entulho-e-lixo-no-inss-levam-a-suspensao-nos-servicos
11:31- 19/04/1012
Os servidores da agência Ary Pitombo, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), suspenderam o atendimento nesta quinta-feira (19), para cobrar uma reforma imediata do prédio, que apresenta infiltrações, rachaduras e cujas salas viraram depósitos de lixo. Os funcionários afirmam que a cada 15 dias vão cruzar os braços até que a direção do órgão em Alagoas anuncie o início das obras.
Diretores do Sindicato dos Servidores da Previdência (Sindprev) levaram a reportagem do Tudo na Hora para conhecer a estrutura da agência Ary Pitombo. Segundo o diretor do Sindprev, Ronaldo Alcântara, nos próximos dias o sindicato irá apresentar ao Ministério Público Federal um laudo da Defesa Civil que considera um risco à saúde dos trabalhadores e segurados permanecer no prédio da agência Ary Pitombo.
Os problemas no prédio que recebe cerca de 1 mil segurados e beneficiários por dia começam logo no primeiro andar, onde existem apenas dois banheiros para atender a todos os usuários. No destinado a deficientes físicos, a barra de apoio está repleta de ferrugem.
Na parte da cozinha, há infiltrações, lixo e uma rachadura na parede e no piso que preocupa os servidores. "Trabalho aqui há 27 anos e o abandono chegou ao limite. Temos receio que esse prédio desabe, já que apresenta rachaduras e várias infiltrações. Está perigoso trabalhar e receber a população aqui", afirmou a servidora e diretora do sindicato, Andréia Malta.
No primeiro andar, apenas algumas salas são utilizadas para atendimento. As demais estão abandonadas e viraram depósitos de entulhos. No segundo andar, a situação é ainda pior: salas com lixo e banheiros sem a menor condição de uso. O terceiro e quarto andar estão vazios. "É difícil entender como o INSS, uma autarquia federal, deixa um prédio central chegar a uma situação como essa", lamentou a servidora.
Outra situação grave está na escada de emergência, que está coberta de ferrugem.
"Vamos continuar com o calendário de paralisações até que tenhamos uma resposta positiva. É preciso que o atendimento seja transferido temporariamente para outro prédio, enquanto ele passa por uma reforma", disse Ronaldo Alcântara.
Desde o dia 22 de março, o Edifício Pamares, onde funcionavam órgãos federais em Alagoas, está interditado e os serviços suspensos. Em um primeiro momento, chegou-se a ventilar a possibilidade de os serviços serem transferidos para os andares desativados do prédio onde funciona a agência Ary Pitombo, mas a transferência não foi concretizada.
http://tudonahora.uol.com.br/noticia/maceio/2012/04/19/183713/rachaduras-entulho-e-lixo-no-inss-levam-a-suspensao-nos-servicos
quinta-feira, 19 de abril de 2012
E AI, MPF? VÃO INVESTIGAR A DENÚNCIA ABAIXO OU SÓ INTERESSA QUANDO É PARA ATACAR PERITOS?
Queria sinceramente saber se o MPF (e o MPT) vão tomar alguma atitude contra o descalabro em que se encontra o INSS em Camocim ou se só se mexem da cadeira quando perito retém, por força de lei, atestado original de segurado ou quando algum cidadão com extensa ficha corrida os procura dizendo que teve o pedido de benefício negado...
Cadê a procuradora discursando contra o governo? Não tem segurado pobre que já viajou 3 vezes e não pode ser atendido? Onde estão os direitos difusos e coletivos??? Ou será que a culpa é do perito que não quer trabalhar respirando pó de brita, cheirando resina e tonner e ouvindo britadeira no cangote?
Queria saber se o Ministério do Trabalho e a Fundacentro estão acompanhando o caso, ou só se interessam quando uma pessoa os procura dizendo que tem lombalgia eterna e que o perito "cortou o benefício".
E a Corregedoria do INSS, vai investigar possível improbidade do gerente ou só se manifestam quando é para perseguir peritos que se recusam a trabalhar de forma descompromissada e sem qualidade?
Novamente, quem ganha com o caos no INSS? Quem responde por isso? Onde está o Ministério Público nessas horas...
Cadê a procuradora discursando contra o governo? Não tem segurado pobre que já viajou 3 vezes e não pode ser atendido? Onde estão os direitos difusos e coletivos??? Ou será que a culpa é do perito que não quer trabalhar respirando pó de brita, cheirando resina e tonner e ouvindo britadeira no cangote?
Queria saber se o Ministério do Trabalho e a Fundacentro estão acompanhando o caso, ou só se interessam quando uma pessoa os procura dizendo que tem lombalgia eterna e que o perito "cortou o benefício".
E a Corregedoria do INSS, vai investigar possível improbidade do gerente ou só se manifestam quando é para perseguir peritos que se recusam a trabalhar de forma descompromissada e sem qualidade?
Novamente, quem ganha com o caos no INSS? Quem responde por isso? Onde está o Ministério Público nessas horas...
Denuncia - DESCASO! INSS DE CAMOCIM FUNCIONA SOB CONDIÇÕES INSALUBRES
PERITOS PARAM EM PROTESTO
GERÊNCIA REGIONAL SE RECUSA A ALUGAR OUTRO IMÓVEL E PODE IR PARAR DE FAVOR NA PREFEITURA DE CAMOCIM
Desde o último dia 20 de março que o prédio da Agência do INSS vem passando por uma reforma. A obra, orçada em quase R$ 2 milhões de reais, vem sendo executada sem a devida evacuação dos funcionários, como denunciou o Camocim Online em matéria postada no dia 27 de março (AQUI). Apesar da denúncia, nada foi feito pela gerência de Sobral, responsável pela unidade de Camocim quando o assunto é dessa natureza. Mas houve sim uma mudança: a situação piorou.
Hoje (19) cedo fomos até a Agência e constatamos a presença de usuários, entre idosos e mulheres, aguardando o atendimento na garagem do prédio, tendo à disposição apenas dois servidores: um instalado de forma precária em uma mesa na entrada principal, e o outro atendendo dentro de uma unidade móvel do órgão, enfrentando, ele e usuário, um calor infernal. E tudo isso sem banheiro disponível para as dezenas de pessoas que ali comparecem, vindas de várias parte da zona norte. Já para os funcionários, os banheiros até existem, mas sem o mínimo de condições de uso, chegando ao ponto de faltar água no destinado às mulheres. Já na parte interna do prédio, o barulho é ensurdecedor, o cheiro de produtos químicos é inebriante e altamente tóxico, ao ponto dos peritos terem simplesmente suspendido os atendimentos, sendo que isso não está sendo informado ao usuário quando ele faz o agendamento pelo fone 135. "Já é a terceira vez que venho de Bitupitá pra cá, tendo despesa, em busca de fazer uma perícia. Sempre agendo antes e quando chego, acontece isso. Me sinto humilhado", disse um usuário que estava no local.
O atendimento improvisado conta ainda com a falta de segurança, pois todos estão praticamente na calçada do prédio, à mercê de vândalos e de alguma coisa cair do alto, pois a reforma não para um só segundo, e a área não está isolada como reza a lei. Dizem até que se houver um acidente, o irônico, para não dizer trágico, é que a vítima seria atingida exatamente no órgão em que ele precisará passar pela perícia. Para completar o caos, o número de vigilantes teria sido reduzido de 3 para 1 apenas. Mas agora vem o absurdo maior:
Segundo informações obtidas pelo blog, o INSS tem verba para locar imóveis em caso de reforma de uma de suas sedes. Em Camocim, ficamos sabendo, bem antes dessa reforma, que dois imóveis já estavam certos para isso. O primeiro, onde funcionou até pouco tempo a Receita Federal, ficaria com os arquivos do órgão, e o segundo, para o atendimento ao público, funcionaria na residência de um ex-vereador da cidade. Tudo estava praticamente acertado entre as partes, mas algo mudou a rota da coisa e para espanto geral, fomos informados que representantes do órgão acertaram a cessão temporária por parte da Prefeitura de Camocim, do Galpão da Estação, onde geralmente ocorrem eventos. O local já estaria sendo preparado com a colocação de divisórias, e tudo estaria pronto para receber o INSS em até um mês. Acontece que nenhum funcionário, incluindo os médicos peritos aceitam a ida para tal local, pois o mesmo não dispõe do mínimo de estrutura física para atendimento, e muito menos para perícias. E pior: nem mesmo banheiros próprios eles teriam, pois os da Prefeitura, além de serem usados por seus servidores, recebem o público em geral.
Enquanto isso, a realidade é essa que você pode comprovar na foto da matéria e em outras (AQUI) que tiramos hoje pela manhã. A pergunta que fica é a seguinte: por que não alugaram os imóveis antes do início da tal reforma e que história é mesmo essa desse acerto com a prefeitura de instalar o INSS em um galpão? sobra silêncio, descaso e desrespeito ao usuário. Acredita-se que o Ministério Público de Camocim possa ter a sensibilidade de sentir que foi provocado diante de uma denúncia farta de fatos e fotos, pois é de conhecimento de todos que várias publicações na imprensa já serviram de base para que a justiça entre em ação. Do contrário, que Deus tome de conta mais uma vez de mais essa mazela em Camocim.
http://www.camocimonline.com/2012/04/descaso-inss-de-camocim-funciona-sob.html?m=1#comment-f
orm
quarta-feira, 18 de abril de 2012
R$ 12 BILHÕES POR ANO - ESSE É O CUSTO "GABAS-HAUSCHILD" - O CUSTO DA INEFICIÊNCIA NA GESTÃO DO AUXÍLIO-DOENÇA.
No INSS, os procuradores nomeiam entre si quem será o que em cada gerência. Os auditores nomeiam entre si quem será o que em cada gerência. Ou seja, possuem hierarquia completa e independente, pois são profissões distintas dentro da casa, com carreira própria. Os médicos peritos também são carreira própria, profissão distinta e inclusive tem mais tempo de estudo e mestrado/doutorado que os auditores e procuradores.
Mas no INSS, por motivos políticos e ranço institucional, os peritos médicos não possuem hierarquia própria. São comandados por administrativos, muitos sequer com terceiro grau completo. Óbvio que não podia dar certo.
Potencializado pelo fato de que 70% da demanda nacional do INSS hoje é auxílio-doença, os gestores administrativos não abrem mão desse "comando" e insistem em querer forçar e manipular os médicos a seguirem ditames de produtividade e resultados que são completamente incompatíveis com a atividade médica e pericial.
O resultado disso tem sido uma verdadeira guerra nos últimos anos, onde por um lado INSS pressiona por resultados sem dar nenhuma estrutura e joga a culpa de sua ineficiência gerencial nos médicos e por outro lado os médicos não aceitam a interferência administrativa em seu trabalho e acabaram indo à justiça para ter seu direito à autonomia e ética respeitados. Na batalha da Justiça os médicos ganharam, na batalha da mídia o INSS vem ganhando, com a ajuda dos carniceiros da imprensa.
Porém as sequelas dessa guerra incluem congelamento salarial com perdas acumuladas de 36% desde 2008, perda de produtividade e esvaziamento dos quadros periciais que, associado a desmandos administrativos como marcações infinitas de perícias para o mesmo cidadão, permissão de múltiplos agendamentos em mesmo período temporal pelo mesmo cidadão e uso inadequado dos quadros médicos disponíveis, geraram filas de espera para passar em perícia que chegam a quase 4 meses em várias capitais e grandes centros.
A sociedade organizada cobrou e o MPF conseguiu em vários locais ações vitoriosas obrigando o INSS a pagar ao segurado que já esteja em benefício até que ele possa ser revisto em perícia. O MPF queria também que o INSS pagasse o cidadão independente de perícia até que a primeira fosse feita mas isso por enquanto ainda não conseguiram.
O INSS então criou a DCA, "data de cessação administrativa", que na prática mantem o segurado recebendo o benefício por incapacidade mesmo após a DCB (data de cessação do benefício) imposta pelo perito até que o cidadão que pediu prorrogação (PP) consiga ser reavaliado.
Como devido aos fatos elencados acima o INSS não consegue reduzir o tempo de espera da fila, ficou refém de sua incompetência e do DCA. Muita gente se aproveita disso e consegue mais um tempo de descanso remunerado, indevidamente, como vemos nos milhares de PP encerrados todos os dias.
Há meses este BLOG pede ao INSS quais são os custos financeiros dessa medida administrativa aos cofres públicos porém ninguém se digna a responder. Não sai nas estatísticas oficiais.
Mas a publicação das estatísticas oficiais de janeiro e fevereiro de 2012 dão uma pista de onde está essa torneira aberta e o tamanho do ralo por onde escoa essa grana e o rombo que causa ao INSS todo mês.
Segundo a publicação oficial, o custo do auxílio-doença aumentou em 3 bilhões no comparativo mensal de 2011 e 2012 (janeiro) associado a queda de 20% no número de perícias realizadas no mesmo período.
Ora, como se diminui o número de perícias em 20% com aumento de custo de pagamentos de 03 bilhões? Fácil deduzir que a queda do número de perícias está associada a queda do número de peritos nos quadros (esvaziômetro) causada pela política anti-pericial feita pela Gestão do INSS e que esses segurados que estão sem fazer perícia continuam recebendo graças à política do DCA, ou seja, aumentou custo mesmo com redução do número de concessões. Os 3 bilhões inteiros não devem ser só do auxílio-doença, pois existem outros benefícios, mas jogando no peso a proporção do B31 em relação ao resto, ao menos 1 bilhão mensal de aumento de custo não encontra explicação na queda das perícias. Tem gente recebendo sem ser periciada = DCA.
01 bilhão de reais por mês, esse é o custo da incompetência do INSS em gerir a perícia médica. 12 bilhões de reais por ano.
Se existe o custo "Brasil", aqui no INSS teríamos o custo "Gabas" ou o custo "Hauschild"?
A solução para esse drama envolve necessariamente:
- Aumentar o salário dos quadros periciais equiparando-os aos de auditores e promotores, inclusive remunerando por subsídio.
- Reconstruir a hierarquia médica dentro do INSS ou então através de um órgão externo como a Perícia Médica da União, deixando os próprios médicos gerenciarem a sua atividade e serem cobrados disso diretamente.
- Remodelamento da gestão com fim de interferências políticas e partidárias na condução do INSS e organização de fluxo de atendimento que impeça o retrabalho e as remarcações infinitas e concomitantes.
- Fim da interferência administrativa no trabalho médico.
- Criar uma infra-estrutura mínima para trabalho médico, criando locais específicos de atendimento médico separado do atendimento administrativo inclusive com fluxos de lixo biológico, fluxo de duto de ar diferenciado e demais itens preconizados.
- Acabar com a ilusão de ter um perito em cada esquina. O INSS não tem dinheiro para bancar uma estrutura médica em cada APS e o que consegue hoje é atendimento precário e ineficiente.
- Centralizar atendimento e criar estrutura para atendimentos volantes regionalizados que supra a demanda das periferias mais distantes sem onerar a União e o cidadão.
- Centralização das decisões técnicas-operacionais sobre a perícia médica nas mãos dos peritos e não de leigos que em muitos casos sequer possuem segundo grau completo.
Lembrando que apenas 8% do "Custo Hauschild-Gabas" pagaria salários de auditores a todos os peritos.
Quem que ganha com o caos no INSS?
CUT se desespera com a Proposta da Tabela de Tempo Estimado de Incapacidade
Trabalhadores reivindicam do INSS reabertura de discussão sobre alta programada
18/04/2012
Para Centrais, é necessário a suspensão da consulta pública para um debate mais qualificado
Escrito por:
O INSS submeteu a consulta pública instrumento denominado “Tempo Estimado para Recuperação de Capacidade Funcional baseado em Evidências”. Trata-se de tabela para ser utilizada pelo perito do INSS quando vai conceder um benefício por incapacidade (Auxílio Doença) para estabelecer de forma automática o tempo necessário para recuperação e consequente cessação do benefício sem necessidade de nova perícia de acordo com a Classificação Internacional de Doenças versão 10, CID-10.
Na verdade trata-se da tentativa de legitimar um procedimento adotado desde agosto de 2005 conhecido como “alta programada” ou Cobertura Previdenciária Estimada – COPES. Esse programa implantado de maneira autoritária, sem consulta ao Conselho Nacional de Previdência Social, órgão deliberativo de controle social, foi amplamente rechaçado pelo movimento sindical, por causar graves prejuízos aos trabalhadores/as que passaram a ser obrigados a retornar ao trabalho, na maioria das vezes, sem estar devidamente recuperado, tendo suspensão do benefício e sem poder receber salário da empresa, pois o médico da empresa o considera inapto no exame de retorno.
O sistema de alta programada trouxe tantos transtornos aos trabalhadores/as, que foi alvo de ação civil pública – ACP Nº 2005.33.00.020219-8, com decisão da justiça federal, que obrigou o INSS a manter o pagamento dos benefícios aos segurados até que se esgotem os recursos de pedido de reconsideração. Apesar disso os trabalhadores/as continuam tendo seus direitos desrespeitados.
Ao tentar legitimar a tabela de “Tempo Estimado para Recuperação de Capacidade Funcional baseado em Evidências”, o INSS incorre em vários erros:
1. Cria um instrumento através de um grupo de trabalho instituído pela diretoria de Saúde do Trabalhador, sem a participação de instituições especializadas, Conselho Federal de Medicina, Comissões Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST/CNS, entre outros...;
2. Não submete a proposta ao Conselho Nacional de Previdência Social - CNPS para que seja avaliada;
3. Relaciona numa tabela diversos tipos de doenças, definindo tempo de afastamento sem considerar, estudos científicos sobre o assunto, processos e organização do trabalho, inclusive doenças da modernidade, muitas delas relacionados aos transtornos mentais que tem aumentado nos últimos anos;
4. Joga para um sistema informatizado a decisão do afastamento do “Tempo Estimado para Recuperação de Capacidade Funcional baseado em Evidências”, retirando do médico perito a responsabilidade por uma avaliação criteriosa, que possibilite um tempo maior de afastamento e recuperação do segurado quando necessário;
5. Não há na proposta nada que mencione a relação do tempo de afastamento, com um projeto de reabilitação física e profissional; 6. Desrespeita a 3ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador que aprovou resolução exigindo a suspensão imediata do Programa Data Certa/COPES, agora sendo retomada com outro formato.
7. Enfim, uma consulta pública que carece de amplo estudo de especialistas e a participação dos representantes dos trabalhadores e uma explicação pedagógica que dê transparência aos objetivos de proposta que vai afetar diretamente os trabalhadores e trabalhadoras.
Portanto, a CUT, NCST, UGT e Força sindical, preocupados com a nova investida do INSS, protocolou na última reunião da Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho realizada no dia 13/04/12 documento, reivindicando a suspensão da consulta pública e a reabertura do debate sobre a sistemática da COPES.
Veja neste link cópia da correspondência
PÉ DE PATO MANGALÔ TRÊS VEZES!
Anúncio encontrado em revista semanal sobre novelas, famosos e outros assuntos difusos e coletivos nessa semana em São Paulo:
"Centro de Alta Magia XXXXXXXXXXXXX Realizamos trabalhos para problemas no amor, casamento, amarração, saúde,trabalho, dívida, INSS, auxílio-doença, casos de separação, divórcios, namoros e romance. Trabalhos espirituais que ajudam a resolver seus problemas, a verdadeira força que tem resultado garantido em pouco tempo. Ligue XXXX-XXXX"
Só no Brasil mesmo...
Estado de Minas - Sobre Erros Médicos
Erros médicos em Minas superam Rio e São Paulo
Taxa de internações no SUS por erros de profissionais é maior que a de Rio e SP. Técnica em enfermagem que deu ácido a criança pensou que substância fosse "genérico" de sedativo
Mateus Parreiras
Publicação: 18/04/2012 06:00 Atualização: 18/04/2012 06:48
O caso do menino de dois anos que foi parar na Unidade de terapia intensiva (UTI) depois de ter recebido no hospital ácido em vez de medicamento e o do bebê que recebeu leite na veia no lugar de soro, na semana passada, não são acontecimentos isolados em Minas Gerais. O estado é um dos que mais têm registros de complicações na assistência à saúde e erros médicos que culminam em internações e mortes, segundo registros dos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). No ano passado, de acordo com dados do SUS, foram 228 pessoas internadas por esse tipo de falha. Na comparação com estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, Minas Gerais tem proporcionalmente mais registros de imperícia. A taxa de erros mineira é de 1,16 casos por 100 mil habitantes. A quantidade é 3,4 vezes superior à fluminense, de 0,34 por 100 mil habitantes; 2,3 vezes maior que a de São Paulo, de 0,5 por 100 mil, e 1,5 vez mais elevada do que as taxas do Distrito Federal e da Bahia, que chegam a 0,8 internações por 100 mil habitantes.
O levantamento do SUS, que cobre todo o ano de 2011, considera como complicações da assistência à saúde os objetos estranhos deixados no corpo de um paciente, hemorragias durante cuidados cirúrgicos, falta de assepsia de instrumentos e instalações, medicamentos contaminados, erros de dosagem entre outros. A responsabilidade, no entanto, não recai apenas sobre médicos, uma vez que esses são procedimentos podem ser realizados também por enfermeiros e técnicos em enfermagem.
Pelo menos oito pessoas morreram em estabelecimentos do SUS em Minas Gerais no último ano devido a falhas na assistência médica e hospitalar. Número que também é superior ao registrado em São Paulo, onde houve quatro óbitos, e aos do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, onde foram registrados apenas um caso. A Bahia não tem ainda os números do ano passado sobre mortes por erros na assistência de saúde.
Para o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), João Batista Gomes Soares, parte da culpa pelas infecções e repercussões negativas de cirurgias e tratamentos vêm da falta de condições de hospitais, tanto públicos quanto particulares. “Às vezes o médico se submete a uma condição ruim para cumprir sua missão de salvar vidas, contra todos os problemas. Quando os médicos pararem de atender é que o negócio vai complicar”, alerta.
Os números parecem ruins, mas representam uma melhora de 4% em relação ao ano anterior. De acordo com o SUS, em 2010, foram 238 internações de pessoas que precisaram ser socorridas depois de terem passado por atendimento em instituição de saúde. Porém, o índice do ano passado representa salto de 93% se tomados por base os 118 registros de 2009.
Ao analisar os dados do SUS o presidente do CRM-MG afirma que grande parte das ocorrências são infecções hospitalares. “A responsabilidade do médico é sobre os procedimentos que ele executa. Instrumentação, aplicação de medicamento errado, vedação da área de trabalho para conter contaminação, tudo isso compete à instituição e aos enfermeiros e técnicos de enfermagem”, afirma. “Toda vez que ocorre um erro médico, nós somos notificados. Como não tomamos conhecimento desses casos, certamente não nos competem”, salienta.
A reportagem procurou o Conselho Regional de Enfermagem para comentar os números, mas o órgão informou que só presta informações à imprensa até o meio-dia, período que funciona sua assessoria de comunicação.
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/04/18/interna_gerais,289437/erros-medicos-em-minas-superam-rio-e-sao-paulo.shtml
Taxa de internações no SUS por erros de profissionais é maior que a de Rio e SP. Técnica em enfermagem que deu ácido a criança pensou que substância fosse "genérico" de sedativo
Mateus Parreiras
Publicação: 18/04/2012 06:00 Atualização: 18/04/2012 06:48
O caso do menino de dois anos que foi parar na Unidade de terapia intensiva (UTI) depois de ter recebido no hospital ácido em vez de medicamento e o do bebê que recebeu leite na veia no lugar de soro, na semana passada, não são acontecimentos isolados em Minas Gerais. O estado é um dos que mais têm registros de complicações na assistência à saúde e erros médicos que culminam em internações e mortes, segundo registros dos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). No ano passado, de acordo com dados do SUS, foram 228 pessoas internadas por esse tipo de falha. Na comparação com estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, Minas Gerais tem proporcionalmente mais registros de imperícia. A taxa de erros mineira é de 1,16 casos por 100 mil habitantes. A quantidade é 3,4 vezes superior à fluminense, de 0,34 por 100 mil habitantes; 2,3 vezes maior que a de São Paulo, de 0,5 por 100 mil, e 1,5 vez mais elevada do que as taxas do Distrito Federal e da Bahia, que chegam a 0,8 internações por 100 mil habitantes.
O levantamento do SUS, que cobre todo o ano de 2011, considera como complicações da assistência à saúde os objetos estranhos deixados no corpo de um paciente, hemorragias durante cuidados cirúrgicos, falta de assepsia de instrumentos e instalações, medicamentos contaminados, erros de dosagem entre outros. A responsabilidade, no entanto, não recai apenas sobre médicos, uma vez que esses são procedimentos podem ser realizados também por enfermeiros e técnicos em enfermagem.
Pelo menos oito pessoas morreram em estabelecimentos do SUS em Minas Gerais no último ano devido a falhas na assistência médica e hospitalar. Número que também é superior ao registrado em São Paulo, onde houve quatro óbitos, e aos do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, onde foram registrados apenas um caso. A Bahia não tem ainda os números do ano passado sobre mortes por erros na assistência de saúde.
Para o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), João Batista Gomes Soares, parte da culpa pelas infecções e repercussões negativas de cirurgias e tratamentos vêm da falta de condições de hospitais, tanto públicos quanto particulares. “Às vezes o médico se submete a uma condição ruim para cumprir sua missão de salvar vidas, contra todos os problemas. Quando os médicos pararem de atender é que o negócio vai complicar”, alerta.
Os números parecem ruins, mas representam uma melhora de 4% em relação ao ano anterior. De acordo com o SUS, em 2010, foram 238 internações de pessoas que precisaram ser socorridas depois de terem passado por atendimento em instituição de saúde. Porém, o índice do ano passado representa salto de 93% se tomados por base os 118 registros de 2009.
Ao analisar os dados do SUS o presidente do CRM-MG afirma que grande parte das ocorrências são infecções hospitalares. “A responsabilidade do médico é sobre os procedimentos que ele executa. Instrumentação, aplicação de medicamento errado, vedação da área de trabalho para conter contaminação, tudo isso compete à instituição e aos enfermeiros e técnicos de enfermagem”, afirma. “Toda vez que ocorre um erro médico, nós somos notificados. Como não tomamos conhecimento desses casos, certamente não nos competem”, salienta.
A reportagem procurou o Conselho Regional de Enfermagem para comentar os números, mas o órgão informou que só presta informações à imprensa até o meio-dia, período que funciona sua assessoria de comunicação.
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/04/18/interna_gerais,289437/erros-medicos-em-minas-superam-rio-e-sao-paulo.shtml
terça-feira, 17 de abril de 2012
NOTÍCIAS G1 - Crescimento de Auxílio Doença
17/04/2012 16h27 - Atualizado em 17/04/2012 16h27
Procura por auxílio doença cresce 60% entre dependentes químicos
Na região de Rio Preto (SP), foram concedidos 784 benefícios em 2011.
Para especialistas, a dependência química é considerada uma doença
http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2012/04/procura-por-auxilio-doenca-cresce-60-entre-dependentes-quimicos.html
Procura por auxílio doença cresce 60% entre dependentes químicos
Na região de Rio Preto (SP), foram concedidos 784 benefícios em 2011.
Para especialistas, a dependência química é considerada uma doença
http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2012/04/procura-por-auxilio-doenca-cresce-60-entre-dependentes-quimicos.html
Notícias G1
17/04/2012 19h55 - Atualizado em 17/04/2012 19h55
MPF recomenda que INSS de Patos de Minas, MG, não retenha exames
Retenção é feita porque segurados marcam diferentes horários.
'É dever do INSS fazer o controle, porém, de outra forma', diz procurador.
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à agência da Previdência Social em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, que não retenha exames, laudos e atestados médicos originais apresentados pelos segurados que buscam benefício por incapacidade junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A recomendação foi feita depois de reclamações de que os médicos peritos estavam retendo os laudos apresentados pelos segurados e não os devolviam nem mesmo por meio de cópia. O G1 entrou em contato com a agência do INSS na cidade do Alto Paranaíba, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.
De acordo com o procurador da República no município, Onésio Soares Amaral, os documentos pertencem aos segurados e não devem ficar retidos. Onésio explicou que a retenção é feita porque as pessoas que buscam o benefício, para ter agilidade na resposta ou para tentar um prazo maior de seguro, agendam horários em diferentes agências e com diferentes peritos. “Isso acaba gerando ônus, porém, é dever do INSS tentar resolver o problema de outra forma, seja por sistema eletrônico interligado que acuse a primeira visita do segurado, ou por controle manual”, disse.
Ainda de acordo com o MPF, em caso de ser imprescindível que os documentos fiquem retidos para verificação e análise, a recomendação é de que seja expedido um termo de retenção para ser entregue ao segurado. No entanto, a documentação original deverá ser devolvida ao titular no prazo máximo de cinco dias.
O procurador afirmou que a agência da Previdência Social tem prazo de 20 dias para informar o acatamento da recomendação. “Vamos esperar para saber qual o posicionamento deles e quanto tempo eles vão levar para cumprir a recomendação”, disse.
Homologado Concurso do INSS
EDITAIS DE 16 DE ABRIL DE 2012
HOMOLOGAÇÃO DE RESULTADO DO CONCURSO PÚBLICO
O Presidente do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS,
tendo em vista a realização do Concurso Público para provimento de
cargos de Perito Médico Previdenciário e Técnico do Seguro Social,
nos termos do Edital nº 01/2011 de Abertura de Inscrição, observados
os termos contratuais celebrados com a Fundação Carlos Chagas,
resolve:
Homologar o Resultado Final do Concurso considerando a
Lista de Resultado Final publicada no Diário Oficial da União, edição
de 27/03/2012 e retificações posteriores.
RETIFICAÇÃO DO RESULTADO FINAL
AO CARGO DE TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL DO
CONCURSO PÚBLICO DO INSS
O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO
SOCIAL - INSS, em cumprimento de decisão liminar exarada
no processo nº 0001900-33.2012.4.05.8500 da 2º Vara Federal de
Sergipe, resolve:
I RETIFICAR O EDITAL DE DIVULGAÇÃO DO RESULTADO
FINAL, publicado no D.O.U. de 27 de março de 2012, do
cargo de Técnico do Seguro Social, referente à listagem de candidatos
com deficiência habilitados para a Agência da Previdência Social -
APS de Neópolis/SE para incluir o candidato sub judice ROMÁRIO
ALVES DE FARIAS. Em consequência, a ordem de classificação dos
candidatos habilitados para a referida APS passa a ser a seguinte:
Agência da Previdência Social: APS NEÓPOLIS
NÚMERO, NOME, DOCUMENTO, NOTA, CLASS_DEF;
039995e, SAULO VIEIRA TOSCANO DE BRITO,
031479839, 48.00, 1; 032474h, ABRICIO MELO DE OLIVEIRA,
01428735, 47.00, 2; 039570f, ROMARIO ALVES DE FARIAS (SUB
JUDICE), 021043051, 45.00, 3; 036071f, LIANE DA COSTA SILVEIRA,
01516644, 43.00, 4;
4 CANDIDATOS HABILITADOS NESTA OPÇÃO.
MAURO LUCIANO HAUSCHILD
(DOU 17/4/2012 , PAG 100)
DIREITO E PERÍCIA MÉDICA
Juiz vincula recebimento de benefício à reabilitação de dependente químico
A Justiça Federal do Rio Grande do Sul concedeu o benefício de auxílio-doença a um dependente químico que, como contrapartida, deverá submeter-se à internação terapêutica para reabilitação profissional. O juiz da Vara Federal Previdenciária e JEF Previdenciário de Santa Maria, Ézio Teixeira, considerou as medidas necessárias para tornar possível a retomada da condição laboral e, ao mesmo tempo, combater o vício causador da incapacidade do autor da ação. A sentença foi publicada no dia 9 de março. Cabe recurso.
De acordo com informações do processo, o autor entrou com Ação Ordinária para restabelecer o pagamento do benefício, cessado em 2010. Perícia médica determinada em juízo constatou sua incapacidade para o trabalho em razão de transtornos mentais e comportamentais decorrentes do uso de cocaína e crack. Entretanto, conforme o perito, ainda não teriam sido esgotados os recursos terapêuticos disponíveis para seu tratamento.
Para o juiz, ‘‘justamente o amparo previdenciário pode permitir que o autor disponha de renda para adquirir os entorpecentes que causam a sua incapacidade". O tratamento adequado, com associação de fármacos a acompanhamento psicossocial em fazenda terapêutica, portanto, surgiu como medida para evitar a repetição do círculo vicioso.
Teixeira ponderou que devem prevalecer os direitos à saúde e à vida em relação ao direito à liberdade. Ele afirmou que ‘‘o vício que acomete o autor já está lhe impedindo que possa direcionar sua vontade ao exercício dos direitos à liberdade, à saúde e à vida, pois suas ações estão conduzidas pela obsessão ao uso de drogas que levam à autodestruição’’.
Assim, ele determinou o restabelecimento do benefício de auxílio-doença, com a inserção do autor em programa de reabilitação profissional. Caberá ao INSS acompanhar a evolução do autor, mediante articulação com instituição capaz de fazer o tratamento psicossocial, inclusive, com celebração de convênio que for necessário. Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do RS.
http://noticias.r7.com/economia/noticias/juiz-vincula-recebimento-de-beneficio-a-reabilitacao-de-dependente-quimico-20120417.html
A Justiça Federal do Rio Grande do Sul concedeu o benefício de auxílio-doença a um dependente químico que, como contrapartida, deverá submeter-se à internação terapêutica para reabilitação profissional. O juiz da Vara Federal Previdenciária e JEF Previdenciário de Santa Maria, Ézio Teixeira, considerou as medidas necessárias para tornar possível a retomada da condição laboral e, ao mesmo tempo, combater o vício causador da incapacidade do autor da ação. A sentença foi publicada no dia 9 de março. Cabe recurso.
De acordo com informações do processo, o autor entrou com Ação Ordinária para restabelecer o pagamento do benefício, cessado em 2010. Perícia médica determinada em juízo constatou sua incapacidade para o trabalho em razão de transtornos mentais e comportamentais decorrentes do uso de cocaína e crack. Entretanto, conforme o perito, ainda não teriam sido esgotados os recursos terapêuticos disponíveis para seu tratamento.
Para o juiz, ‘‘justamente o amparo previdenciário pode permitir que o autor disponha de renda para adquirir os entorpecentes que causam a sua incapacidade". O tratamento adequado, com associação de fármacos a acompanhamento psicossocial em fazenda terapêutica, portanto, surgiu como medida para evitar a repetição do círculo vicioso.
Teixeira ponderou que devem prevalecer os direitos à saúde e à vida em relação ao direito à liberdade. Ele afirmou que ‘‘o vício que acomete o autor já está lhe impedindo que possa direcionar sua vontade ao exercício dos direitos à liberdade, à saúde e à vida, pois suas ações estão conduzidas pela obsessão ao uso de drogas que levam à autodestruição’’.
Assim, ele determinou o restabelecimento do benefício de auxílio-doença, com a inserção do autor em programa de reabilitação profissional. Caberá ao INSS acompanhar a evolução do autor, mediante articulação com instituição capaz de fazer o tratamento psicossocial, inclusive, com celebração de convênio que for necessário. Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do RS.
http://noticias.r7.com/economia/noticias/juiz-vincula-recebimento-de-beneficio-a-reabilitacao-de-dependente-quimico-20120417.html
VOCÊ SABIA? (13)
No Brasil, aposentados pagam INSS e IRPF, duas aberrações uma vez que o pagamento do INSS não dá nenhum direito e a aposentadoria não é renda. Pagar sem finalidade não é correto, é enriquecimento ilícito de quem cobra. Mas o IRPF, ao menos, ameniza com a posibilidade de isenção para os aposentados por invalidez ou que se tornam invalidos após a aposentadoria (especial, por idade, por tempo de contribuição ou tempo de trabalho). Mas calma, não são todos. Aí que entra a perícia médica, para verificar se a situação se enquadra na Lei (e tem gente que não entende que temos papel médico-legal...) 7.713 de 1988 que, no art 6o isenta de IRPF os aposentados PORTADORES de algumas patologias que enumera. O grifo em PORTADORES é para destacar que, diferentemente dos benefícios previdenciários, aqui o perito não avalia incapacidade laboral.
Se você é aposentado pelo INSS e é portador de alguma das doenças listadas, protocole os seus documentos médicos na APS para que a supervisão médica avalie e você possa ter uma despesa a menos todos os meses!
As doenças são alienação mental, doença profissional, esclerose múltipla, câncer, cegueira, hanseníase (lepra), paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondilite anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, doença de Paget avançada, contaminação por irradiação, AIDS, fibrose cística e tuberculose ativa.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
BENEFÍCIOS CRESCEM 14% EM 2012
Segundo os últimos dados disponíveis através da revista "INSS em Números", as despesas com benefícios aumentaram 2,87 bilhões de Reais em Janeiro (na comparação com Janeiro/2011) equivalendo a 13,95%, e novamente, em Fevereiro: 2,87 bilhões (13,91% sobre Fev 2011).
A mesma fonte revela que o número de perícias está em declínio. Em Jan/2012 a queda foi de 6,77% e em Fev/2012 maior ainda, 16,81% na comparação com os mesmos meses do ano anterior. Foram 571.506 perícias médicas em Jan/2012 e 548.319 em Fev/2012 (contra 611.965 em Jan/2011 e 659.154 em Fev/2011).
Em outra página, o número de perícias de Fev/2012 é descrito como 508.689, número menor ainda.Não se sabe qual dos números é o correto.
Quanto ao resultado, 69,82% das perícias foram favoráveis ao requerente.
A mesma fonte revela que o número de perícias está em declínio. Em Jan/2012 a queda foi de 6,77% e em Fev/2012 maior ainda, 16,81% na comparação com os mesmos meses do ano anterior. Foram 571.506 perícias médicas em Jan/2012 e 548.319 em Fev/2012 (contra 611.965 em Jan/2011 e 659.154 em Fev/2011).
Em outra página, o número de perícias de Fev/2012 é descrito como 508.689, número menor ainda.Não se sabe qual dos números é o correto.
Quanto ao resultado, 69,82% das perícias foram favoráveis ao requerente.
Mais de 10.000 denuncias sobre fraudadores de benefícios por incapacidade
"Alguns denunciantes inconformados com beneficiários em boas condições geraram o terceiro maior subgrupo. Foram 10.926 registros sobre trabalhadores em atividade que contam como o recebimento de benefício por incapacidade."Fonte:
Número de manifestações na ouvidoria da Previdência sobe 9,6%
Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC
16/04/2012 às 10:20
http://www.dgabc.com.br/canais/mobile/Noticia.aspx?idNoticia=5952518
FAKE INTERNATIONAL - Aposentada por Invalidez assaltava bancos
16/04/2012 06h00 - Atualizado em 16/04/2012 06h00
Mãe e filha são presas após roubarem 4 bancos nos EUA
Dupla assaltou bancos no Texas, Louisiana e Mississippi.
Mãe e filha foram presas após assalto na cidade de Gulfport
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/04/mae-e-filha-sao-presas-apos-roubarem-4-bancos-nos-eua.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
Mãe e filha são presas após roubarem 4 bancos nos EUA
Dupla assaltou bancos no Texas, Louisiana e Mississippi.
Mãe e filha foram presas após assalto na cidade de Gulfport
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/04/mae-e-filha-sao-presas-apos-roubarem-4-bancos-nos-eua.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
domingo, 15 de abril de 2012
GABAS É O FAZTUDO DO MINISTÉRIO
Vários interlocutores de Dilma Rousseff já notaram um hábito peculiar da presidente: em reuniões fechadas no Palácio do Planalto, quando vai falar de algum tema de Previdência Social, Dilma raramente toca no nome do ministro Garibaldi Alves, preferindo citar um certo “Garibaldi Gabas”. A expressão vem a ser a união dos nomes do ministro com o do secretário-executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabas. A explicação para a suposta confusão é simples: quem conhece o governo de perto sabe que, na realidade, Gabas é o faztudo do ministério. Garibaldi é o garantidor político da linha justa
E AI PRESIDENTE DILMA? FALTOU MÉDICO EM BRASÍLIA OU FALTOU CORAGEM AO SENADOR PARA SE CONSULTAR COM OS SEUS MÉDICOS DE CUBA?
O ex-presidente da república e atual presidente do Senado, José Sarney, passou mal na última sexta-feira. Sarney nem titubeou: Pegou um avião e foi para São Paulo, onde um renomado médico o esperava na cabeceira da pista. De lá, foi adequadamente transportado para um renomado hospital privado paulista onde apesar da queixa atípica (cefaléia) foi diagnosticado e tratado em tempo hábil de um trombo coronariano que o levaria ao infarto iminente em questão de horas. Agora repousa em uma UTI após a angioplastia com stent.
O QUE ACONTECERIA, SENHORA PRESIDENTA, SE O SENADOR AO INVÉS DE TER PEGO UM AVIÃO PARA SÃO PAULO, TIVESSE IDO PROCURAR UM DESSES MÉDICOS FORMADOS EM CUBA E BOLÍVIA QUE A SENHORA QUER TANTO COLOCAR PARA TRABALHAR JUNTO AOS POBRES DO INTERIOR?
O QUE ACONTECERIA, SENHORA PRESIDENTA, SE O SENADOR AO INVÉS DE TER IDO AO RENOMADO HOSPITAL ONDE A SENHORA TAMBÉM SE TRATA, TIVESSE PROCURADO ALGUM HOSPITAL DA REDE PÚBLICA DE BRASÍLIA, QUE FICA AI DO LADO DO SEU MINISTRO DA SAÚDE?
O QUE ACONTECERIA, SENHORA PRESIDENTA, SE O SENADOR AO INVÉS DE TER IDO A SÃO PAULO, QUISESSE UTILIZAR ESSE PLANO DE SAÚDE DE QUINTA CATEGORIA QUE A SENHORA OFERECE AOS SEUS SERVIDORES FEDERAIS E FOSSE PROCURAR ALGUM HOSPITAL PRIVADO EM BRASÍLIA? TERIA TIDO DESTINO SIMILAR AO SEU SECRETÁRIO DE RECURSOS HUMANOS?
Apenas para lembrar que por trás do discurso hipócrita da presidência da República e do Ministério da Saúde sobre a "falta de médicos" e a "necessidade de trazer médico a qualquer custo", está o fato que o governo não quer gastar com saúde, não quer pagar bons salários, não quer montar estrutura no interior e muito menos fazer carreira de estado para fixar médicos. Querem cobrar tudo, mas não querem pagar nada e se der erro que se culpe o médico e chame o próximo. Querem tapar um câncer com uma gaze sem esparadrapo. Mas, obviamente, quando é o deles que está em risco, rapidinho usam a estrutura pública e voam para São Paulo, onde o dinheiro dos contribuintes vai pagar o melhor tratamento médico possível, em hospitais onde os médicos cubanos e bolivianos da Dilma jamais botariam os pés.
O QUE ACONTECERIA, SENHORA PRESIDENTA, SE O SENADOR AO INVÉS DE TER PEGO UM AVIÃO PARA SÃO PAULO, TIVESSE IDO PROCURAR UM DESSES MÉDICOS FORMADOS EM CUBA E BOLÍVIA QUE A SENHORA QUER TANTO COLOCAR PARA TRABALHAR JUNTO AOS POBRES DO INTERIOR?
O QUE ACONTECERIA, SENHORA PRESIDENTA, SE O SENADOR AO INVÉS DE TER IDO AO RENOMADO HOSPITAL ONDE A SENHORA TAMBÉM SE TRATA, TIVESSE PROCURADO ALGUM HOSPITAL DA REDE PÚBLICA DE BRASÍLIA, QUE FICA AI DO LADO DO SEU MINISTRO DA SAÚDE?
O QUE ACONTECERIA, SENHORA PRESIDENTA, SE O SENADOR AO INVÉS DE TER IDO A SÃO PAULO, QUISESSE UTILIZAR ESSE PLANO DE SAÚDE DE QUINTA CATEGORIA QUE A SENHORA OFERECE AOS SEUS SERVIDORES FEDERAIS E FOSSE PROCURAR ALGUM HOSPITAL PRIVADO EM BRASÍLIA? TERIA TIDO DESTINO SIMILAR AO SEU SECRETÁRIO DE RECURSOS HUMANOS?
Apenas para lembrar que por trás do discurso hipócrita da presidência da República e do Ministério da Saúde sobre a "falta de médicos" e a "necessidade de trazer médico a qualquer custo", está o fato que o governo não quer gastar com saúde, não quer pagar bons salários, não quer montar estrutura no interior e muito menos fazer carreira de estado para fixar médicos. Querem cobrar tudo, mas não querem pagar nada e se der erro que se culpe o médico e chame o próximo. Querem tapar um câncer com uma gaze sem esparadrapo. Mas, obviamente, quando é o deles que está em risco, rapidinho usam a estrutura pública e voam para São Paulo, onde o dinheiro dos contribuintes vai pagar o melhor tratamento médico possível, em hospitais onde os médicos cubanos e bolivianos da Dilma jamais botariam os pés.
GUERRA NA PREVIDÊNCIA - VEJA 18/04/12
Da coluna Panorama Holofote, da Veja 18/04/2012
Por Otávio Cabral
Assim que voltou de Washington, na semana passada, a presidente Dilma Rousseff foi procurada pelo ministro da Previdência, Garibaldi Alves, que lhe relatou uma situação preocupante. Uma disputa por poder contrapõe o secretário executivo do ministério, Carlos Gabas, e o presidente do INSS, Mauro Hauschild, ambos petistas. Há produção de dossiês e acusações mútuas de corrupção. Garibaldi avisou que, se não houver um cessar-fogo imediato, demitirá os dois e os substituirá por técnicos sem filiação partidária. Dilma pediu calma. Ela teme que a briga seja apenas um pano de fundo para o PMDB, partido de Garibaldi, conquistar mais espaço no ministério.
Por Otávio Cabral
Assim que voltou de Washington, na semana passada, a presidente Dilma Rousseff foi procurada pelo ministro da Previdência, Garibaldi Alves, que lhe relatou uma situação preocupante. Uma disputa por poder contrapõe o secretário executivo do ministério, Carlos Gabas, e o presidente do INSS, Mauro Hauschild, ambos petistas. Há produção de dossiês e acusações mútuas de corrupção. Garibaldi avisou que, se não houver um cessar-fogo imediato, demitirá os dois e os substituirá por técnicos sem filiação partidária. Dilma pediu calma. Ela teme que a briga seja apenas um pano de fundo para o PMDB, partido de Garibaldi, conquistar mais espaço no ministério.
SAI PRA LÁ, TE EXCONJURO!
Governos populistas adoram dizer SIM, adoram conceder benesses, bolsas e tudo o mais que pouco ou nada contribuiem para o desenvolvimento, não são estruturantes, mas garantem eleições com votos dos agraciados, geralmente da classe E. Mas mesmo os governos populistas precisam de quem diga NÃO.
Vocês sabem quem mais diz não nesse governo?
A CUT, que é governo, sabe e manipula os trabalhadores com uma verdadeira lavagem cerebral para descolar a imagem do NÃO do governo do qual participa. Cansei-me de ver a CUT toda hora repetindo que não é o INSS que diz não, são os desumanos peritos!
Existem regras para que se possa dizer SIM ao pleito dos requerentes. Elas são esclarecidas amplamente? Claro que não. O Governo tem nos peritos a bucha de canhão que vai ASSUMIR O NÃO por ele.
Neste dia 28 de abril os trabalhadores acidentados desse país serão lembrados. Será o dia dos acidentados, mas a manifestação da CUT será na porta do INSS, e não no Ministério do Trabalho ou do Ministério Público do Trabalho. O ato terá como mote certral, acreditem, a Humanização das perícias!
Às feras aqueles que têm o dever cívico de dizer NÃO aos requerimentos indevidos, aos que aplicam as leis vigentes e defendem o patrimônio de todos com decisões fundamentadas e equilibradas ratificadas pela Justiça em 90% das vezes!
À CUT cabe o papel político-eleitoral de descolar a "imagem do não" da imagem do governo petista. Têm feito isso muito bem.
A Perícia Médica é o Gargalo, diz OAB
TRIBUNA DE MINAS
Economia
15 de Abril de 2012 - 06:00
Economia
15 de Abril de 2012 - 06:00
14% dos processos do INSS estão parados
Além da demora, usuários reclamam de burocracia e falta de informação, inclusive durante atendimento presencial
Por GRACIELLE NOCELLI
Usuários fazem fila antes da abertura de agência do INSS
Os usuários do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) em Juiz de Fora reclamam da morosidade dos processos, da burocracia e da falta de informação, inclusive durante atendimento presencial. Do total de 4.725 processos que deram entrada no primeiro trimestre deste ano, cerca de 650 (13,7%) estão represados. Destes, 26% (169) aguardam concessão há mais de 45 dias, período limite para a apresentação de uma resposta.
Nas três agências do INSS na cidade, a Tribuna encontrou usuários com muitas reclamações sobre a qualidade do atendimento. Na agência Morro da Glória, onde são feitos atendimentos de benefícios por incapacidade, a dona de casa Ineri de Almeida, 54 anos, conta que teve dificuldades para esclarecer suas dúvidas. Segundo ela, o local não conta com um funcionário específico para orientar os segurados, e ela teve que recorrer ao vigilante do local. "Esperei na fila para perguntar, ninguém sabia me responder, e depois me disseram que preciso ir para outra agência. É revoltante."
Além da falta de informação, os segurados queixam-se da infraestrutura e da organização dos serviços. O autônomo J.L.S. , 57 anos, que preferiu não se identificar, reclamou do elevador na agência Largo do Riachuelo, que não está funcionando. "Deficientes físicos e idosos têm dificuldade para subir as escadas. Precisam resolver este problema."
Já a assistente técnica educacional Lúcia Maria de Fátima Oliveira, 57 anos, relata que compareceu inúmeras vezes à agência e não conseguiu atendimento. "Quero fazer a revisão do meu benefício de acidente de trabalho, mas, para isso, preciso de um tipo de senha. Eles distribuem apenas dez por dia, e os dias de atendimento são terça, quarta e quinta. É preciso ampliar este tipo de serviço."
De acordo com o presidente do Sindicato dos Aposentados, Pensionistas e Idosos do Regime Geral de Previdência Social de Minas Gerais, Adilson Rodrigues da Silva, com o sistema de agendamento do INSS, houve uma melhora no atendimento, mas não foi suficiente para resolver as queixas. "O órgão poderia ampliar os mecanismos de divulgação das informações. Hoje a principal ferramenta de comunicação é o site, mas muitas pessoas não têm acesso à internet. Além disso, faltam funcionários capacitados para orientar e fazer uma triagem durante o atendimento presencial."
Perícia médica é gargalo, diz OAB
A dificuldade para obtenção do auxílio-doença também está entre as principais queixas dos segurados. Em março, 68% dos benefícios requeridos às agências do INSS da cidade foram deste tipo. No último semestre, 13.060 pedidos foram feitos e 6.930, concedidos.
Em abril de 2010, a professora Shirley Ferreira diz que entrou com o pedido para a mãe, Lúcia Nascimento da Silva, que há dez anos sofreu um derrame. Segundo ela, após a perícia, o INSS entraria em contato para apresentar o resultado. "Isto não ocorreu, daí voltei à agência e, para minha surpresa, os funcionários não encontraram o laudo e chegaram a afirmar que minha mãe não havia feito o exame. Como eu tinha os papéis para comprovar, continuei correndo atrás do direito dela." Em dezembro de 2011, o benefício foi concedido. "Estamos aguardando o pagamento retroativo. Fiquei impressionada com a burocracia de todo o processo. No dia em que levei minha mãe, ela teve que subir escadas, enfrentar filas, e os atendentes não sabiam nos informar. É uma demora tão grande que dá a impressão que é para você desistir de um direito que é seu."
O advogado e vice-presidente da comissão de assuntos previdenciários da OAB/MG, Marco Túlio de Castro, explica que a perícia médica é um dos problemas mais impactantes da Previdência Social. "Em geral, há uma deficiência na quantidade de analistas previdenciários nas agências, o que gera demora nos processos. Falta a designação de médicos especializados no problema segurado, e o volume de exames faz com que as perícias sejam feitas rapidamente." Castro informa que, uma vez insatisfeito, o segurado pode recorrer da decisão do INSS.
"Quando o requerimento do benefício for negado, há a possibilidade de se recorrer à Justiça. Mas é importante procurar um advogado especializado na área. Pois, sem a capacitação técnica, pode-se perder um direito por falta de mecanismos para comprová-lo."
Quanto aos problemas de atendimento, o advogado destaca que é importante que as reclamações dos usuários sejam registradas. "É importante acionar a ouvidoria, através do 135, e acompanhar o andamento da reclamação. É uma forma de contribuir para a avaliação e a melhora do serviço." Os segurados também contam com a 9ª Junta de Recursos (Galeria Ali Halfeld, 16, 3º andar, Centro), órgão que compõe o Conselho de Recursos da Previdência Social, que funciona como um tribunal administrativo e realiza a mediação entre segurados e INSS.
Pendências são pequenas, diz órgão
Em Juiz de Fora, 128 servidores estão distribuídos nas quatro agências do INSS. Segundo o chefe do serviço de benefícios, Eduardo Curi, o número tem dado conta da demanda. Ele destaca que 45% dos processos são resolvidos na hora.
Ressalta ainda que, tendo em vista o volume de benefícios requeridos, o número de respostas pendentes e que aguarda concessão há mais de 45 dias é pequeno. De acordo com o INSS, 70% dos processos parados se devem à falta de documentos por parte do segurado e ao tempo gasto entre a marcação e a realização da perícia médica. Já os outros 30% decorrem do período para a comprovação do vínculo do segurado com a empresa.
Sobre as queixas de falta de informação, Curi explica que além do site, o INSS conta com o telefone 135. E completa: "os vigilantes não têm qualquer orientação para conceder informação. Eles são responsáveis pela segurança da agência." Sobre os problemas com o elevador, garante que "a licitação para o conserto já foi feita, e logo o problema será sanado."
sábado, 14 de abril de 2012
O MINISTÉRIO PÚBLICO É O URSO POLAR DA SOCIEDADE BRASILEIRA
O Ministério Público brasileiro, que congrega todos os MPs federais e estaduais, é definitivamente o "Urso Polar" da sociedade brasileira: São poucos, são queridos por todos (desde que longe do seu quintal), aparentam força extrema, rugem alto, botam medo nas pessoas, mas só gostam de caçar peixe pequeno.
Vejam dois tipos de cenário que evidenciam bem isso:
No cenário "A", o Ministério Público Federal, após receber denúncia da Associação Nacional dos Peritos Médicos contendo farto material expondo o estado de insalubridade e degradação das APS onde peritos e segurados são obrigados a conviver, resolve sem choro nem vela arquivar o procedimento , sem sequer abrir um inqueritozinho... Seria para não ter que processar o governo federal? Do D.O.U. de 12/03/2012:
"215 Procedimento: 1.23.000.001870/2010-26
Interessado: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL - MPF e
outros. Assunto: Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social - ANMP. Suposta falta de infraestrutura e segurança para o trabalho mas Agências da Previdência Social, destacando-se o incêndio ocorridoem edifício do INSS, no bairro de Nazaré em Belém / PA .
Relator(a): Maria Iraneide Olinda Santoro Facchini
Deliberação: A Câmara, à unanimidade, deliberou pela homologação do arquivamento"
No mesmo cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro resolve arquivar denúncia contra o Governador do Rio, Sérgio Cabral (aliado do Governo Central), por suposta improbidade administrativa ao ser flagrado pegando carona em jatinho de empresário que possui contratos bilionários com o seu Governo. Detalhe mórbido que isso só veio à público após um desastre aéreo ocorrido na Bahia que vitimou parentes de outro empresário com contratos bilionários no seu Governo, a quem Cabral fazia uma visita secreta. Esse empresário é por coincidência dono de uma construtora que está envolvida no atual escândalo que resultou na queda do Senador Demóstenes e na provável criação da primeira CPI do Governo Dilma. Da Folha de São Paulo de 14/04/2012:
"O procurador-geral de Justiça do Rio, Cláudio Lopes, admitiu que a conduta do governador Sérgio Cabral (PMDB), ao utilizar o jatinho do empresário Eike Batista para ir a uma festa, em junho de 2011, é questionável no campo da ética. Mas, para ele, não resultou em improbidade administrativa. (...) A estreita relação pessoal do governador com os dois empresários foi revelada após uma tragédia com a família do dono da construtora.
Vejam dois tipos de cenário que evidenciam bem isso:
No cenário "A", o Ministério Público Federal, após receber denúncia da Associação Nacional dos Peritos Médicos contendo farto material expondo o estado de insalubridade e degradação das APS onde peritos e segurados são obrigados a conviver, resolve sem choro nem vela arquivar o procedimento , sem sequer abrir um inqueritozinho... Seria para não ter que processar o governo federal? Do D.O.U. de 12/03/2012:
"215 Procedimento: 1.23.000.001870/2010-26
Interessado: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL - MPF e
outros. Assunto: Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social - ANMP. Suposta falta de infraestrutura e segurança para o trabalho mas Agências da Previdência Social, destacando-se o incêndio ocorridoem edifício do INSS, no bairro de Nazaré em Belém / PA .
Relator(a): Maria Iraneide Olinda Santoro Facchini
Deliberação: A Câmara, à unanimidade, deliberou pela homologação do arquivamento"
No mesmo cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro resolve arquivar denúncia contra o Governador do Rio, Sérgio Cabral (aliado do Governo Central), por suposta improbidade administrativa ao ser flagrado pegando carona em jatinho de empresário que possui contratos bilionários com o seu Governo. Detalhe mórbido que isso só veio à público após um desastre aéreo ocorrido na Bahia que vitimou parentes de outro empresário com contratos bilionários no seu Governo, a quem Cabral fazia uma visita secreta. Esse empresário é por coincidência dono de uma construtora que está envolvida no atual escândalo que resultou na queda do Senador Demóstenes e na provável criação da primeira CPI do Governo Dilma. Da Folha de São Paulo de 14/04/2012:
"O procurador-geral de Justiça do Rio, Cláudio Lopes, admitiu que a conduta do governador Sérgio Cabral (PMDB), ao utilizar o jatinho do empresário Eike Batista para ir a uma festa, em junho de 2011, é questionável no campo da ética. Mas, para ele, não resultou em improbidade administrativa. (...) A estreita relação pessoal do governador com os dois empresários foi revelada após uma tragédia com a família do dono da construtora.
No ano passado, o helicóptero que levava familiares e amigos de Cavendish para sua festa de aniversário, em Trancoso (BA), caiu, matando sete pessoas, entre elas a namorada de um dos filhos de Cabral e a mulher e um filho do empreiteiro.
Cabral e Cavendish haviam viajado para Porto Seguro no jato de Eike e embarcariam no helicóptero. Mas devido à lotação da aeronave não subiram a bordo. (...)Após o acidente, Cabral admitiu a conduta imprópria e lançou um código de ética que recomenda que servidores não peguem carona em jatos de empresários. O estatuto dos servidores do Rio, porém, já trazia essa recomendação. Estabelece que é proibido "exigir, solicitar ou receber vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função, ou aceitar promessas de tais vantagens"
Já no cenário "B" o mesmo Ministério Público Federal, apenas a denúncia de uma pessoa (cuja idoneidade já havia sido questionada em diversas ações prévias) alegando maus tratos após ter tido um pedido de benefício por incapacidade indeferido bastou para o Urso Polar, quer dizer, o MPF, abrir um ICP contra os peritos médicos da localidade. Que brabo, né?
No mesmo cenário, denúncias vazias de pessoas inconformadas com o indeferimento de seus pleitos, bastou para uma procuradora vestir a túnica da justiça e de antemão condenar os peritos sem o direito ao contraditório e ainda recomendar "tratamento psicológico" aos mesmos.
Nesse meio de campo, o GT da PFDC sobre Previdência Social, que tanto contribuiu para difamar e desorganizar o atendimento médico pericial no país, está inativo há quase um ano. Coincidentemente, a chefa do GT foi promovida para subprocuradora federal e agora reside em BSB. Sua atuação no GT foi considerada fundamental para essa promoção. Nada foi feito contra o governo nesse GT, apenas reuniões e mais reuniões onde o desrespeito ao perito e à medicina eram a regra.
Existem centenas de exemplos semelhantes. Para sair do Polo Norte e ir para o descanso dos trópicos, eles precisam de muito holofote, por isso gostam de comer o peixe pequeno na frente das câmeras. Mas se forem comer um dos grandes, podem ficar congelados no iceberg pra sempre. Só tolo ainda acredita na independência do Ministério Público no Brasil.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
NÃO TEM JEITO!!!
APÓS UM ANO, SPTV DESCOBRE QUE QUEM DEFINE A INCAPACIDADE É O PERITO MÉDICO E QUE MESMO DOENTE, PODE NÃO HAVER INCAPACIDADE LABORATIVA.
Parece incrível, mas o SPTV levou um ano e uma troca de apresentadores para descobrir que, mesmo que o médico assistente emita laudo dizendo que a pessoa está incapaz, quem define a incapacidade laborativa para fins previdenciários é o perito médico do INSS.
"É o perito médico que bate o martelo sobre esse assunto. Não tem jeito!" Diz em um misto de surpresa e perplexidade a repórter Maria Júlia Coutinho, na matéria.
A repórter descobriu também que mesmo se a pessoa estiver doente, não necessariamente ela estará incapaz. "Não tem jeito".
Após essa descoberta fantástica, que poderia ter sido feita ano passado mesmo, se houvesse algum interesse do SPTV em descobrir a verdade dos fatos e não apenas fazer sensacionalismo barato, o apresentador César Tralli cita que "muitas queixas chegaram à redação" sem citar quantas e sem se lembrar, ou sem querer saber, que no mesmo período mais de meio milhão de perícias foram feitas apenas em São Paulo e que nesse ano de matérias sensacionalistas do SPTV contra a perícia foram feitas 10 MILHÕES de perícias no Brasil. Quantas queixas então são necessárias para o tema "número de queixas" ser relevante?
Não interessa. Interessa mostrar dois casos, como usual, sem dar voz à contraparte e a superintendente do INSS falando o óbvio.
É, de nada adianta ficar reclamando. A imprensa tupiniquim não quer saber a verdade dos fatos. Só quer fazer sensacionalismo barato para poder aumentar o ibope. Não tem jeito!
Parece incrível, mas o SPTV levou um ano e uma troca de apresentadores para descobrir que, mesmo que o médico assistente emita laudo dizendo que a pessoa está incapaz, quem define a incapacidade laborativa para fins previdenciários é o perito médico do INSS.
"É o perito médico que bate o martelo sobre esse assunto. Não tem jeito!" Diz em um misto de surpresa e perplexidade a repórter Maria Júlia Coutinho, na matéria.
A repórter descobriu também que mesmo se a pessoa estiver doente, não necessariamente ela estará incapaz. "Não tem jeito".
Após essa descoberta fantástica, que poderia ter sido feita ano passado mesmo, se houvesse algum interesse do SPTV em descobrir a verdade dos fatos e não apenas fazer sensacionalismo barato, o apresentador César Tralli cita que "muitas queixas chegaram à redação" sem citar quantas e sem se lembrar, ou sem querer saber, que no mesmo período mais de meio milhão de perícias foram feitas apenas em São Paulo e que nesse ano de matérias sensacionalistas do SPTV contra a perícia foram feitas 10 MILHÕES de perícias no Brasil. Quantas queixas então são necessárias para o tema "número de queixas" ser relevante?
Não interessa. Interessa mostrar dois casos, como usual, sem dar voz à contraparte e a superintendente do INSS falando o óbvio.
É, de nada adianta ficar reclamando. A imprensa tupiniquim não quer saber a verdade dos fatos. Só quer fazer sensacionalismo barato para poder aumentar o ibope. Não tem jeito!
Notícias G1
13/04/2012 13h20 - Atualizado em 13/04/2012 13h20
Segurados voltam a reclamar da perícia do INSS em SP
Gerson fez duas cirurgias, não consegue mais dirigir e teve auxílio negado.
Em abril de 2011, presidente do INSS disse que serviço ia melhorar.
A perícia do INSS volta a ser motivo de reclamação em São Paulo, como mostrou o SPTV nesta sexta-feira (13). Desde o ano passado, o SPTV retrata o drama de quem se sente desrespeitado pelos peritos e que está na luta para receber o auxílio-doença.
O caminhoneiro Gerson Silveira Santos sofreu um acidente de trabalho em 2001 e teve que se afastar da profissão. Ele fez duas cirurgias, colocou uma prótese no quadril e toma remédios fortes para a dor. Ele não consegue mais dirigir nem para ir ao médico.
A esposa do caminhoneiro Geane Simara Santos diz que parou de trabalhar para acompanhar o marido. “Até na própria perícia eu que tenho que dirigir, tenho que cuidar por causa das dores, da medicação. Eu tenho que estar junto dele. Tem mais de 10 anos que eu parei de trabalhar”, relata.
Durante todo esse tempo, a família contou com o auxílio-doença que Gerson recebia do INSS. Entretanto, na última perícia, ele teve a surpresa. “A mulher que eu vou há 11 anos, olhou assim e disse que eu estava de alta”, conta o caminhoneiro.
O caso de Santos não é um problema isolado. Muitos segurados que ficam doentes e precisam se afastar do trabalho reclamam que são mal examinados pelos peritos. Em abril de 2011, o presidente do INSS Mauro Luciano Hauschild esteve no estúdio do SPTV e disse que ia tomar providências para melhorar o serviço.
Contudo, pouca coisa mudou. O encarregado de produção William Borges de Sousa reclamou do atendimento dos peritos. “O perito começou a discutir comigo, falou que eu era vagabundo, que eu estava procurando doença, que eu não tinha nada, não tinha problema de coluna e que todo mundo sofre de depressão.”
O encarregado de produção se afastou do trabalho em 2010, quando descobriu um tumor na tireoide. Ele recebeu o auxílio-doença só por seis meses e, desde então, enfrenta muitas dificuldades, além de brigar para ter o benefício de volta.
Hoje, quem mantém a casa é a esposa dele. A família tenta renegociar as dívidas que já chegam a R$ 15 mil. “Com a renda de manicure e depiladora que eu mantenho a casa, com a ajuda da família dele também, às vezes amigos. Tinha um amigo dele que ajudava a gente muito com cesta básica”, conta a manicure Diomar Borges de Sousa.
O INSS diz que mesmo que o médico do segurado emita um laudo falando que a pessoa não tem capacidade, condições para trabalhar, é o perito do INSS que bate o martelo sobre o assunto. O perito analisa e leva em conta a doença da pessoa, mas isso não significa que ela não possa trabalhar.
A superintendente regional do INSS Dulcina Aguiar completa que os peritos devem respeitar os segurados. “É uma obrigação de todo servidor tratar todos os segurados com urbanidade. A casa treina e orienta todos os servidores para que dessa forma procedam. Nós temos o 135 onde as pessoas podem registrar as reclamações.”
A Associação Nacional dos Médicos Peritos recomenda que quem se sentir desrespeitado por um perito procure a ouvidoria do INSS e registre a reclamação. A ouvidoria diz que todas as queixas são investigadas e que quem não concordar com o resultado do exame, deve apresentar um pedido de reconsideração e fazer outra perícia.
Folha.com
13/04/2012 - 09h50
Pane cancela atendimentos no INSS; perícias devem ser remarcadas
DE SÃO PAULO
Uma pane no sistema utilizado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) interrompeu o atendimento aos segurados nas agências previdenciárias durante quase todo o dia de ontem.
De acordo com a Dataprev, empresa de tecnologia responsável pelo sistema, o problema ocorreu a partir das 9h30 e atingiu todas os postos do INSS do país. A falha, afirma, já foi corrigida.
Os segurados não puderam ser atendidos, inviabilizando a concessão de benefícios como aposentadorias, pensões e o atendimento para auxílio-doença.
O instituto informou que quem foi prejudicado deve remarcar o atendimento. "Para que os usuários que não tinham condições de esperar o retorno dos sistemas não sejam prejudicados, o INSS irá considerar para a concessão dos benefícios a data da entrada do requerimento", afirmou.
Ou seja, um segurado que iria solicitar a aposentadoria ontem, mas que só conseguiu reagendar o pedido para o mês que vêm, terá direito ao benefício desde a data anterior, garantindo assim o pagamento referente a este mês.
Na manhã desta sexta-feira, a data mais próxima para atendimento da solicitação do auxílio-doença era no dia 21 de maio.
O agendamento deve ser feito pela central 135 ou pelo site do INSS na internet.
A Previdência não informou quantos segurados foram prejudicados.
Em fevereiro, último período com dados disponíveis, foram requeridos 589.618 benefícios, o que dá uma média de mais de 31 mil por dia, considerando apenas os dias úteis do mês.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1075523-pane-cancela-atendimentos-no-inss-pericias-devem-ser-remarcadas.shtml
Pane cancela atendimentos no INSS; perícias devem ser remarcadas
DE SÃO PAULO
Uma pane no sistema utilizado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) interrompeu o atendimento aos segurados nas agências previdenciárias durante quase todo o dia de ontem.
De acordo com a Dataprev, empresa de tecnologia responsável pelo sistema, o problema ocorreu a partir das 9h30 e atingiu todas os postos do INSS do país. A falha, afirma, já foi corrigida.
Os segurados não puderam ser atendidos, inviabilizando a concessão de benefícios como aposentadorias, pensões e o atendimento para auxílio-doença.
O instituto informou que quem foi prejudicado deve remarcar o atendimento. "Para que os usuários que não tinham condições de esperar o retorno dos sistemas não sejam prejudicados, o INSS irá considerar para a concessão dos benefícios a data da entrada do requerimento", afirmou.
Ou seja, um segurado que iria solicitar a aposentadoria ontem, mas que só conseguiu reagendar o pedido para o mês que vêm, terá direito ao benefício desde a data anterior, garantindo assim o pagamento referente a este mês.
Na manhã desta sexta-feira, a data mais próxima para atendimento da solicitação do auxílio-doença era no dia 21 de maio.
O agendamento deve ser feito pela central 135 ou pelo site do INSS na internet.
A Previdência não informou quantos segurados foram prejudicados.
Em fevereiro, último período com dados disponíveis, foram requeridos 589.618 benefícios, o que dá uma média de mais de 31 mil por dia, considerando apenas os dias úteis do mês.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1075523-pane-cancela-atendimentos-no-inss-pericias-devem-ser-remarcadas.shtml
HAJA PACIÊNCIA COM O INSS 2
Quinta-feira, 12 de abril de 2012 - 17h14 Atualizado em quinta-feira, 12 de abril de 2012 - 17h16
Pane em sistema prejudica atendimento do INSS
Os aposentados, pensionistas e segurados de SP que não conseguiram ser atendidas deverão remarcar o atendimento
http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000497071
Pane em sistema prejudica atendimento do INSS
Os aposentados, pensionistas e segurados de SP que não conseguiram ser atendidas deverão remarcar o atendimento
http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000497071
Comentário do Blogueiro:
Consta que no dia de ontem, por todo Brasil, milhares de perícias médicas não foram realizadas por em virtude de "pane" na rede de sistemas da empresa DataPrev. Como Perito Medico observo que, na realidade, o blackout total é apenas uma variação mais incomum dos tais "panes" que ocorrem praticamente todos os dias trazendo grandes problemas aos peritos do INSS com imposição de "metas" de trabalho diário e, claro, ofendendo principalmente os usuários.
Os mais comuns raramente citados são os panes curtos de 30 minutos a 2 horas que acontecem no meio da manhã ou a absurda lentificação do sistema. Acontece que o INSS trabalha com uma agenda inflexível médica e não paga hora extra, mas cobra que nenhum segurado deixe de ser atendido mesmo assim, embora o tempo seja inexoravelmente inflexível. Os peritos se negam a realizar perícias manualmente porque estaria privados dos relatos anteriores e históricos previdenciários e trabalhistas. Além de ferramentas úteis de pesquisa.
A política do "reconhecimento automático de direitos" (expressão que ratifica o idéia de julgamento médico instantâneo), ausência de vias alternativas (sistema completamente dependente da internet) e a informalidade (laudos soltos, espalhados e informações sem arquivamento adequado) tem ajudado há anos perpetuar o ciclo de sofrimento dos usuários que todos os dias lotam os tribunais por suas reparações. Haja paciência.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
FAKEBOOK INTERNATIONAL
11/04/2012 07h57 - Atualizado em 11/04/2012 09h01
Americana é indiciada por inventar leucemia para ter 'bodas dos sonhos'
Marido foi primeiro a desconfiar, mas não quer ver mulher presa: 'ela é boa mãe'.
Da BBC
A promotoria do Estado de Nova York indiciou na terça-feira (10) a americana Jessica Vega, de 25 anos, por fraude e roubo, depois de constatar que ela conseguiu o 'casamento dos sonhos' ao inventar que estava morrendo por causa de uma leucemia.
'Fingindo ter uma doença terminal, Vega tirou proveito dos corações e mentes da comunidade e lucrou com a generosidade alheia', disse o promotor Eric Schneiderman. 'Acolhemos a denúncia por ela ter ludibriado o público', completou
Em setembro de 2010, o americano Michel O'Connell acusou a então ex-mulher, Jessica, de fingir que sofria de leucemia em estágio terminal para convencê-lo a casar-se com ela e conseguir que estranhos pagassem os custos da cerimônia e da lua-de-mel.
As circunstâncias do casamento comoveram a comunidade em que o casal vivia - em Newburgh, perto de Nova York - e a história foi parar em um jornal local, o 'Times Herald-Record'.
A americana Jessica Vega no casamento e em foto da polícia. (Foto: AP)
Várias pessoas, entre conhecidos e estranhos, fizeram doações para a cerimônia. Eles ganharam o vestido de noiva, um desconto no salão de festas e no bar, um par de alianças, passagens e hotel para a lua-de-mel em Aruba, no Caribe, dinheiro para gastar na viagem e ainda maquiagem e penteados para a noiva e suas sete damas de honra.
Os dois se conheceram em uma escola de culinária em Manhattan, segundo o Times Herald-Record, e pouco depois estavam morando juntos.
Diagnóstico 'errado'
Jessica teria recebido o diagnóstico confirmando a leucemia mieloide aguda no início de 2010. Em função da doença, os dois se apressaram para realizar o casamento antes que a noiva ficasse impossibilitada de andar até o altar.
Mas alguns meses depois do casamento, O'Connell começou a desconfiar da veracidade da doença, afirmando que o quadro de saúde da mulher não piorava. Ao telefonar para o médico que teria dado o diagnóstico, O'Connell ouviu da recepcionista que Jessica nunca fora paciente na clínica.
'Achei que ela estava morrendo e meu objetivo era dar a ela tudo o que quisesse antes que morresse', disse na época O'Connell ao jornal 'New York Daily News'.
'Agora quero a verdade. Se isso significar que ela vá para a prisão, então, que ela pague pelo que fez', completou.
Jessica, por sua vez, afirmou ao Times Herald-Record que recebeu o diagnóstico de que sofria de leucemia, mas que este talvez estivesse 'errado'. Em 2010, ela disse ainda que deixou o marido porque ele era violento.
No entanto, de acordo com a agência de notícias AP, o casal estaria vivendo na mesma casa novamente, em Virginia, com suas duas crianças.
'Ela é boa mãe', disse O'Connell ao 'Times Herald-Record'.
'Quero que meus filhos tenham a mãe de volta'.
A sentença máxima para os crimes pelos quais Jessica está sendo processada é de 4 anos e meio de prisão.
Notas Curtas 2
[...]Segundo a mastologista Eulina Ramalho, fundadora da ONG Amigos do Peito, é nesse momento em que ocorre o problema. Ela explica que os peritos do INSS negam os direitos aos doentes, influenciados por uma interpretação equivocada da legislação.
“A lei diz que o diagnóstico do câncer já garante o direito aos benefícios. No entanto, na hora da perícia, os médicos procuram avaliar a capacidade para o trabalho do paciente. Em consultório, é comum ouvirmos casos de pacientes que tentaram receber esses direitos e que não conseguiram”, observa.[...]
http://saovicenteagora.blogspot.com.br/2012/04/os-portadores-de-cancer-enfrentam.html?m=1
“A lei diz que o diagnóstico do câncer já garante o direito aos benefícios. No entanto, na hora da perícia, os médicos procuram avaliar a capacidade para o trabalho do paciente. Em consultório, é comum ouvirmos casos de pacientes que tentaram receber esses direitos e que não conseguiram”, observa.[...]
http://saovicenteagora.blogspot.com.br/2012/04/os-portadores-de-cancer-enfrentam.html?m=1
Notas Curtas
“Digamos que o trabalhador tinha câncer benigno, mas que, com o tempo, torno-se maligno. Há uma progressão da doença, um agravamento. Logo, o segurado pode requerer o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez, até mesmo no posto do INSS”, explica o advogado previdenciário Sérgio Pimenta.
Advogado tentando explicar o que seria "agravamento" para o INSS.
Matéria de O DIA ON LINE 12/04/2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
FAKEBOOK INTERNATIONAL
11/04/2012 10h07
Bombeiro é preso por receber seguro de trabalho enquanto lutava MMA
Raphael Davis trabalha no departamento de bombeiros de Los Angeles.
Ele é acusado de receber US$ 30 mil irregularmente entre 2008 e 2011.
Do G1, em São Paulo
Um bombeiro de Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA), foi preso acusado de receber seguro por acidente de trabalho, quando, na verdade, participava de lutas clandestinas de MMA (artes marciais mistas), segundo reportagem da emissora de TV "KTLA".
Raphael Davis foi acusado de receber seguro por acidente de trabalho, quando, na verdade, participava de lutas de MMA. (Foto: Reprodução)
Raphael Davis, de 35 anos, foi detido na terça-feira em sua casa em Lomita. Ele pagou uma fiança US$ 30 mil e foi solto após a meia-noite.
A promotoria apresentou quatro acusações de fraude contra Davis, que recebeu seguro entre dezembro de 2008 e maio de 2011. De acordo com a Justiça, o bombeiro alegou que não poderia trabalhar por estar machucado.
Raphael Davis recebeu US$ 30 mil irregularmente entre dezembro de 2008 e maio de 2011.
No entanto, no mesmo período, Davis teria participado de lutas de MMA. Segundo a investigação, ele recebeu um seguro no valor de US$ 30 mil entre dezembro de 2008 e maio de 2011, Nessa mesma época, ele teria participado de duas lutas.
Se condenado, Davis pode pegar até cinco anos de prisão.
CRIADO O SIREV - IMPORTANTE PASSO NA LUTA POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO
Finalmente sai a Resolução 192 de 10 de Abril de 2012 do INSS que cria o SIREV como "a ferramenta oficial para registro ocorrências de violência contra servidores."
Trecho:
"O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS, no uso da competência que lhe foi conferida pelo Decreto nº 7.556 de 24 de agosto de 2011, e considerando:
a. a necessidade de promover um ambiente de trabalho seguro para os servidores; eb. a inexistência de ferramenta em âmbito nacional para registro e gestão de ocorrências de violência contra servidores, resolve:
Art. 1º Fica implantado, em âmbito nacional, o Sistema de Registro de Violência contra Servidor - SIREV.
§ 1º O sistema visa ao cadastro e à identificação de informações para auxiliar na criação de ações que mitiguem ocorrências de violência contra servidores.
§ 2º Todas as ocorrências de ofensas, ameaças e agressões devem ser reportadas e cadastradas de forma detalhada no sistema."
PROIBIDO DIFERENCIAR RECEPÇÃO PARA SUS E PARTICULARES
JORNAL DO COMÉRCIO
Ministério Público Federal discute discriminação sofrida por parte de usuários do sistema único
O ingresso de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em recepções diferentes daquelas destinadas aos pacientes particulares e de convênios nos hospitais que atendem tanto particulares quanto SUS foi pauta de reunião realizada no Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Sul na segunda-feira.
A matéria já havia sido objeto de recomendação ao Ministério da Saúde (MS) no sentido de que fosse proibida a adoção de recepções diferenciadas, uma destinada aos pacientes particulares ou àqueles que possuem plano de saúde privado e outra aos usuários do SUS. Os representantes do MS comprometeram-se a encaminhar uma resposta do órgão ao MPF.
Conforme as procuradoras da República Suzete Bragagnolo e Ana Paula Carvalho de Medeiros, é inadmissível a existência de qualquer tipo de discriminação. Um inquérito civil sobre o tema foi instaurado a partir de representação do ex-secretário de Saúde de Porto Alegre Lúcio Barcelos e tramita no Núcleo da Saúde e Previdência Social da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul.
terça-feira, 10 de abril de 2012
FAKEBOOK INTERNATIONAL - Se acontecesse aqui importaria para alguém?
'Ilha dos Cegos' gera polêmica na Grécia
Por JAMES ANGELOS
A ilha grega de Zakynthos, há muito conhecida por suas ruínas venezianas e seu mar azul-turquesa, ganhou uma fama nova — a de "ilha dos cegos".
James Angelos/The Wall Street Journal
A ilha de Zakynthos, na Grécia. Autoridades estão investigando um número implausível de solicitações de benefícios de previdência por cegueira.
O ministério da Saúde da Grécia está investigando Zakynthos, depois que autoridades locais descobriram registros mostrando um número muito alto, que elas dizem ser implausível, de pedidos de seguro de previdência para invalidez por cegueira.
Cerca de 1,8% da população da ilha, de 39.000 habitantes, pediu o benefício no ano passado, segundo o ministério da Saúde. A porcentagem é cerca de nove vezes maior que a incidência de cegueira estimada para muitos países europeus, conforme estudo de 2004 publicado pela Organização Mundial da Saúde.
Entre os que pediram benefício por cegueira em Zakynthos, disse uma autoridade local, incluem-se um motorista de táxi e um caçador de pássaros.
Zakynthos tornou-se um símbolo da corrupção generalizada que teve um papel na derrocada financeira do país. "Parece que os 'cegos' de Zakynthos só enxergavam a cor do dinheiro", disse um artigo no jornal grego "Ethnos".
Mas a ilha não está sozinha, segundo autoridades do ministério da Saúde, que dizem que a fraude nos pedidos de benefícios por invalidez é um problema em todo o país, que custa ao governo centenas de milhões de euros por ano.
A Grécia, sob pressão dos credores internacionais, está intensificando os esforços para combater a corrupção e reduzir os gastos. Mas a repressão à fraude previdenciária, manchada por denúncias de manobras políticas e falta de exatidão, demonstra a dificuldade dessas tentativas de reforma.
Alguns beneficiários por invalidez sendo investigados reclamam que lhes restam poucas opções, agora que as medidas de austeridade entraram em vigor e com as pensões e os salários cada vez menores no país.
O prefeito de Zakynthos, Stelios Bozikis, falando em um programa de entrevistas na TV, disse que moradores, irritados com a blitz nos benefícios e outras reformas financeiras, lhe atiraram iogurte em um evento recente. Ele disse que considerava isso "uma honra".
Na tentativa de eliminar as fraudes, o ministério da Saúde grego exigiu recentemente que todos os cidadãos do país solicitando benefícios por invalidez se registrem em um banco de dados centralizado, comparecendo pessoalmente ou enviando um representante. O registro resultou em 36.000 pedidos a menos do que em 2011, disse o ministério da Saúde.
O ministério alega que esses pedidos abandonados eram fraudulentos, com muitos casos de vários pedidos para a mesma invalidez, ou pagamentos para beneficiários mortos. O ministério também afirma que alguns médicos aceitaram dinheiro para dar diagnósticos falsos, e alguns políticos locais aprovaram os benefícios para ganhar apoio da população. O órgão disse ainda que está fornecendo informações aos promotores públicos sobre as áreas sob suspeita de ter nível alto de fraude. Segundo o ministério, apenas 190 pessoas se registraram, entre as cerca de 700 que vêm recebendo o benefício por cegueira em Zakynthos.
Embora as autoridades governamentais louvem os esforços para reprimir a fraude, algumas pessoas temem que a campanha possa estigmatizar os deficientes. "A imagem de pessoas com deficiência projetada nos meios de comunicação tem sido absolutamente insuportável", disse Yannis Vardakastanis, presidente da Confederação Nacional das Pessoas com Deficiência, da Grécia.
O vice-ministro da Saúde, Markos Bolaris, que assumiu o cargo em meados do ano passado, disse que o novo programa visa permitir que os limitados recursos do país beneficiem os verdadeiros necessitados. Os governos anteriores deveriam ter descoberto a fraude, disse ele. "Se antes isso não importava para alguns, para nós, hoje, tem que importar."
PROTESTO EM CRICIÚMA
09/04/2012 18:40:00
INSS vai participar do Fórum de Saúde
INSS vai participar do Fórum de Saúde
O protesto na manhã desta segunda-feira serviu para aproximar representantes do Fórum Regional Sul de Saúde do Trabalhador, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e gerência do INSS de Criciúma.
De acordo com o coordenador da Associação de Defesa dos Vitimados pelo Trabalho (ADVT), Julio Cesar Zavadil, uma reunião entre as partes definiu que trabalhadores e INSS irão lutar em conjunto para melhorar os serviços. “A gerente Sílvia Scheffer Torres garantiu que a instituição vai participar dos encontros do Fórum de Saúde”, diz, acrescentando que o grupo representativo dos trabalhadores irá apresentar as reivindicações, que serão estudadas pelo INSS.
Além disso, o Fórum também irá buscar soluções em Brasília para as dificuldades enfrentadas pela agência da Previdência Social, que atende toda a região. “Vamos reivindicar que mais médicos sejam contratados para atender à demanda”, ressalta Zavadil. Segundo ele, a falta de profissionais foi um dos problemas apresentados pela gerência do órgão.
Julio relatou que o movimento sindical sugeriu que os médicos utilizem crachás e que câmeras sejam instaladas nos consultórios. Estas medidas dariam seguranças aos trabalhadores na hora de realizar as perícias médicas, pois as reclamações de mau atendimento e de assédio moral poderiam ser comprovadas. “Agora temos este espaço para discutir com o corpo gerencial do INSS a respeito dos problemas da região e buscar as soluções em parceria”, finalizou.
Comentário do Blogueiro:
Observem leitores que a pauta de sugestões do movimento sindical, curiosamente inclusos como temas de um fórum de "saúde", são questões que já foram amplamente apresentadas e debatidas infelizmente algumas resolvidas em desfavor do argumento e outras paralisadas no tempo. A maior parte independe do Médico. Por exemplo, a instalação de Câmaras de Vídeo nos Consultórios já foi amplamente debatida inclusive com sessão espefícia do CFM em Resposta Parecer do Ministério Público. A identificação do Perito Médico do INSS, demanda antiga, é, aliás, uma obrigação do governo e a grande maioria dos servidores entende perfeitamente. Onde estão os crachás? Da mesma forma, a falta de Peritos Médicos que se instala como uma doença crônica ligada a problemas de valorização e sustentada no engono messiânico de que um "novo modelo" resolverá. O "esvaziômetro" está a todo vapor há meses e o governo sabe. Sobre a denúncia de assédio moral, esta parece ser completamente descabida na relação Perito X Segurado que é pontual, sem relação hierárquica e impessoal. Como pode se fazer alarde e movimentos sociais sem se conhecer a origem dos próprios problemas que se deseja solucionar? Medo de descobrir e apontar que falta gestão no INSS?
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