domingo, 19 de janeiro de 2014

EDITORIAL: MAIS MÉDICOS - VERSÃO CUBANO-BRASILEIRA DOS FELDSHER SOVIÉTICOS

Na antiga União Soviética (URSS) existia uma figura no serviço público de saúde denominada "Feldsher", ou Feldscher em alemão, cujo significado literal era "aparador do campo". Os feldsher soviéticos eram profissionais da saúde, formados em "saúde básica", que intermediavam o acesso do povo à medicina oficial, em especial nas áreas remotas, rurais e periferias soviéticas, sendo uma espécie de práticos de saúde, ou paramédicos como são chamados hoje em dia, e exerciam cuidados básicos em clínica, obstetrícia e cirurgia às populações dessas regiões.

Sua inspiração e nome derivavam dos feldscher alemães que surgiram no século XV como operadores de saúde (cirurgiões barbeiros) e com o tempo se espalharam ao longo do que foi o império prussiano e territórios eslavos, compondo a linha de frente também nas forças militares, sendo uma espécie de força militar médica nesses exércitos eslavos e saxões. Em vários países foram adotados como profissionais da linha de frente, atuando sempre nos cuidados básicos e em alguns casos chegando a se especializar em alguma prática específica, como optometria, dentista e otorrinolaringologia. Na Rússia começaram a se popularizar a partir do século XVIII.

Diferentemente dos médicos, os feldsher possuíam uma formação mais curta e limitada. A duração do curso era em 4 anos e envolvia basicamente treinamento em ciências básicas e treinamento simples em ciências médicas clínicas, em especial medicina interna, serviço de ambulância e emergência pré-hospitalar e sempre tinha um espaço para treinamento militar, em campo de treinamento do exército pois os feldsher estavam na linha de frente da nação, nas fronteiras. Eram 8 anos de colégio mais 4 em treinamento prático, considerados portanto de nível técnico. Era um treinamento um pouco melhor que a de enfermeira, cujo foco era mais os cuidados básicos de saúde e técnicas/procedimentos de enfermagem.

Os médicos soviéticos, ao contrário, levavam pelo menos 10 anos de colégio mais 7 anos de faculdade com carga horária total pelo menos duas vezes maior (estudavam todos os sábados). Apesar do tamanho valor de formação, seus salários eram ridículos, pois o regime socialista os considerava "servos do povo".

O sistema cubano de ensino médico reproduziu, a partir do encampamento da Revolução Cubana pela URSS em 1961, esse sistema de formação em saúde. Os médicos cubanos, de verdade, ficam lá em Cuba, em sua maioria. O que Cuba "fabrica" aos milhares, todos os anos, com projetos como a ELAM e demais faculdades, em cursos de 4 anos, não são nada além da versão cubana dos "feldsher" soviéticos. São paramédicos treinados para atuar em linha de guerra, campos remotos e áreas desprovidas em geral. 

A diferença é que Cuba "chama" esses feldsher de "médicos", inflando artificialmente a sua população de médicos. Com essa jogada, Cuba possui um dos maiores índices de médicos por habitante do planeta. E isso permitiu outra coisa ao regime cubano: Usar esses feldsher como agentes de propaganda de sua revolução e seus interesses não apenas dentro, mas fora de seu território.

Ao longo de décadas o regime cubano vem fazendo uso do empréstimo de mão-de-obra técnica, paramédica, porém "vendida" como médica, para centenas de países a um custo bilionário que fica todo com o regime cubano. Literalmente, como na URSS, os feldsher são "servos do povo" (no caso, leia-se "povo" como Partido Comunista de Cuba).

Recentemente a presidente Dilma lançou um demagógico e absurdo projeto de "resgate da saúde" do povo brasileiro às custas apenas da presença de "médicos" em locais desprovidos do mesmo, aliás por culpa do próprio governo. 

Ao invés de pegar os médicos nacionais, recém-formados ou interessados, e criar uma carreira pública no SUS e solidificar a presença do médico nesses povoados, ela resolveu importar feldsher cubanos a um preço caríssimo, travestidos de médicos, ao que seu marketing chamou de "Mais Médicos". Diante da recusa inicial, simulou-se uma seleção de nacionais, dificultada ao extremo pelo governo, para depois chamar os feldsher,.

O objetivo aqui é claro: O alinhamento ideológico entre os regimes, o uso de "servos do povo" para fazer propaganda do governo, encher o bolso dos amigos cubanos de dinheiro e evitar a criação de uma carreira pública que poderia ser crítica e demandadora de recursos. Como não podiam se assumir como fedlsher, jogaram um jaleco, os chamaram de médicos e os colocaram para atuar como médicos de verdade.

Por isso as cubanadas não param de crescer. Por isso os erros bizarros, os pânicos diante de pacientes sintomáticos. Os cubanos não são médicos, são feldsher - agentes políticos com treinamento prático em saúde - que vieram ao Brasil cumprir uma agenda política e, segundo alguns, eventualmente até mesmo militar.

São paramédicos. Isso explica as "cubanadas". Se houvesse decência no Ministério do senhor Padilha, ele retiraria o termo "médico" desse programa, e seria mais honesto. Mas honesto não ganha eleição nesse país.

sábado, 18 de janeiro de 2014

MAIS CUBANADAS - "INTERCAMBISTA" NÃO SABE TRATAR AMIGDALITE E ENCAMINHA AO PRONTO-SOCORRO. PAGA-SE CARO POR UM SERVIÇO INÚTIL E REDUNDANTE.

O Governo adora usar seus pelegos na imprensa para dizer como a população está "encantada" e "apaixonada" pelos "médicos estrangeiros".

Não parece ser o caso de C., 25 anos, que teve que ir a um P.S. de Belo Horizonte porque a intercambista que só veio "por amor", mesmo "apalpando", não conseguiu conduzir uma simples amigdalite, se é que era isso mesmo.

Resultado: Encaminhamento inútil ao PS, desperdício de tempo e dinheiro, a um elevadíssimo custo, sem eficácia e sem eficiência. 

Vejam:



FUNDADOR E TEÓRICO DO SUS MORRE EM HOSPITAL PARTICULAR DE SÃO PAULO.

CUBANO NO SUS DOS OUTROS É REFRESCO - Notícia não nova mas que exemplifica a farsa da "Defesa do SUS" pelos progressistas: Um dos professores teóricos e fundadores do SUS escolheu usar plano de saúde e se internar em Hospital Particular de São Paulo para tratar de doença grave que o vitimou.

http://jornalggn.com.br/noticia/morre-eleuterio-neto-medico-que-contribuiu-com-a-criacao-do-sus

Por que não usou o SUS? Por que o SUS não presta, por causa da infiltração ideológica e dos erros de projeto de sua concepção há 30 anos e por causa dos sucessivos desvios, roubos e má gestão desde então.

Só defende o SUS quem não usa o SUS.

Para saber mais:

http://www.perito.med.br/2014/01/exemplo-de-esquerdista-coxinha-classico.html?showComment=1389950975848

http://www.perito.med.br/2013/05/medicina-no-cubano-dos-outros-e.html


CUBANADA ASSASSINA VERSÃO "BOLIVARIANA" - VENEZUELANA PRESCREVE DOSE LETAL DE INSULINA REGULAR - ENFERMEIRA DESCONFIA E CHAMA MÉDICO BRASILEIRO QUE EVITA O PIOR. OS "MAIS MÉDICOS" NÃO SÃO MÉDICOS.

Mais um clássico exemplo de que os Mais Médicos não são médicos de verdade. Apesar dessa não ser de cubano, é uma legítima "cubanada". Venezuelana contratada pelo Mais Médicos para atender em Santos, com toda "pompa" (que nenhum governante jamais deu a um médico brasileiro) prescreveu uma dose LETAL de Insulina Regular para um cidadão usuário do SUS.

Na receita do Mais Médicos está prescrita dose FATAL, pelo menos cinco vezes superior ao recomendado para um adulto de 75 kg, de Insulina Regular SC, para "uso contínuo". Se tivesse recebido a dose da manhã, o paciente não teria visto o Sol se por.


Além da dose muito superior de Insulina regular ao recomendado por kg/dia, a receita não especifica que a mesma tem que ser tomada no máximo 30 minutos antes da refeição, sob pena de induzir hipoglicemnia fatal.

É a Dilma, Padilha e os gestores corruptos do SUS ajudando a matar brasileiros inocentes.
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Aqui a classificação dela no DOU: http://189.28.128.100/maismedicos/Portaria-No1-Lista-Homologados-e-Validados-Mais-Medicos-2a-etapa.pdf

Vejam a felicidade dos gestores em receber a "médica":

http://www.santos.sp.gov.br/noticia/318965/profissionais-do-programa-mais-m-dicos-s-o-apresentados

http://www.atribuna.com.br/cidades/tr%C3%AAs-m%C3%A9dicos-estrangeiros-refor%C3%A7am-atendimento-na-rede-p%C3%BAblica-1.352968


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

FAKEBOOK - O CÚMULO DA MALANDRAGEM

ABSURDO: Mãe suspeita de mentir doença de filhos é investigada em São Paulo

A história de uma mãe que luta para curar sua filha vítima de leucemia, levada ao ar em um programa de rádio no Espírito Santo, é apontada como falsa por órgãos públicos dos estados de São Paulo e Espírito Santo. Com o objetivo de receber dinheiro e doações, Marlete Oliveira Alves é suspeita de falsificar laudos médicos atestando que a menina de seis anos tem câncer.
Na íntegra:

CUBANADAS NO AMAPÁ - FARMÁCIAS SE NEGAM A VENDER REMÉDIO DE APRESENTAÇÃO QUE... "SIMPLESMENTE NÃO EXISTE". QUER PROVA MAIOR QUE NÃO SÃO MÉDICOS?

17/01/2014 17h48 - Atualizado em 17/01/2014 18h24

No AP, farmácias recusam receitas prescritas por médicos cubanos
Conselho diz que houve mal entendido nos estabelecimentos.
Coordenação do programa classifica como crime recusa nas vendas.

Dyepeson MartinsDo G1 AP


Em três farmácias da capital, a receita expedida por um médico cubano foi recusada (Foto: Dyepeson Martins/G1)

Farmácias de Macapá estão recusando receitas prescritas por médicos cubanos que atuam na cidade através do programa "Mais Médicos", do governo federal. As receitas teriam erros nas descrições de nomes e doses dos remédios, conforme apontou Julio Cesar Souza vice-presidente do Conselho Regional de Farmácias (CRF/AP). "Alguns membros do conselho já comunicaram essas situações. Os médicos devem ser informados sobre o padrão estabelecido na rede municipal de saúde para que não sejam cometidos novos erros”, ressaltou Souza.
Iracildo Mendes enfrentou dificuldades para
comprar o antibiótico para a filha
(Foto: Dyepeson Martins/G1)

O ajudante de pedreiro Iracildo Mendes, de 38 anos, enfrentou dificuldades para comprar o antibiótico amoxicilina destinado ao tratamento da filha de 5 anos, que enfrenta problemas inflamatórios. A receita foi expedida por uma médica cubana que atua na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Pedrinhas, na Zona Sul de Macapá. A reportagem do G1 o acompanhou em três farmácias da capital e todos os estabelecimentos se recusaram a vender o medicamento.

As justificativas dos farmacêuticos para não venderem a medicação foi que a dosagem do antibiótico, descrita em 50mg, não existia. Contudo, o remédio está disponível no mercado nacional em dosagens que vão de 50mg a 500mg, segundo o Ministério da Saúde. “Eu mesmo não entendi porque eles não me venderam. Me ofereceram outros remédios, mas não os que estavam na receita. (...) Fica complicado porque demora muito para conseguir uma nova consulta para a minha filha”, lamentou Iracildo.

Para a coordenadora do programa federal no Amapá, Mariane Seabra, a atitude das farmácias está caracterizada como preconceito e deve ser classificada como crime. “Estão desrespeitando determinações do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anivsa]. Esses estabelecimentos podem ser até fechados desde que as denúncias contra eles sejam formalizadas pelos usuários”, afirmou.

ENGENHARIA E SEGURANÇA DO TRABALHO DO INSS - EM ALGUM LUGAR NA SR II

Todos os anos Agências da Previdência sofrem com incêndios, muitas vezes de largas proporções. Nos últimos 10 anos pelo menos 20 vezes o fogo devorou as instalações. O Perito.Med tem recebido várias denúncias de absurdos estruturais que até o mais leigo dos leigos no assunto pode prever o perigo. A pergunta é: como é possível que neste CAOS gerencial com prejuízo de 20 bilhões por erros, milhões de processos na justiça, completo desequilíbrio nas contas públicas, ainda permaneçam os mesmo gestores de sempre, e, pior, muitas vezes premiados e aplaudidos? Que país é esse?

NEM CASA CIVIL, NEM DEFESA - GABAS FICA MESMO NO MPS. (publicado originalmente em 16/01/14)

Fontes do blog direto da Esplanada dos Três Poderes nos asseguraram: Carlos Gabas não vai nem para a Defesa nem pra Casa Civil: Vai ficar mesmo como Ministro interino da Previdência Social após a reforma ministerial do Governo Dilma, prometida para breve.

O atual Ministro Garibaldi vai sair, junto com seu eterno braço-direito e atual presidente do INSS, Lindolfo Sales, que deixará vazia a cadeira da presidência.

A fonte também me disse que essa troca está gerando atritos na aliança PT-PMDB pois Gabas é do PT e a cadeira do MPS era do PMDB. Mas salvo mudanças de última hora, a Presidente já decidiu: Gabas fica no MPS. 

EXEMPLO CLÁSSICO DE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DO SERVIDOR (SQVS) DO INSS, NA PRÁTICA.

Em uma agência perto de você.... (fotos cedidas por colegas da SR III).

A parede parece mofada na junção da pia? Vamos olhar mais de perto...

De perto...

 Mais de perto...

Agora uma panorâmica



Agora vamos todos cantar:

 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

EXEMPLO DE ESQUERDISTA COXINHA CLÁSSICO - BLOGUEIRO CHAMA MÉDICOS DE MERCENÁRIOS E MESES DEPOIS PROCURA-OS PARA SALVAR SUA VIDA.

Um desconhecido ativista de esquerda ganhou fama no meio de 2013 quando em seu blog postou textos supostamente científicos que comprovariam a alta eficiência da medicina cubana e desancou os médicos brasileiros, chamando-nos de "elite burguesa", "corporativistas" e "mercantilistas". Praticamente nos taxou de mercenários e fez uma ode à medicina de Cuba. vejam:



Foi rapidamente desmoralizado e teve suas teses desconstruídas. Menos de 6 meses depois,porém, um nódulo no fígado, a necessidade de buscar uma salvação para sua vida, fizeram o esquerdista coxinha repensar rapidamente seus conceitos sobre os médicos brasileiros. Cubano? Havana? Que nada, se entregou de corpo e alma aos "mercenários" brasileiros, que aparentemente o salvaram, segundo relata em seu blog, o mesmo usado pra difamar toda a categoria meses antes:


É senhor Porfírio, minha saúde, minha vida, a mesma que o senhor ajudou a negar para milhões de pobres entregues aos leigos cubanos, falsos médicos, que pessoas como o senhor ajudou a consolidar neste País.

Parabéns pela coerência e pela sinceridade ideológica. Chamou muito atenção a parte que você cita: "o plano liberou o procedimento". Quer dizer que o senhor tem plano de saúde? Ora, e o SUS? E os cubanos? E Fidel?

Francamente... É a esquerda "humilde e ribeirinha" que toma champagne, fuma Marlboro, convoca protestos pelo "Facebook", persegue os médicos "burgueses" pelos aplicativos do iPhone e possuem planos de saúde...

Poderíamos fazer uma matéria em homenagem ao sucesso terapêutico do blogueiro Porfírio: Minha Ideologia, Minha Coxinha.


"EU DIGO, PORTANTO, QUE SÃO CUBANOS, MAS NÃO SÃO MÉDICOS"

Não sou apenas eu que digo que os cubanos não são médicos....
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É absurda decisão do governo brasileiro de importar médicos, diz dirigente da Confemel

Em entrevista ao GLOBO, o vice-presidente da Confederación Médica Latinoamericana y del Caribe (Confemel) e presidente da Federación Médica Venezolana (FMV), Douglas León Natera, considerou absurda a decisão do governo brasileiro de trazer médicos estrangeiros ao Brasil. Em visita a São Paulo, para participar de palestras e eventos, ele lembrou que, na Venezuela e na Bolívia, médicos cubanos cometeram uma série de erros clínicos e, segundo ele, provaram que não têm conhecimento nem experiência para atuarem no ramo da medicina. Ele cobrou do governo brasileiro que obrigue os estrangeiros a revalidarem o diploma e informou que, em outubro, pretende apresentar um relatório sobre os erros cometidos por cubanos à Associação Médica Mundial.

GLOBO Como o senhor avaliou a decisão do governo brasileiro de trazer médicos estrangeiros ao país?

DOUGLAS NATERA É uma decisão absurda a pretensão do governo brasileiro de importar médicos estrangeiros, já que formam-se todos os anos, no Brasil, em torno de 16 mil médicos. Se o governo federal necessita de 6 mil novos médicos para atuarem em zonas mais carentes do país, ele deve oferecer esses cargos às universidades federais, que podem preencher essas vagas por meio de concursos. Então, não há necessidade de importar médicos. O Brasil não merece o que fizeram em Venezuela e em Bolívia.

Como foi a experiência de médicos estrangeiros nesses dois países?

Na Venezuela, o ex-presidente Hugo Chávez trouxe em torno de 30 mil cubanos para o país, que diziam que eram médicos. Pelo que observamos, no entanto, eles não eram médicos, não tinham experiência nem conhecimento para atuarem como médicos. Nas pastas que trouxeram de Cuba, eles carregavam apenas cartas dos governos de Cuba e da Venezuela e um papel sem valor de título universitário. Eles começaram a chegar na Venezuela em 1999, após um acordo feito pela ex-esposa de Hugo Chávez María Isabel Rodríguez com o Ministério da Saúde de Cuba.

Por que os médicos cubanos, como o senhor disse, não estão preparados para atuarem na área?

A razão porque digo que eles não são médicos é que temos informações que esses cubanos cometeram erros clínicos em países da América do Sul. Na Venezuela, por exemplo, um jovem de 18 anos apresentou febre alta de 41º graus e não havia forma de reduzir a sua temperatura. A mãe do paciente disse ao médico que ele era alérgico a dipirona, mas ele respondeu que cuidaria disso depois, que o importante naquele momento era reduzir a febre. O suposto médico injetou a dipirona no paciente. Em cinco ou dez minutos, ele estava morto e ninguém nunca mais soube desse médico. Um outro caso, ocorrido em Bolívia, foi de um paciente, de 36 anos, que caiu de uma árvore e sofreu um traumatismo lombar. No hospital, disseram que ele deveria passar por uma operação, porque havia um sangramento renal. O cubano extraiu um dos rins do paciente, o que era equivocado. Os médicos depois fizeram um interrogatório a esse cubano e viram que ele não entendia nada da anatomia dos rins.

Mas no Brasil, uma das condições impostas pelo governo federal é de que os médicos estrangeiros não poderão fazer cirurgias, mas atuarão apenas na atenção básica da saúde.

Essa é a mesma teoria que aplicaram na Venezuela, que esse médicos atuariam na parte de prevenção e promoção da saúde. Os médicos cubanos fizeram fama de terem avançado, sobretudo, na área preventiva. Eu não sei como eles justificam, então, o fato de terem sido diagnosticados mais de 44 mil casos de dengue por ano, do ano de 2000 a 2012. Este ano, por exemplo, os casos de malária se duplicaram e houve o retorno, nos últimos anos, de casos de tuberculose. Essa teoria, que estão usando no Brasil, usaram também em Venezuela e as pessoas mais pobres acreditaram.

O governo de Cuba alega que esse médicos possuem formação universitária.

Eu não duvido da formação universitária dos médicos que estão nas universidades, mas os médicos que foram a Venezuela e Bolívia não têm essa formação e não comprovaram que são médicos. Eu digo, portanto, que são cubanos, mas não médicos.

O senhor é, então, favorável à revalidação do diploma a estrangeiros no Brasil?

Para trabalhar nos nossos países, é necessário cumprir regras previstas na lei. Para trabalhar em Venezuela, é necessário ter um título de uma universidade venezuelana ou, para um estrangeiro, um título revalidado. No Brasil, é a mesma regra. Sem a revalidação, exerce-se a medicina ilegalmente. Na Venezuela, nenhum dos cubanos fez a revalidação do diploma médico. Por isso que dizemos que os que estão em Venezuela exerceram ilegalmente a medicina, assim como os que estão em Cuba. É indispensável que se revalide o título para saber quem está entrando no Brasil.

A CONFEMEL comunicou os erros médicos cometidos por cubanos aos governos da Venezuela e da Bolívia? E para a Organização Mundial de Saúde (OMS)?

Nós estamos há mais de dez anos analisando esses casos. Nós solicitamos uma audiência com o governo da Venezuela, bem como enviamos avisos ao governo da Bolívia, mas não houve resposta até agora. Eles preferem o silêncio administrativo para não entrar em uma polêmica e terem que justificar o que não tem justificativa. Em outubro, vamos fazer uma apresentação desses casos e entregar um relatório para a Associação Médica Mundial (AMM)

O jornal espanhol El País noticiou em 2010 casos de médicos cubanos que fugiram de países da América do Sul com receio de voltar a Cuba. Esses episódios ainda ocorrem?

Há informações de que cubanos saíram da América do Sul e foram para a Flórida, Miami (USA). Eles atuavam como ajudantes de médicos e não especificaram se saíram da Venezuela ou da Bolívia. Segundo informações, cerca de 5 mil cubanos foram para Miami.

Se esses médicos não são qualificados para atuarem profissionalmente, como o senhor afirmou, por que governos da América do Sul os importam?

Porque esses governos não se importam com a saúde do povo para quem governam. O que concluo é que esses governo sentem um profundo desprezo pelos mais necessitados e o que os interessa são apenas os seus interesses.

TORRADA EM BRASÍLIA

Fizeram chegar ao Secretário-Executivo do MPS, Carlos Gabas, imagens gravadas de uma reunião sindical no Rio de Janeiro onde o Presidente da ANMP, Jarbas Simas, fazia um duríssimo discurso contra o atual governo. No que, aliás, esse blog concorda com cada palavra dita pelo colega da ANMP.

Mas parece que Gabas não concordou. Como a atual diretoria da ANMP construiu sua imagem baseada numa suposta amizade pessoal com o dito dirigente como "fator diferencial", os sócios agora querem saber como tocará o lado "B" desse disco.

Não foi nenhum perito que fez esse "favor" ao presidente da ANMP, mas foi um personagem conhecidíssimo dos peritos, especialmente em períodos passados de lutas e greves, que já foi tema desse blog, e adora ver a programação da TV Brasil.

PERITO.MED NA MÍDIA EM DEFESA DA MEDICINA E DO POVO BRASILEIRO

"Governo nem checa se estrangeiro é médico", diz autor do blog Cubanadas

Cármen Guaresemin
Do UOL, em São Paulo15/01/201407h00

Reprodução do blog Perito.Med - Cubanadas criado para expor os erros dos participantes do Mais Médicos

Duas páginas na web entraram para a barra de favoritos daqueles são contrários ao Mais Médicos, anunciado em julho do ano passado pelo governo de Dilma Rousseff. Ambas mostram falhas de médicos estrangeiros participantes do programa, como receitas prescritas com dosagens consideradas incorretas ou erros de português. A primeira é um Tumblr que leva o mesmo nome do Mais Médicos e a segunda, que já existia antes do programa, é o blog Perito.med, que criou um espaço voltado apenas para o que chamam de erros e bizarrices do programa: Cubanadas.

Os criadores do Tumblr permanecem anônimos. Mas vários posts da página são reproduzidos do Cubanadas, fundado por dois médicos - o anestesista Héltron Xavier, formado pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), e o infectologista Francisco Cardoso, formado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) - que trabalham como peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em Natal e São Paulo, respectivamente.

CONFIRA TODA MATÉRIA NA ÍNTEGRA: 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

AMB REPERCUTE ENTREVISTA DAS CUBANADAS

http://www.amb.org.br/Site/Home/NOT%C3%8DCIAS/Compila%C3%A7%C3%A3o-de-erros-m%C3%A9dicos-de-cubanos-%C3%A9-destaque-em-Portal%2037395.cnt

EIS PORQUE NÃO TEM "MÉDICOS" NO INTERIOR

Depoimento de colega no Facebook

" Vejam porque nao tem médico no interior!!! No ultimo mês de dezembro fui chamado para fazer plantão em Bonito-PE nos dias 17,18,25,31 e 1, com a promessa que esses plantões seriam pagos logo após o ultimo plantão! Pois bem, deixei família no natal, ano novo, viajei mais de 300 km. Fiz todos os plantões como combinado. Na hora de pagar adiaram a data para dia 10 de janeiro, depois para dia 14 e hj para dia 10 de fevereiro e a secretária de saúde não atende mais meus telefonemas. Total falta de respeito pelo trabalho médico. O ocorrido se deu na cidade de Bonito-PE. Fica a dica aos colegas pernambucanos !"

Nota do BLOG: Como dissemos na matéria do UOL hoje, os prefeitos pilantras enganam e dão boicote na cara dura. Depois a sociedade fica achando que "não queremos sujar os pés". Vai dar um baita trabalho pra esse governante pilantra safado pagar os plantões ao pobre do médico que passou ano novo longe da família. É por causa de crápulas como esse político que a sua cidade fica sem médico. Já sabemos que não se deve mais aceitar propostas em Bonito-PE.

MAIS MÉDICOS? ELES NÃO SÃO MÉDICOS DE VERDADE - PARTE 1

O aparecimento de receitas e pedidos absolutamente incompatíveis com qualquer tipo de prática médica nos fez ter a certeza que esses intercambistas trazidos pelo Padilha não são médicos de verdade. Somente quem é médico percebe que erros como esse e esse (clique no link) não são cometidos por ninguém que tenha a mínima formação em medicina.

Em entrevista ao UOL hoje, citei que "O governo nem checa se os estrangeiros são médicos". E é a pura verdade. A Lei do Mais Médicos impedia os CRM de exigir autenticação de documentos apresentados e o MS não checa a veracidade dos documentos, até mesmo porque não exige tradução juramentada dos mesmos (clique aqui):
"§ 2º Os documentos previstos nos incisos I e II do § 1º sujeitam-se à legalização consular gratuita, dispensada a tradução juramentada, nos termos de ato conjunto dos Ministros de Estado da Educação e da Saúde."

Vejam os senhores o tipo de "diploma" que andou chegando aos CRM que se se negaram a dar recibo:


À esquerda, em alfabeto cirílico (russo), à direita árabe, com insígnias do líbano. 

Os CRM estavam recebendo este tipo de diploma e sendo coagidos a registrar o falso médico. Obviamente não o fizeram e então o governo atropelou toda a Constituição e determinou que o próprio MS fizesse os registros dos pseudo-médicos. Vocês acham que alguém em Brasília se deu ao trabalho de checar a autenticidade desses diplomas acima, apresentados junto ao Programa Mais Médicos?

Não provam que são médicos, não escrevem como médicos, não sabem o be-a-bá de medicina e medicamentos, de fato, não são médicos.

Parte 2, a ser publicada em breve, destrinchará o segredo das escolas "socialistas" de medicina.

COMENTÁRIO PROFÉTICO.... SOBRE O MAREVAN

Usuário Marcelo Rasche em 13/10/2013:
" O vascular ou cardiologistas prescreverm a warfarina e o controle fica a cargo do médico do posto de saúde. Não vai dar certo.13/10/13 "
Em 14/01/2013:
    http://www.perito.med.br/2014/01/cubanada-assassina-medico-cubano-dobra.html

CUBANADAS A TODO VAPOR - MAIS MÉDICO RECEITA MEDICAÇÃO EM SUPERDOSAGEM E COM APRESENTAÇÃO QUE NÃO EXISTE

Antes de ler o texto, olhe a imagem e se pergunte O QUE VOCÊ VÊ DEMAIS NESSA RECEITA?

É uma receita azul controlada para medicação Tarja Preta talvez se responda.
Pois bem, o cidadão atendido foi acolhido, abraçado, até beijado e, aliás, saiu muito satisfeito da consulta com essa receita na mão. "Maravilha de Médico" disse nos telejornais.

Este caso serve exatamente para mostrar o terrível engodo que é confiar na simpatia e não nos testes da avaliação, no caso o Revalida. O povo trocou um Sorriso pelo Revalida. Será que vale?

O cidadão comum não sabe, mas todo o teatro de aconchego e boas maneiras se desfaz quando um médico de verdade, brasileiro ou não, lê e constata mais um absurdo "Mais Médico". É que Simplesmente não existe apresentação de Clonazepam de 3mg. Isso mesmo foi prescrito para o cidadão uma apresentação que não existe no mundo inteiro.

Inclusive há uma sobredosagem por escrito que pode até induzir uma intoxicação por benzodiazepínico. Meu povo está sendo massacrado sorrindo...

Ávidos pela atenção do estado e pela presença de um cuidador, cidadãos se entregam a paixão pelo "Mais Médico" sem saber que podem estar sendo tratados, como de fato já estão, por agentes com qualificação mínima em medicina que se equiparam no máximo a agentes comunitários.

O Povo Brasileiro não merece ser Cobaia de Agente de Saúde Cubano (ou de qualquer estrangeiro) sem testes que assegurem a mínima qualidade.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CUBANADA ASSASSINA - MÉDICO CUBANO DOBRA DOSE DE MAREVAN EM PACIENTE COM INR ALARGADO - DE FATO, NÃO SÃO MÉDICOS DE VERDADE.

Uma pessoa que pega um paciente em uso de Marevan 1/2 cp ao dia, com INR de 5.03 e DOBRA a dose do remédio das duas uma:  Ou é um homicida ou não faz a menor idéia do que está fazendo, ou seja, não é médico. 

Mais uma prova CABAL de que não é médico. Não são médicos e o Padilha e a Dilma estão promovendo um verdadeiro estelionato eleitoral às custas de colocar em risco a vida de milhões de brasileiros pobres que dependem do SUS.
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Caso real trazido por leitor a este blog mostra que não tardará o início de verdadeiros homicídios cometidos por esses profissionais que se dizem médicos (mas estamos provando que não são) e foram trazidos de Cuba para fazer política rasteira populista do Governo.

1) Cidadão muito idoso, internado em hospital público de Belo Horizonte por trombose pulmonar (TEP), recebeu alta em 12/12/2013 com Marevan em dose baixa (1/2 cp/dia) para fazer uso domiciliar e controle pelo posto - Conduta correta. O nome dele foi omitido, deixando-se apenas as duas últimas letras do último nome para provarmos que se trata da mesma pessoa. Temos os originais aqui sem censura.


2) O exame de controle, pedido pelo intercambista cubano do posto, vem com INR de 5, muito alargado. Como já disse, isso pode mesmo ocorrer. Em tese, ele deveria ter sido internado para observação sem uso da droga por pelo menos 24h e repetição do INR nas horas seguintes já que é idoso (90 anos) e provavelmente possuia co-morbidades. No máximo, com muita boa vontade, suspenderia-se o Marevan com retorno diário ao posto. Quando o INR baixasse, se reiniciaria com dose menor. Abaixo a foto do exame, coletado em 17/12/2013:



3) E aqui vem a Cubanada: O que o cubano fez? DOBROU a dose do Marevan para 1 comprimido ao dia, e liberou o paciente, em 23/12/13:

Dias depois, este paciente deu entrada em um grande hospital de Belo Horizonte em estado grave com enterorragia de difícil controle. Foi salvo por médicos de verdade, formados no Brasil.

Marevan é o nome comercial de uma droga anticoagulante usada em casos de trombose vascular e algumas outras doenças. Como é uma droga poderosa, de baixo limiar tóxico e muito suscetível a interações metabólicas, ela precisa ser controlada regularmente com exames de coagulação (como o INR), pois é comum haver grande variação do seu efeito anticoagulante; em alguns casos até mesmo uma comida diferente pode causar potencialização dessa droga, por isso observa-se de perto os níveis séricos dessa droga. Isso é feito há décadas em ambulatórios específicos de controle de coagulação por médicos experientes. Ao demitir esses médicos e colocar cubanos em seu lugar, o resultado só podia ser esse mesmo.
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PS: Um dado a mais de estranheza nesse caso: O referido intercambista estava lotado para trabalhar em Joaíma-MG segundo o D.O.U. de 01/11/2013 (clique aqui).

Mas em 24/12/2013 foi publicada a sua remoção pra a cidade de Contagem-MG, que foi onde o intercambista fez a sua cubanada (clique aqui).

Só que os atestados e exames acima acima provam que o referido intercambista já atendia em Contagem pelo menos desde 17/12/2013, ou seja, ANTES da publicação de sua remoção para este município.

Cubanadas também são mistério.

EDITORIAL: ENTRE AS VIAGENS DE LINDOLFO E OS AUXÍLIOS-MORADIA DE GABAS, O INSS VAI SE DESMANCHANDO - É CASO DE INTERVENÇÃO FEDERAL.

Antes de pensar em intervir no Maranhão, o Governo Federal deveria olhar para o próprio terreno e intervir urgentemente no INSS, autarquia corrompida por interesses partidários, abandonada pelo descaso de décadas e em pleno ciclo de colapso. O INSS parece um urânio enriquecido prestes a sofrer um processo de fissão e quem vai pagar a conta desse desastre nuclear-corporativo será a população em pleno ano eleitoral.

Cansamos aqui de mostrar a incompetência da DIRBEN, cujo diretor, o mesmo há décadas, é responsável pelo caos nos sistemas corporativos e por praticamente sufocar a gestão da perícia médica, evitando que os peritos participem do planejamento e da gestão, apenas forçando os médicos na operação como se escravos fossem. O desastre mais recente da DIRBEN causou um prejuízo de mais de 20 bilhões de reais que o INSS terá que pagar por mais de 20 anos devido a erros de cálculo de auxílio-doença ao longo de vários anos. Isso graças a um sistema podre, condenado, pífio, em longo processo de agonia, chamado SABI, coalhado de erros e ao qual a Dataprev está impedida, por ordem do INSS, de fazer reparos e modificações salvo "emergências".

Cansamos de mostrar aqui a inoperância e incompetência da DIRSAT, cujo diretor mantém até hoje agenda paralela relativo ao seu antigo emprego no MPOG, viaja mais que caixeiro-viajante, usa horário de serviço para compromissos pessoais, falta a praticamente todas as reuniões importantes em Brasília (deixou até mesmo a poderosa Gleisi na mão) e não fez nada, absolutamente nada em prol do serviço. Insiste em um modelo inssano de gestão de perícias sem peritos, mantém discurso holístico com nítido viés sectário anti-medicina, não construiu nada, não apresentou nada, não melhorou nada, e a única oportunidade que teve de mostrar sua competência foi o desastre do aposentadoria especial de deficientes, que o INSS não está fazendo até hoje apesar de quase um ano da aprovação da Lei por pura incompetência teórica e de gestão.

Cansamos de mostrar aqui a inoperância da PFE-INSS, que perde todas as ações que o MPF impõe contra o INSS, deixando os procuradores "ditarem as ordens" dentro da autarquia. Pelo menos a PFE ainda tem uma desculpa, pois ela pouco pode fazer diante do caos gerencial que as outras diretorias promovem, mas mesmo assim é imperdoável a participação ativa dela na terceirização funesta de peritos para tentar livrar o instituto das derrotas judiciais. Quiseram vender nossa cabeça para salvar a féria.

Cansamos de mostrar a inutilidade da DIRAT, com seus sistemas imprecisos SGA, SALA, sem representatividade nas APS, deixando a DIRBEN tomar conta de seu serviço nas unidades de atendimento, e que aparentemente só serve para bancar ida de gerentes de agências ao DF para conhecer um sistema de computador em claro desperdício de verba pública.

O que dizer da DGP e seu SISREF, que depende de dois servidores para todo o Brasil e por isso vive caindo, além de não emitir recibo, ser passível de fraude e não possuir nenhuma chave de segurança eletrônica?

A manutenção dos edifícios é caótica, gerentes que lutam para dar condições de trabalho reclamam de falta de apoio. Verdadeiras bombas anti-sanitárias aguardando a explosão.

Superintendentes: O que fazem, a não ser atravessar a linha de comando de Brasília para as gerências? Nada fazem, vivem de futrica, enquanto sequer conseguem combater os desvios que toda semana a PF estoura em algum lugar desse país. É um dos cargos mais inúteis que já conheci.

Os Gerentes-Executivos estão abandonados, as gerências de APS sobrecarregadas, todos com graves e volumosos problemas aos quais não se dá solução. Ou melhor, se soluciona apagando o problema e deixando a conta pro cidadão, como na denúncia de ontem da "regra 70 - desistência administrativa".

Os servidores da ponta, melhor nem dizer, pois estão todos adoecidos. Somente na perícia foram 2.100 exonerações em 3 anos que mostram como está "agradável" trabalhar no INSS. quase a metade dos peritos pediram o chapéu em 36 meses e o INSS a cada dia consegue repor menos esse quadro.

Sucessivas traições em negociações com a categoria, ninguém mais acredita no que falam os dirigentes inssanos.

Agora vem a público o que muitos, inclusive esse blog, já apontavam: O Presidente do INSS, principal responsável por todo esse caos (não interessa o antes, ao assumir assume o passivo e responde pelo seu desdobramento), ao invés de atuar com pulso firme, se comporta como uma verdadeira Rainha da Inglaterra, aliás nós mesmos já havíamos dito isso antes. Ficava viajando pra sua cidade de residência fixa, Natal, recebendo diárias e pagamentos muitas vezes irregulares.

Fazia o que em Natal? Enquanto Brasília ferve e a periferia explode, o que fazia o Presidente em Natal?

Como se não bastasse, conforme denúncia desse blog, ele recebe também de forma no mínimo suspeita auxílio-moradia mesmo com dezenas de imóveis funcionais disponíveis para os dirigentes do INSS e Brasília. Não só ele, mas Gabas, Carneiro, Nunes e o próprio Corregedor estão nessa seleta lista dos "auxiliados."

De fato, não dá para continuar assim. O INSS já suga 330 bilhões de reais por ano do cofre público, ainda não foi devassada pela mídia pois está protegida pela aura da caridade, que afasta holofotes, mas a situação já saiu do controle há tempos. O INSS é caso de intervenção federal.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

CUBANADAS DIALÍTICAS - FRITANDO O RIM DO PAPAI

Cubano do "Maus Médicos" provando o quão "um meio médico" pode ser danoso à população. Tratamento de não se sabe bem o que com dois potentes anti-inflamatórios em doses elevadas, ao mesmo tempo, por 10 dias.

Ao final do tratamento o paciente (ou seria vítima?) já poderá se dirigir à clínica do rim local para começar as sessões de hemodiálise. Isso se antes não tiver choque, crise convulsiva, hemorragia aguda intestinal, depressão respiratória, stevens-johnson, pancitopenia, etc etc.

Ai meu rim!!!

BPC LOAS JÁ SUPERA AUXÍLIO-DOENÇA EM PAGAMENTOS.

O Governo Federal já gasta desde 2012 mais dinheiro com o Benefício de Prestação Continuada - BPC LOAS, do que com todos os pagamentos de auxílio-doença (exclusos aposentadorias por invalidez).

Em 2013 o Brasil gastou aproximadamente 31,5 bilhões de reais com pagamento de benefícios de prestação continuada a cerca de 4 milhões de pessoas, 55% para BPC em pessoas com deficiências e 45% em BPC para idosos.

Já com todas as formas de auxílio-doença (auxílio doença previdenciário/acidentário auxílio-acidente, exceto invalidez permanente) o gasto foi cerca de 22 bilhões de reais para cerca de 1.9 milhões de pessoas.

Se colocado na conta as aposentadorias por invalidez, que consumiram cerca de 32 bilhões de reais para pagamentos a cerca de 3 milhões de pessoas, o governo gastou somente em pagamentos, fora custo operacional, cerca de 85 bilhões de reais em pagamentos para 8.9 milhões de pessoas consideradas incapazes ao trabalho e/ou ao próprio sustento. Dados dos sistemas corporativos do INSS.

Lembrando que o INSS apenas operacionaliza o BPC LOAS, mas quem paga é outro ministério, mas no fim vem tudo do mesmo lugar, os nossos impostos. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

DESAFIO PERITO.MED AOS PELEGOS QUE JUSTIFICAM AS BARBARIDADES DO MAIS MÉDICOS DIZENDO QUE É "TUDO IGUAL".

Se algum progressista pelego tiver em mãos algum pedido de RX feito por médico brasileiro com o mesmo nível do publicado aqui ("RX de Esôfago") ou alguma prescrição como "azitromicina 3x/dia por 14 dias" feita por brasileiro, por favor nos envie que publicaremos. 

São tantos relatos dos progressistas pelegos de que "tem brasileiro fazendo pior" que deve ser incompetência nossa não ter achado ainda nada nesse nível, por isso lançamos esse desafio. Nosso email: peritomed@hotmail.com

CUBANADAS - "QUAL A DOSE, DOUTOR?" "YO NO SÉ, MUCHACHO"

Denúncia do Facebook:

"Na cidade de Navegantes, o médico cubano que atende no Posto Central agora prescreve para uma criança Dexametasona e Diclofenaco SEM DOSE, ele só escreve o nome do remédio, a dosagem quem for aplicar tem que adivinhar.

Nem vou aqui entrar no mérito de porque ele receitou essas duas medicações para uma criança com Otite mais um Ibuprofeno de horário (não colocou se ou dor ou febre) e dá-lhe úlcera para as crianças... Enfim, é este tipo de médico (que dependem de sua sorte) que pessoas como o deputado Volnei Morastoni e o prefeito Roberto querem para o atendimento dos pobres, essa receita postada é um assalto à Medicina."

CUBANADAS - A PROVA DEFINITIVA DE QUE NÃO SÃO MÉDICOS.

Eis abaixo a prova definitiva de que esses profissionais de Cuba trazidos pelo Governo como a salvação da pátria não são médicos de verdade. Um médico, qualquer que seja a especialidade, ou melhor, um estudante de medicina, ou melhor, um vestibulando de medicina, jamais, repito, JAMAIS, pediria um Raio-X de "Esôfago A.P. e Lateral". Isso não existe.

Esse pedido é a PROVA CABAL de que não são médicos. São CHAMADOS de médicos por autoridades espúrias e criminosas, de ambos os países. Mas não possuem formação clássica em medicina como preconizado nos currículos brasileiros ou ocidentais em geral.

Nunca que um médico, por pior que fosse, pediria um RX de Esôfago AP e Lateral. Todos sabem que quando se pede um RX de Esôfago, tem que ser contrastado e é justamente o contraste que é visto e a imagem dinâmica dele é que é o motivo do pedido. Esse exame tem vários nomes, como EED, REED, "trânsito", "Rx baritado", cada região dá um nome, mas "RX de Esôfago AP e Lateral" é surreal. 

Para os leigos, RX "AP e Lateral" é um tipo de posicionamento do paciente perante a máquina usado em alguns tipos de RX, majoritariamente em problemas ortopédicos, enquanto que o tórax classicamente é em "PA e perfil" ou "PA e lateral" podendo ser "AP" em alguns casos. AP = antero-posterior ; PA = postero-anterior.

Não adianta os petistas coxinhas e progressistas pelegos tentarem defender dizendo que "esqueceu de escrever contraste" ou "trocou tórax por esôfago" porque não há a menor chance de se trocar "tórax por esôfago" a não ser que não se saiba o que está escrevendo, o RX de tórax normalmente é em PA e Lateral/Perfil e não AP e o RX contrastado de esôfago também vai estudar estômago e porções do delgado, por isso o nome Esôfago-Estômago-Duodeno e suas variantes regionais. Não adianta também agora surgir fotos adulteradas com o nome correto, como fizeram no caso da dipirona na Bahia, já está vastamente documentado. Se ela tivesse escrito "RX de esofago" simplesmente, até caberia a dúvida da omissão do termo "contraste", mas ao firmar "Rx de Esôfago - AP e Perfil" deixou bem claro que não sabe nada do que está pedindo, ou seja, não tem conhecimento básico em medicina. Para corpos estranhos, se pede RX de tórax, cervical, abdome, jamais "esôfago AP e Lateral".

Antes que acusem a intercambista de erro médico, isso não é erro médico, não é choque cultural, não é erro entre línguas diferentes. Isso é a não-medicina, isso é coisa de leigo. Coisa de comadre discutindo exame na porta do posto. Talvez até elas saibam que RX de Esôfago "AP e Lateral" é algo surreal. Só médicos cometem erros médicos. Leigos cometem bizarrices, como essa.

É por isso que Padilha et caterva fizeram de tudo para impedir que eles fossem submetidos a testes de revalidação, pois ficariam expostos em sua mentira. A ELAM e demais faculdades cubanas não formam médicos, formam no máximo agentes do regime com algum conhecimento genérico em sintomas comuns. 

Por isso o desespero diante de casos reais de doenças, por isso os atestados e receituários com erros bizarros, o "Mais Médicos" mente para a população pois não existe médico nenhum ali, e sim dublês de médicos, pagos com salário que nunca foi oferecido a nenhum médico brasileiro por vias normais, usados para serem fantoches da farsa do governo Dilma/Padilha em relação ao fracasso miserável de suas políticas de saúde.

O que estão fazendo com a população brasileira vai além de um mero estelionato político-eleitoral, é uma política pública de alto risco para homicídio coletivo de pobres dependentes do SUS nas mãos de leigos travestidos de médicos, que pedem RX de Esôfago ou prescrevem doses letais de dipirona e antibióticos.

Ao forçar a sociedade a aceitar "médicos" sem revalidação de diploma, sem checagem de autenticidade de documentos e sem exame de proficiência mínima em português e medicina, o Governo Dilma se torna solidário em todas as mortes e graves erros que poderão advir da atuação desses leigos cubanos em solo pátrio.

Vejam a foto:


A prova definitiva: Pedido de RX absurdo que qualquer vestibulando de medicina sabe ser inútil. Só leigos poderiam pedir tal exame. Ninguém com formação médica, por mais deficiente que seja, seria capaz de pedir algo tão absurdo. O nome do(a) paciente foi apagado para preservar sua identidade.

A intercambista Yovannis Grimon Gonzales consta no D.O.U como sendo de fato uma profissional cubana encaminhada ao município de Acopiara-CE (clique aqui). Neste link (clique aqui) um munícipe dessa cidade exibe notícia do prefeito se gabando dos cubanos que irão atender à população local. Relatos de médicos brasileiros da região dão conta de que esse município JAMAIS ofereceu salário de 10.000 reais mais impostos por fora mais moradia grátis + auxílio-moradia + condições de atendimento padrão OMS. Jamais.

Porém a intercambista cubana deu uma grande contribuição aos brasileiros, pois provou a todos nós que eles não são médicos. Se chamam assim, mas não são.

O que Fidel e sua fábrica de escravos humanos exporta para os países pobres do planeta não são médicos. São no máximo, no máximo, agentes comunitários de saúde básica de baixa instrução.

CASO INDÍGENA

INSS nega aposentadoria a índio com deficiência no pé no AC
Índio já tentou benefício por três vezes, sem sucesso. 
INSS diz que deficiência no pé não caracteriza invalidez total.
12/01/2014 15h28 - Atualizado em 12/01/2014 15h28


Por Genival Moura
Do G1 AC

Com uma deficiência no pé esquerdo desde o nascimento, o indígena Albanir Sereno Kaxinawa, de 50 anos, tenta garantir sem sucesso a aposentadoria por invalidez junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Cruzeiro do Sul (AC). Albanir sobrevive vendendo picolé pelas ruas da cidade onde vive desde que saiu da aldeia há quatro anos e diz que não pode exercer trabalho forçado.

Albanir pertence à etnia Kaxinawa do Rio Breu, no município de Marechal Thamaturgo, na região sudoeste do Acre na fronteira com o Peru. “Estou morando na casa da minha irmã e vendo picolé para sobreviver, sinto muitas dores e o meu pé incha quando caminho durante muito tempo, mas tenho que comprar remédios e outras coisas de necessidade. Já dei entrada várias vezes no INSS, mas sempre o processo vem negado. Minha mãe não queria que eu saísse da aldeia, mas lá não trabalho como os outros e não posso caçar”, relata.

O indígena afirma que ainda conseguiu receber um amparo social à pessoa portadora de deficiência durante seis meses, quando deu entrada pela agência do INSS em Tarauacá, cidade localizada a 220 quilômetros de Cruzeiro do Sul.

O representante da Funai na região do Juruá, Luiz Nukini, diz que o órgão tem prestado a devida assistência e acompanhado o caso do indígena, mas tem esbarrado diante das respostas negativas do INSS.

'Com esse problema a pessoa pode exercer centenas de atividades', diz INSS 
O chefe da agência do INSS em Cruzeiro do Sul, José Ferreira, verificou através do sistema da Previdência, que o indígena já deu entrada três vezes em um processo para requerer um benefício. “Só que o pé torto é uma das deficiências que não caracterizam invalidez total, com esse problema a pessoa pode exercer centenas de atividades. A Previdência define que para efeito de aposentadoria por invalidez, o cidadão tem que estar totalmente inválido para atividade laborativa”, explica.

Ferreira alertou ainda que se Albanir Kaxinawa permanecer fora da aldeia pode inclusive perder o direito da aposentadoria aos 60 anos de idade. “A exemplo do trabalhador rural, o índio se enquadra como segurado especial, desde que ele seja índio aldeado e tutelado se estiver fora da aldeia não tem direito ao benefício”, conclui.

sábado, 11 de janeiro de 2014

SOCIEDADE E IMPRENSA SE APROFUNDAM NO PROGRAMA DO GOVERNO


ARTIGO RECOMENDADO - O Programa “Mais médicos” e a mais-valia cubana

11/09/13 12:50
O programa “Mais médicos” foi só um engodo criado para tentar legitimar a vinda dos médicos cubanos, já acertada há quase dois anos, como admite a própria cúpula petista

"A riqueza das sociedades em que domina o modo de produção capitalista apresenta-se como uma imensa acumulação de mercadorias". Assim começa o famoso livro "O Capital", base para a teoria marxista de economia e na qual são desenvolvidos diversos conceitos para caracterizar o sistema capitalista. Das primeiras linhas, vê-se que, na visão de Karl Marx, tudo nesse sistema seria transformado em mercadoria, inclusive a mão de obra. O trabalhador seria desprovido dos meios de produção, o que o obrigaria a vender sua força de trabalho para a classe capitalista.

Desta relação, surgiria a "mais-valia", que é a materialização de trabalho não remunerado: o trabalhador receberia apenas para subsistência e não o produto total de seu esforço produtivo. Justamente essa extorsão disfarçada seria a chave para entender a acumulação de capital.

Outro conceito, chamado de "exército industrial de reserva", seria a enorme força de trabalho desempregada que impediria que os salários subissem, funcionando como ferramenta para a manutenção da mais-valia.

As conclusões teóricas, a partir desses conceitos à priori seriam as seguintes: o trabalhador seria explorado pelos capitalistas, que não pagam o que deveriam; também não seria livre, pois haveria uma coerção econômica implícita; e, sua condição de vida seria continuamente piorada (precarização da mão de obra) com a acumulação de capital nas mãos de poucos.

Aplicados ao capitalismo, todos esses conceitos - e suas conclusões - não se encaixam à realidade e foram devidamente refutados no plano teórico por pensadores como Böhm-Bawerk e Mises.

No entanto, tais conceitos adequam-se perfeitamente à realidade de sistemas socialistas. Citar o "exército de mão de obra industrial" existente na China comunista, onde ainda hoje os trabalhadores ganham salários de fome, é lugar comum. Mas querem ver um exemplo mais claro? O acordo para "importar" médicos cubanos, assinado pelo governo brasileiro.

No acordo, temos um gritante exemplo de mais-valia: o médico recebe 30% do valor de seu trabalho, enquanto o governo cubano embolsa os outros 70%. A precarização da mão de obra e a coerção são exemplificadas pelo regime de trabalho ao qual serão submetidos, vigiados dia e noite, com passaportes confiscados e o pagamento efetuado diretamente às autoridades cubanas, que virtualmente são seus donos. Aliás, o que poderia significar maior precarização que praticamente ignorar a Lei Áurea de 1888?

Os médicos cubanos são considerados "estoques" de mercadorias a serem exportadas. Em 2011, o governo cubano arrecadou quase US$ 8 bilhões - em acordos parecidos, firmados com países como Venezuela e Bolívia -, valor superior a todas as exportações do país.

Portanto, também é no socialismo cubano que o trabalhador se torna mera mercadoria, e não num sistema capitalista. Por sinal, como não considerar essa imensa massa de médicos como um exército industrial de reserva?

O programa "Mais médicos" foi só um engodo criado para tentar legitimar a vinda dos médicos cubanos, já acertada há quase dois anos, como admite a própria cúpula petista.

No fundo, o governo brasileiro quer é sustentar o regime comunista dos irmãos Castro, ao qual nossos governantes devem fidelidade ideológica de longa data.

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Rodrigo Sias é economista pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

ESTADÃO CRITICA PROGRAMA "MAIS MÉDICOS"

Programa 'mais cubanos'
11 de janeiro de 2014 | 2h 09

O Estado de S.Paulo

Os números são claros como as águas do Mar do Caribe: dos 13 mil profissionais que o programa Mais Médicos pretende mobilizar até março, mais de 10 mil serão cubanos. Com isso, não resta mais nenhuma dúvida de que a anunciada intenção de atrair médicos de outras nacionalidades ou mesmo brasileiros não passou de fachada para um projeto há muito tempo acalentado pelo governo petista: importar médicos cubanos em grande escala, ajudando a financiar a ditadura cubana.

A terceira fase do Mais Médicos, recém-encerrada, ofertou 6,3 mil vagas, mas teve apenas 466 médicos estrangeiros e 422 brasileiros inscritos. Haverá uma nova etapa de inscrições, mas é improvável que a tendência de baixo interesse seja alterada até lá. Assim, para cumprir a meta, o governo terá de trazer outros 5 mil médicos de Cuba. Esse novo contingente vai se juntar aos 6,6 mil médicos que já atuam no programa - dos quais 5,4 mil são cubanos.

Como se nota, o programa Mais Médicos deveria se chamar "Mais Cubanos", pois é disso que se trata. As condições estabelecidas pela iniciativa foram desenhadas de tal modo que o resultado seria o desinteresse de brasileiros e estrangeiros, gerando a oportunidade para trazer os médicos de Cuba - os únicos que, soldados de uma ditadura, aceitariam trabalhar em meio à precariedade do sistema de saúde no interior do País e na periferia das capitais.

Que as regiões mais pobres do Brasil necessitam de mais médicos não resta dúvida. Mas esses profissionais não resolverão o problema, nem mesmo o mitigarão, se não tiverem à sua disposição equipamentos e infraestrutura ao menos razoáveis. É por esse motivo - e pelo fato de que não teriam direito a FGTS, 13.º salário e hora extra - que os médicos brasileiros não se interessaram em aderir. O Mais Médicos é apenas um remendo - que, no entanto, nada tem de improviso, pois a intenção sempre foi trazer os médicos cubanos.

A primeira vez que o assunto veio à tona foi em maio do ano passado, quando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a intenção de importar 6 mil cubanos. Diante da reação negativa, Padilha disse que tentaria atrair médicos de Portugal e Espanha e que daria preferência a brasileiros, mas não conseguiu aplacar os críticos, pois estava claro que as normas da boa medicina estavam sendo atropeladas pelo populismo. Vieram então as manifestações de junho, e a presidente Dilma Rousseff viu nelas a oportunidade de lançar o Mais Médicos.

Seis meses antes, porém, professores brasileiros com material didático do que viria a se tornar o Mais Médicos foram a Cuba e lá transmitiram aos médicos locais noções básicas sobre o sistema público de saúde no Brasil e também rudimentos de língua portuguesa. Profissionais do primeiro lote de cubanos que chegou ao País confirmaram que haviam passado por esse treinamento.

É provável, porém, que a vinda dos cubanos estivesse sendo preparada há mais tempo ainda. Humberto Costa, ex-ministro da Saúde do governo Lula, chegou a dizer, em agosto, que "esse programa já vem sendo trabalhado há um ano e meio" e que "boa parte desses cubanos já trabalhou em países de língua portuguesa, não tem dificuldade com a língua".

Assim, o Mais Médicos é apenas a formalização de um projeto antigo e com objetivo claro. Os profissionais de Cuba recebem pelo seu trabalho apenas uma fração do valor pago pelo governo brasileiro - o resto fica retido, junto com os passaportes desses médicos, pela ditadura cubana. A exportação de médicos rende US$ 6 bilhões anuais para o governo dos irmãos Castro. O Brasil vai contribuir com R$ 511 milhões graças ao Mais Médicos.

O governo petista está apresentando essa iniciativa - principal ativo da campanha de Alexandre Padilha ao governo paulista - como a prova de que é sensível às necessidades dos mais pobres. No entanto, além de ser uma forma de consolidar os laços ideológicos com Cuba, o Mais Médicos é a confissão do retumbante fracasso do governo na área de saúde, cujo descalabro nos iguala a países pobres, principais clientes da indústria médica cubana.

Alô Maria Maeno! Acorda pra Realidade!

Polícia
10/01/2014 - às 21h02 - Atualizado em 10/01/2014 - às 21h31
Pacientes ameaçam médicos para conseguirem atestado no Estado
TV Vitória 
Redação Folha Vitória

Um empresário recebeu três atestados, com datas dos dias 16 e 23 de dezembro do ano passado, e 06 de janeiro deste ano. Desconfiado ele procurou saber no hospital, que fica na Praia da Costa, em Vila Velha, se o funcionário foi consultado na unidade. Após a confirmação da fraude ele decidiu procurar a polícia.

Alguns casos vão além de uma falsificação. Um clínico geral conta que é ameaçado com frequência quando avalia desnecessária a licença médica. Ele revelou que já teve até uma arma apontada em sua direção.

“A pessoa chega com arma e fala que quer o atestado. Você tenta acalmar a pessoa, mas elas acabam jogando coisas em você e nos ameaçam”, conta o médico.

No hospital onde o médico atende, um cartaz avisa aos pacientes que apenas os casos comprovados de incapacidade para o trabalho os profissionais vão emitir o atestado. O informativo diz ainda que em alguns atendimentos apenas uma declaração dizendo que a pessoa foi consultada é entregue. No final do texto é informado que atestado indevido é crime. Mesmo assim, muitos não respeitam.

Segundo o código dos médicos, não pode ter câmeras instaladas dentro dos consultórios para preservar a imagem do paciente. Quando os profissionais são agredidos contam com testemunhos de outros funcionários. Segundo o Sindicato da categoria, o problema tem aumentado nos últimos anos. 

Para se ter uma ideia do problema, no início deste ano, um clínico foi agredido e ameaçado em uma unidade de Carapina Grande, na Serra. O caso foi parar na policia.

Enquanto a Farra das Diárias e Viagens acontece na Cúpula, servidor que teve empresa por 7 meses é demitido por infração administrativa. Esse provavelmente não votava no PT....

10 janeiro 2014
DECISÃO ADMINISTRATIVA

Servidor pode ser demitido por ser sócio de empresa


A proibição de que servidor público atue como gerente ou administrador de empresa torna legítima decisão da Previdência Social de demitir um trabalhador cujo nome aparecia em um contrato social privado. Dessa forma, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou pedido do ex-servidor para anular a punição.

Embora o juiz federal Ney Bello, relator do processo, tenha avaliado que “a simples inclusão do nome do servidor público em documento comercial” não signifique que ele realmente atuasse na empresa, ele entendeu que não poderia reavaliar a decisão administrativa. “Não cabe ao juiz substituir-se ao administrador público se este respeita os princípios constitucionais que regem o processo administrativo”, afirmou em seu voto. (Como assim!?E porque o INSS tem 6,8 milhões de processos e dezenas de milhares de derrotas nos tribunais muitas vezes seguindo a risca a legislação?)

A 8ª Vara Federal de Minas Gerais já havia negado o pedido do autor do processo. O homem, que atuava no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), reconheceu que teve o nome registrado como sócio-gerente de uma empresa do cunhado durante sete meses (entre 1999 e 2000). Ele afirmou, porém, que nesse período não praticou nenhum ato de administração ou gerência e que sua inclusão foi um equívoco, logo corrigida. Por isso, apontou vício de desproporcionalidade entre a pena de demissão e os fatos como verdadeiramente aconteceram.

Já a Procuradoria Seccional do INSS em Belo Horizonte argumentou que a demissão está inserida no universo discricionário da Administração Pública. Bello concordou com o órgão da Previdência e rejeitou um dos pontos apresentados pelo ex-servidor, por considerar que “a proporcionalidade e a razoabilidade estão respeitadas na decisão posta em juízo”. Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho da Justiça Federal.

0004716-78.2005.4.01.3800
Fonte: O Consultor Jurídico

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

IRRESPONSABILIDADE FISCAL - FISTEL USADO PARA PAGAR APOSENTADORIAS NO INSS - COMO ASSIM? CARLOS GABAS NÃO DISSE QUE NÃO HÁ DÉFICIT NO INSS?

10/01/2014 - 03h00
Fundo para fiscalizar teles é usado para pagar INSS e Bolsa Família
Folha de SP
GUSTAVO PATU
JULIA BORBA
DE BRASÍLIA

Um fundo destinado a custear a fiscalização do setor de telecomunicações tem sido utilizado pelo governo para despesas tão diversas como salários, aposentadorias e até Bolsa Família.

Levantamento feito pela Folha mostra que, no ano passado, apenas uma pequena parcela das verbas do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) foi empregada em programas e ações condizentes com o nome da fonte dos recursos.

Alimentado por taxas cobradas das empresas do setor, o Fistel arrecadou R$ 4,8 bilhões em 2013. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no entanto, utilizou pouco menos de R$ 400 milhões do fundo, segundo os registros da execução orçamentária atualizados até 28 de dezembro.

No mesmo período, R$ 849 milhões foram gastos no pagamento de benefícios previdenciários urbanos, e R$ 531 milhões, no Bolsa Família.

Mais recentemente, um decreto de dezembro separou R$ 220 milhões do Fistel para reforçar as verbas para o pagamento de dívidas de pequeno valor com beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O uso heterodoxo dos recursos do Fistel não é uma inovação do governo Dilma. O fundo existe desde 1966, mas, ao menos desde o governo Fernando Henrique (1995-2002), sua receita nunca foi inteiramente empregada na fiscalização do setor, que inclui telefonia, internet e TV por assinatura.

Boa parte do dinheiro era e continua sendo usada para o abatimento da dívida pública. Com os atuais mecanismos de pesquisa nas contas públicas, pode-se detalhar as demais aplicações.

A brecha foi oficializada por uma modificação na lei em 1997, quando, na definição das ações a serem financiadas pelo fundo, foi acrescentado: "além das transferências para o Tesouro".

DISTORÇÕES

Os dados evidenciam distorções do Orçamento federal, tanto do lado das receitas como das despesas.

No primeiro caso, taxas são tributos cobrados para a prestação de um serviço público específico. Se os recursos são utilizados para múltiplas finalidades, trata-se, na prática, de um imposto.

No segundo, vários setores da máquina pública sofrem com falta de verbas em uma administração cujas despesas totais estão em expansão contínua desde os anos 1990.

A prioridade evidente, por decisão política, é a área social, especialmente os programas de transferência de renda. Como o governo precisa poupar para pagar uma dívida ainda elevada, o ajuste recai sobre outros gastos.

Em documento interno de outubro, por exemplo, a Anatel dizia que corte de R$ 48 milhões imposto pelo governo em 2013 poderia paralisar a fiscalização em 17 Estados.

Segundo Eduardo Tude, da empresa de consultoria Teleco, a Anatel é obrigada a passar parte das tarefas de fiscalização para as próprias empresas do setor.

"Muitas atividades de fiscalização não são feitas por falta de recursos, seja falta de pessoal, seja de equipamentos", afirma. " O que a agência faz hoje são apenas checagens pontuais."

Procurado pela reportagem, o Ministério do Planejamento disse que o uso da verba do Fistel em outras atividades não é ilegal. "Tais recursos são de livre aplicação pelo governo federal, podendo financiar diversas políticas públicas."

ROTINA DO ABSURDO - UMA VIDA DE AMEAÇAS

CASO #01 - 09.01.2014 - Ceará

Colega foi deslocado para fazer perícias noutra cidade. Antes de chegar, já havia segurados a sua espera, entre os quais um senhor que em todo jocoso, segundo as testemunhas perguntara sobre quem seria o perito naquele dia sendo respondido pelo o INSS que seria ele. O Senhor continuo falando abertamente que se ele lhe negasse o benefício mais uma vez naquele dia, ele o "pegaria na saída", segundo palavras do vigilante responsável naquele turno. Tão logo o colega chegasse, o fato teria sido passado. Diante do fato o mesmo recusou-se a realizar sua perícia, fez B.O. e T.C.O. na delegacia.

CASO #02 - 10.01.2013 - APS Parnamirim - Rio Grande do Norte

Colega chama ficha no sistema. Inicia abordagem normal. Quando o Perito Médico solicita os exames, o segurado abre uma mochila grande e retira papéis e uma faca colocando tudo sobre a mesa do médico. Colega assutado, segurado diz que carrega a faca para se defender. A perícia foi concluída, segurado teve direito ao benefício, mas escancara a situação de Insegurança Perpétua da atividade de Perito Médico.

*A foto é verdadeira e feita pelo colega dentro do consultório na APS